Enquanto noutros municípios os prefeitos e presidentes de Câmaras cuidam de reduzir seus próprios salários, em Ibiara, lá no vale do Piancó, o prefeito envia à Câmara projeto de lei propondo a redução, pasmem, dos salários dos funcionários.

 

Um dentista, que atualmente ganha 3 mil reais, passará a receber apenas R$ 1.200.

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Está perto, bem perto de chegar água do São Francisco em Princesa. Segundo informa o enorme Zé Duarte, a Celpe, Companhia Hidroelétrica de Pernambuco, liga nesta quinta-feira, ou seja, amanhã, a rede elétrica do ramal da adutora encarregada de mandar água para a terra de finado Zé Pereira.

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Toda vez que Luciano Cartaxo tem o nome ventilado para governador, o senador Cássio Cunha Lima chama a imprensa e avisa que nome de candidato ao Governo só no comecinho de 2018.

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Ainda aguardo as informações do amigo Toinho de Souza sobre quais pleitos em favor da Paraíba estaria o senador Maranhão defendendo nos dias antecedentes à sua ida a Pernambuco no avião do presidente.

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Eike Batista está tranquilo demais. Aliás, minto, ele está tranquilíssimo. Dá arrepios a tranquilidade do careca.

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Quer dizer que Eduardo Cunha, mesmo na cadeia, tenta melar a reeleição de Rodrigo Maia para a Presidência da Câmara? Pense num ódio!

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Eita, Renan será o líder do PMDB no Senado.Se ele é líder, os liderados são iguais a ele. Ou não?

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E o nosso Lira, que tanto sonhou, vai se conformar com uma Comissão de Constituição e Justiça.

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Já Cássio, emplacou mesmo a Vice-Presidência. Será o substituto de Eunício Oliveira, aquele que é mais sujo do que pau de galinheiro.

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Conheci ontem, na loja de Chico Pinto, a simpática promotora pública de ingá.

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Hoje é a posse de Gervásio Maia como presidente da Assembléia. Será no Espaço Cultural. Cem prefeitos estarão presentes. O homem é forte, jovem e forte. Por isso vai longe. Quem duvidar, pague pra ver.

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Ricardo Pereira, prefeito de Princesa, já está em João Pessoa para a posse de Gervásio Maia.

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Luiz Galvão, de Juru, também vem.

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O trecho da estrada ligando Taperoá a Livramento, que estava ruim pra xuxu, já está sendo recuperado pelo DER.

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Rodolpho Carlos não foi à reconstituição do crime que cometeu alegando temer pela sua segurança.

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Em outras situações, acusados não fazem isso. Ou melhor, se alegam, a alegação não é levada em conta.

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Começo  a acreditar que esse crime ficará impune.

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O cabra enrola como ninguém.

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E os enrolados aceitam.

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E a preventiva, sai ou não sai?

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Hoje o juiz diz se sim ou se não.

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Aguardemos.

 




Comentários realizados

  • 01/02/2017 às 13:01

    Aldo Freitas Menezes Júnior

    Disse Tudo Tião mais um dos eleitores do Senador cassado que ainda não desceu do palanque, sem argumentos e com discurso vazio.

  • 01/02/2017 às 11:37

    josenildo

    Tião tem gente que vive sonhando com os descasos de Cássio, ou povo apaixonado.

