Estatística da gota:Em uma semana, fugiram das cadeias do Rio Grande do Norte o dobro do registrado aqui na Paraíba em um ano.E na Paraíba, dos 19 que fugiram, 17 voltaram para o xilindró.

 

E é porque lá no Rio Grande quem toma conta dos presos é o capitão Virgulino.

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Presos capturados juram que não morreram apenas 26 presos no Rio Grande do Norte como divulgou o Governo de lá.Conforme os presos, o número de mortos é superior a 100.

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Tudo degolado.

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Aquele ex-prefeito, oportunista, sonso e com um pé no Serrotão, aproveita a ingenuidade das pessoas para faturar na mídia. Solidariedade da boca pra fora é cretinice.

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Em mãos o convite enviado pelo deputado Gervásio Maia, para sua posse, dia primeiro de fevereiro, na Presidência da Assembléia Legislativa do Estado.

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Ricardo e Cássio num mesmo bloco, disputando as duas vagas para o Senado? Até onde sei, isso é conversa mole.

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A vereadora Eliza Virginia aguarda até o dia 20 uma reunião com o prefeito para discutir os espaços dela no Governo Municipal.Se até lá o prefeito não acenar pra ela...

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O PT do B já convidou a brava tucana para mudar de lado.

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O deputado Julys Ribeiro quer mudanças na gestão do PMDB paraibano. Quem deve achar boa essa idéia dele é o atual presidente.

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Governador mantém suspenso o patrocínio para festas na Paraíba. Em razão da seca, prioridade é a água e a falta de comida.

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Senado dobrou gastos com gabinetes e publicidade dos senadores.E esses homens ainda se dizem preocupados com a situação do povo.

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Parece que a briga pelo poder no Tribunal de Justiça da Paraíba vai continuar.Após a eleição de Joaz de Brito, que se tornou presidente depois que o Supremo anulou, via liminar, a eleição do desembargador João Alves, um novo mandado de segurança foi impetrado no STF com o objetivo de anular a eleição de joaz.

 

Segundo o radialista Diego Lima, que deu o furo, os autores do mandado são os desembargadores Saulo Benevides, João Alves, Fred Coutinho e Osvaldo Trigueiro, tendo como advogados Walter Agra e Solon Benevides, este último irmão do desembargador Saulo.

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Convém lembrar que o mandato do atual presidente do TJ termina no comecinho de fevereiro.

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Viúvas do poder continuam chorosas em cidade do sertão. O peitinho era muito ótimo demais. Secou. Sobrou apenas a boca murcha doida pra chupar.

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Inté mais tarde.

 

 




Comentários realizados

  • 17/01/2017 às 17:59

    José

    Virgulino é um dos melhores Delegados da Paraíba, não negocia com preso e nem tem medo de dar explicações a imprensa e a sociedade, bandido com ele não não tem tempo bom.

  • 17/01/2017 às 17:16

    Angela Lima

    Na pressa para editar a entrevista da psicóloga prisional Fernanda Mangano, acabei cometendo o equivoco de repetir parte do texto e deixando de fora uma parte importante da entrevista. Peço desculpas e reproduzo a pergunta omitida: *Se o trabalho funcionasse como desejado, você se arriscaria a dizer que uma facção criminosa como o PCC não teria sido criada? -"Não me arrisco a dizer que não teria surgido, mas certamente teria muito menos poder. Teria muito menos braços Brasil afora. Se você pegar a carta de princípios do PCC, o texto é absolutamente justo. Você vê ali que o texto teve a participação de doutos. A carta diz que se a lei de execuções penais não é cumprida e se o Estado não cumpre a sua parte, o PCC está ali para garantir paz, justiça e liberdade. O que surgiu como um movimento para denunciar que o Estado não cumpria sua parte no sistema prisional, ao longo do tempo, por uma série de fatores, descobriu seu potencial como facção criminal. E aí vêm as megarrebeliões e revanches e o Estado começa a transferir presos. Criam-se então os presídios federais. E neles se misturam integrantes de diferentes facções. Daí nascem associações entre elas e, depois, rivalidades. Essa ausência do Estado e a tentativa de resolver o problema através do aumento da punição e da repressão só pioraram as coisas. Hoje, se não vivêssemos na pele, diríamos que o que tem acontecido é história da carochinha. (Fonte:Blog Viomundo)