  • 01/02/2017 às 10:55

    Angela Lima

    1. No Tijolaço de ontem, sobre o caso EIKE BATISTA> Prisão de Eike é um espetáculo: o palhaço no circo POR FERNANDO BRITO · 31/01/2017. Eike Batista “fugiu” do país 11 dias depois de expedida sua ordem de prisão contra ele. Fugiu, entre aspas, porque saiu pelo guichê da Polícia Federal no Aeroporto do Galeão, com direito a carimbo e “boa viagem”. Depois, Eike ficou uns dias “foragido” em Nova York, não se sabe onde, embora ele tivesse um apartamento por lá, de endereço sabido e consabido. A seguir, Eike Batista vai para o Aeroporto John Kennedy, onde há uma providencial equipe da TV Globo, a quem ele concede entrevista lá dentro da área após o check in. Não bastasse, um repórter de O Globo compra na hora uma passagem ao lado do ex-empresário – não sei se e quais empresas ele ainda tem – rumo ao Rio, grava um pequeno vídeo a bordo e descreve a noite de sono angelical de Eike. A programação da Globonews, ontem, se resumiu a Eike: Eike de travesseiro, Eike no camburão, Eike no IML, Eike no Ary Franco, Eike careca, Eike em Bangu 9. Nos intervalos, o registro da homologação da Odebrecht. Hoje, de novo, Eike já está prestando depoimento, com direito a cobertura total. Marcelo Odebrecht deveria ficar com ciúmes de seu desafeto Eike. Ele só teve direito a prestar depoimento vários dias depois de sua prisão. Passa do limite de coincidências, não é? Eike tem o “physique du rôle” para o papel de delator premiadíssimo. Afinal, quem chegou ao topo do “jet set” representando e levando “no gogó” mídia, governantes e empresários, o que não fará com estes holofotes que já não sonhava ter? 2. Do 247, também sobre o EIKE: GLOBO PROPÕE A EIKE UMA DELAÇÃO CONTRA LULA 247 – Responsável pela denúncia do chamado triplex do Guarujá (SP), a Globo, maior monopólio de comunicação do mundo, transformou a destruição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua razão de existir. Essa guerra, que já dura mais de três anos, contribuiu decisivamente para a quebra das construtoras brasileiras e para a maior recessão da história do País. No entanto, a Globo para não estar convencida de ter encontrado sua bala de prata contra Lula. Por isso mesmo, em editorial publicado nesta quarta-feira, a Globo praticamente fala em nome do Poder Judiciário e oferece a chave da liberdade ao empresário Eike Batista: uma delação premiada contra Lula. O problema é que Eike, antes de tentar ser um símbolo do capitalismo de compadrio que a Globo condena, foi o protagonista de uma das maiores fraudes privadas de todos os tempos. Com o aval de bancos de investimento e de grupos de comunicação, incluindo a Globo, Eike levantou bilhões no mercado de ações, iludindo milhares de investidores. Foi só quando percebeu que seus negócios poderiam ruir que ele tentou se socorrer no Estado. Eike, no entanto, sempre afirmou ser persona no grata na Petrobras – o que é mérito do corpo técnico da estatal. E quando obteve recursos no FI-FGTS, quem mandava ali dentro era o PMDB de Eduardo Cunha e Michel Temer, a quem a Globo se aliou para promover o golpe parlamentar de 2016. Abaixo, o editorial em que a Globo estabelece suas condições para a liberdade de Eike: A importância de uma delação de Eike Batista O empresário poderá esclarecer o toma lá dá cá em Brasília e no Rio, ajudando a compor o mais detalhado mapa da corrupção em negócios com o Estado brasileiro O instrumento da colaboração premiada tem sido chave para o êxito da Lava-Jato e de outras investigações menos conhecidas, feitas no universo do crime de colarinho branco. Repete o que aconteceu no exterior, por este tipo de delação, na repressão a organizações criminosas. Como a do petrolão. Lançada em março de 2014, a Lava-Jato só decolou e avançou devido a delações estratégicas: a primeira delas, a do próprio doleiro Alberto Youssef, marco zero das investigações; veio em seguida a de Paulo Roberto Costa, primeira pessoa do esquema do petrolão, enraizado na diretoria da Petrobras, a trocar informações por redução de penas; e assim transcorreu até se chegar ao maior e mais importante acordo feito até agora na Lava-Jato — entre acionistas e diretores da Odebrecht, 77 pessoas e 800 depoimentos. O empresário Eike Batista só agora entra para valer em toda esta história, mas reúne características que podem elevar bastante sua possível delação premiada no ranking de importância dos depoimentos feitos desde 2014, quando começou a Lava-Jato, de que a Operação Eficiência, em cujas malhas caiu Eike, é ramificação. Eike Batista sonhou alto — chegou a ser o sétimo homem mais rico do mundo, ao vender projetos inflados de expectativas que ele criava, mas que não eram tudo aquilo que acenava — e poderá relatar as cumplicidades não apenas no plano federal, mas também no estadual. Ao circular entre Rio e Brasília nos governos Lula e Dilma, Eike foi incluído na lista dos “campeões nacionais”, com livre acesso ao BNDES, a ferramenta financeira usada no projeto lulopetista de um capitalismo de estado para empresários companheiros. Na tentativa infrutífera de se livrar de uma prisão que devia pressentir, Eike se apresentou voluntariamente à Lava-Jato, para relatar a cobrança de R$ 5 milhões feita pelo então ministro da Fazenda, Guido Mantega, para a campanha eleitoral de Dilma. Sem que surpreenda, o dinheiro foi entregue aos marqueteiros do lulopetismo, João Santana e Mônica Moura. Informação interessante, mas que não livrou Eike de Bangu 9. No plano estadual, o empresário terá de explicar a mirabolante transferência de US$ 16,5 milhões a Sérgio Cabral, ex-governador fluminense. Eike, pelo que disse no aeroporto de Nova York e no avião de volta, ao GLOBO, deve explorar a linha de defesa de que políticos o achacaram. Pode ser, porém não o inocenta de crimes. Uma desejável delação de Eike deverá levantar um aspecto deste capitalismo de estado e de compadrio que o lulopetismo ajudou a enraizar no Brasil: grandes investidores não conseguiam contornar o pagamento de pedágios para tocar seus projetos. Isso não os torna vítimas, até porque são agentes ativos da corrupção. Uma bem-vinda colaboração de Eike Batista ajudará a compor talvez o mapa mais detalhado da cultura da corrupção, em altas e médias esferas, numa das dez maiores economias do mundo. Servirá de agenda de trabalho para a sociedade pressionar pela criação de barreiras institucionais contra esta perigosa degradação nos negócios públicos, que envenena o universo político e a gestão do Estado. Nota: Relações perigosas nos negócios públicos é um assunto que a Globo deve entender como ninguém, especialmente nos anos da ditadura militar.

  • 01/02/2017 às 09:52

    Angela Lima

    Parece que os cassistas e maranhistas estão precisando contratar os serviços de um marqueteiro, só para ele tentar criar pautas "criativas" para essa galera. O repertório deles está tão fraquinho que até uma criancinha faria melhor. Oh gente sem imaginação, e ainda por cima sem memória. Devem estar com saudades dos sofrimentos que passaram para receber os salários no tempo do Cássio.

  • 01/02/2017 às 06:19

    José

    Qual é mesmo a data base dos servidores do estado? Promessa feita pelo atual governador? Será se é mais uma das dezenas de promessas não cumpridas?

    Resposta de Tião

    Acho que fica perto daquela fila que o servidor formava para tomar o salário emprestado.

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