  • 17/01/2017 às 11:07

    Angela Lima

    Reproduzo parte da entrevista oublicada pelo blog vioomundo com a psicóloga Fernanda Magano, psicóloga prisional e presidenta do Sindicato da categoria em São Paulo: "Gasto com presos é alto e mal investido, diz sindicalista" A crise penitenciária brasileira, com as recentes matanças na Região Norte, trouxe de volta à tona o problema que se quer esquecer. Na principal capital do país, o prefeito recém-eleito ganhou a campanha prometendo, entre outras coisas, empurrar os viciados em drogas para embaixo do tapete. Tudo muito longe do que pensa Fernanda Lou San Magano, presidenta do Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo, filiado à CUT, e psicóloga prisional de profissão. Como você, e o próprio movimento dos psicólogos, imaginam uma saída para esse verdadeiro caos, para essa situação que parece insolúvel? Não me arriscaria a dizer que a gente tem uma solução. O pouco que a gente tem procurado se pautar é que esse discurso repressivo/punitivo é muito ruim, porque ele é generalizante e vai levando à pratica de que o Poder Legislativo coloque em pauta o aumento dos anos de pena a ser cumprido, a retirada da progressão de pena de regime e alguns até se arvorem o direito de defender pena de morte – que na prática já existe, via facções criminais, como a gente viu na última semana. Então, nosso debate é: alguns crimes, de fato, podem ficar para esse direito penal mais repressivo. Alguns crimes têm de estar no direito penal mínimo. Temos que evitar que esse sujeito entre pra prisão, por intermédio de penas alternativas, porque essa roldana da prisão só vai piorando os indivíduos. Quais seriam os crimes destinados a um sistema punitivo mais rígido? "O próprio direito penal já diz: seriam os crimes hediondos. Assassinato, sequestro e o tráfico de drogas – e neste último ponto reside outra polêmica: nós temos uma lei antidrogas que foi reformulada em 2006 e que tinha a pretensão de separar o usuário de drogas do traficante. Na lei, em seu artigo 28, desenha-se inclusive o encaminhamento do viciado para tratamento de saúde e mental – o que chamávamos carinhosamente de ‘vara terapêutica’. Mas isso não saiu do papel. E hoje, inclusive, há quem pegue o gancho do tratamento terapêutico para tentar piorar a situação. Como o senhor Osmar Terra (atual ministro do Desenvolvimento Agrário), que é médico e dono de comunidade terapêutica, que tem um projeto de lei para mudar o Sisnad (Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas) e trazer a repressão inclusive para a questão terapêutica, por intermédio das chamadas comunidades terapêuticas. A gente do movimento dos psicólogos é totalmente contra essa ideia. A gente defende o tratamento aberto. E essa guerra às drogas, na qual a proposta de comunidades terapêuticas se insere, é muito mais para penalizar o pequeno traficante, para reforçar o racismo e não faz um debate sério sobre esse tema. Nas ruas, há uma crença quase generalizada que essa diferenciação entre usuário e traficante existe. Quer dizer que não funciona? Não funciona e o que ocorre é que muitas vezes o usuário recebe a pena mínima como traficante. E aí essa pessoa entra pro sistema penitenciário e acaba descobrindo novas formas de ilícito ou se filiando a uma facção. Sem falar que isso favorece a prática de proteger aquele que tem grandes quantidades mas tem trânsito nas altas esferas, e que acaba ficando apenas como testemunha do ato de apreensão, e prende-se o pequenininho, o pé-de-chinelo. Até porque grande parte daqueles que hoje está nas ruas vendendo droga é o usuário que, para sustentar seu vício, acaba reproduzindo a prática. A coisa que mais pega nessa lei antidrogas, por conta da apropriação dos reacionários, é que havia a proposta inicial de estabelecer a quantidade de drogas apreendida com uma pessoa para diferenciar quem é viciado, usuário, de quem é traficante. E essa quantificação nunca foi estabelecida. Nas ruas, há uma crença quase generalizada que essa diferenciação entre usuário e traficante existe. Quer dizer que não funciona? Não funciona e o que ocorre é que muitas vezes o usuário recebe a pena mínima como traficante. E aí essa pessoa entra pro sistema penitenciário e acaba descobrindo novas formas de ilícito ou se filiando a uma facção. Sem falar que isso favorece a prática de proteger aquele que tem grandes quantidades mas tem trânsito nas altas esferas, e que acaba ficando apenas como testemunha do ato de apreensão, e prende-se o pequenininho, o pé-de-chinelo. Até porque grande parte daqueles que hoje está nas ruas vendendo droga é o usuário que, para sustentar seu vício, acaba reproduzindo a prática. A coisa que mais pega nessa lei antidrogas, por conta da apropriação dos reacionários, é que havia a proposta inicial de estabelecer a quantidade de drogas apreendida com uma pessoa para diferenciar quem é viciado, usuário, de quem é traficante. E essa quantificação nunca foi estabelecida. A população costuma repetir que preso custa caro demais e que as folgas de Dia das Mães e Natal, por exemplo, são um erro brutal. O que você pensa dessas duas coisas? Que é caro é inegável. Se a gente pensa que em São Paulo, assim como na maioria do país um preso custa em média R$ 3 mil, e em lugares onde há parceria com a iniciativa privada, como em Manaus, esse custo passa de R$ 4 mil, então é caro. Mas é caro por quê? Porque se investe mal. Gasta-se muito na questão repressiva e seus aparatos tecnológicos, sem um diálogo com a sociedade. Então é rastreador de celular que custa uma fábula e é ineficiente, e por aí vai. Enquanto isso, o investimento em política pública em outras áreas acaba não acontecendo. O direito penal repressivo, que muitos defendem, é mais caro. Se você se utiliza de penas alternativas, por exemplo, esse custo cai. E muitíssimo. E evita que mais pessoas entrem para o crime. Em relação às saídas temporárias, elas são previstas na lei de execução para aqueles que estão no regime intermediário, ou seja, o regime semiaberto. O preso em regime semiaberto, depois de cumprir um certo tempo de sua pena trabalhando dentro do presídio, ele ganha o direito de inclusive sair para trabalhar fora. Claro, tornozeleira eletrônica e tal, mas já em contato com as outras pessoas. Se houvesse uma fiscalização melhor, porque não ir trabalhar numa lavanderia, numa oficina mecânica.....Há todo um discurso contra as saídas temporárias sem o conhecimento de que, muitas vezes, quem recebe esse benefício já frequenta as ruas durante as semanas normais. Essas coisas não são divulgadas, aí fica o sensacionalismo: ‘Ah, esse povo vai roubar, matar…’. Além disso, a porcentagem entre aqueles que saem e cometem delitos é mínima. Quantos por cento? Às vezes três, às vezes cinco, segundo dados do começo dos anos 2000. Tem mais isso: com o crescimento das facções, não podemos ser hipócritas, a própria facção não quer que o preso se evada. Parece irônico, mas é real. Mas, enfim, é uma minoria que vai cometer novos delitos.......Hoje, o que temos, vai na contramão do bom senso. E aí vem esse ministro da Justiça Alexandre Moraes defendendo essas coisas horrorosas de aumento do aparato repressivo. Cadastro por sangue, cadastro digital… Uma tentativa aí de reproduzir o filme Minority Report. É uma forma totalmente equivocada, porque impede qualquer chance de quem passou pelo sistema se recompor. Então, uma coisa que a gente defende, embora difícil, é o amparo para que a pessoa possa se reconstruir".........

  • 17/01/2017 às 08:50

    Carcará

    E como tem viúvas chorosas,desgarradas das tetas q sugaram dia/noite por um longo período. Os tipos de viúvas: Viúva FHC, viúva cabelo na chapa, viúva lojinha, viúva laranja, titular, viúva reserva,etc. E como vai ser a vida dessas viúvas, a partir de agora? Soldo extras não terão mais. Será q irão voltar para o tempo do cuscuz com o bife do olho grande? Está escrito no livro maior dá humanidade,quem sobe com o q não lhe é fruto do trabalho do seu suor,um dia vai por terra. E agora viúvas

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