O senador Zé Maranhão dormiu. Isso mesmo, pegou no sono.Não aguentou o rojão e, sentado na confortável poltrona a ele destinada na Comissão de Constituição e Justiça, entregou-se aos braços de Morfeu e ficou ali, indiferente aos debates que se travavam durante a sabatina ao futuro ministro do Supremo, Alexandre Morais.

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Nada demais, Maranhão é um ser humano normal e por isso passível de ficar cansado e pegar no sono.Acontece com as melhores famílias de Oropa, França e Bahia. E não é só ele a dormir naquele plenário. A ele coube apenas o azar de ser fotografado na hora em que sonhava com seus belos bois e seus aviões voadores.

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Morais,aprovado por 19 a 7 na CCJ, vai ser submetido, agora, ao crivo do Senado e conseguirá, igualmente, a aprovação, pois o Governo tem folgada maioria no Legislativo e aprova até bufa de véi.

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Nesta quarta as Muriçocas vão pra avenida e o seu poder é tão grande que até o expediente começará depois do meio dia na quinta.Todo mundo vai poder curtir a ressaca dando uma de Zé Maranhão, ou seja,dormindo até mais tarde.

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Fabiano Gomes, ao cantar pra Manoel Júnior, estava apenas avivando a memória do paraibano para aquela demonstração de profundo amor de Manoel Júnior a Eduardo Cunha na festa de aniversário do hoje réu da Lava Jato.

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Quem quiser curtir o carnaval de Jacumã, este ano, na quadra a beira mar, vai ter que pagar. A Prefeitura terceirizou a quadra e acabou com a gratuidade carnavalesca naquele local.

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É a primeira vez que isso acontece.

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Chove em Princesa e não entra água no Açude Jatobá. Eu sei porque: construíram açudes barrando a água que ia para o açude público e a água não chega lá.

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Mas os donos dos açudes invasores são poderosos. Por isso...

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 Compararam Renato Gadelha a Donald Trump e ele gostou.

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Tem gosto pra tudo.

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Mas se me dessem a mulher dele, de Trump, claro, eu também não acharia ruim ser parecido com ele.

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O bicho é fudedor.

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Com aquela cara de enjoado e tudo.

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É melhor ser parecido comTrump do que com Heráclito Fortes.

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Sarney se livrou de Moro.

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Quem pode, pode.

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Quem não pode, se sacode.

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Bom dia.

 




Comentários realizados

  • 22/02/2017 às 21:53

    chico de lá de trás

    Sr. Jarbas MURILO, SABEMOS que as águas da transposição já batem à porta de Monteiro e todo o Cariri, será beneficiado com Essa grande Obra do PT DE LULA E DE DILMA E DO MST E .... DO POVÃO, COMO já percebemos que o sr. não gosta do PT sugiro que proteste e nunca faz uso dessa água!

  • 22/02/2017 às 19:26

    Jarbas Murilo de Lima Rafael

    Na realidade, o sujeito tem que está muito esperto para ouvir as besteiras dessa senadorzinho... É sempre o tal discurso do "golpe", da "Globo" e dos "EUA".

  • 22/02/2017 às 19:00

    chico de lá de trás

    Parece contradição mas não é! Enquanto Maranhão Dorme, o governo do seu partido pratica em nós, povão, aquela velha política da RÔLA ENTRANDO E RÔLA SAINDO!

  • 22/02/2017 às 14:49

    LAVOISIER

    O velhinho Maranhão perdeu o reflexo. Também podera! São longos oito anos de cochilos, bufas e uma ruma de babões para exaltar esse árduo trabalho.

  • 22/02/2017 às 13:23

    Carcará

    Aonde a supremacia financeira, é difícil encontrar seres honestos. Quer seja no legislativo, no executivo e no judiciário, aliás nesse ul

  • 22/02/2017 às 09:56

    Cavalcanti

    A reunião que Maranhão pode participar é reunião no lar dá providência, o cara é cabeça dura

  • 22/02/2017 às 08:34

    Angela Lima

    Do DCM, ontem. LEITURA RECOMENDADA./// Como Moraes pode influenciar a Lava Jato.//Postado em 21 Feb 2017por:Diario do Centro do Mundo.///***Caso tudo corra como o planejado pelo governo Michel Temer, o ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes deve ser aprovado como novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana. Dezenas de senadores já declararam publicamente que vão referendar a escolha na quarta-feira (22/02), um número suficiente para garantir a aprovação. Com uma cadeira no Supremo, Moraes teria influência em questões cruciais para o Planalto e para a população. No entanto, é o seu comportamento em relação à tramitação da Lava Jato no tribunal que deve monopolizar as atenções, considerando que ele é um ex-membro de um governo sacudido por denúncias de corrupção e foi filiado ao PSDB – partido com membros citados na operação. Moraes não deve somente ter o poder de influenciar eventuais ações penais da Lava Jato no STF com seu voto: devido ao regimento interno do STF, ele deve ocupar a posição de revisor de processos da operação analisados no plenário da corte. O artigo 24 do regimento interno do STF afirma que “será revisor o ministro que se seguir ao relator na ordem decrescente de antiguidade”. Como o relator da Lava Jato, o ministro Edson Fachin, foi o último ministro a ingressar no STF, o novo membro (possivelmente Moraes) deve automaticamente se tornar o revisor no pleno. Assim, Moraes seria responsável pela revisão de processos que eventualmente envolvam os presidentes da República (que o indicou para o cargo), do Senado e da Câmara – que são analisados exclusivamente pelo pleno do STF. No momento, não há investigações e processos contra Temer, mas ele foi citado uma série de vezes em delações. Como deverá fazer parte da Primeira Turma do STF, Moraes não vai ser o revisor da maioria dos processos da Lava Jato que correm na Segunda Turma de Fachin e que envolvem, por exemplo, senadores e deputados. Na Segunda Turma, o papel de revisor deve caber a seu decano, Celso de Mello. Somente eventuais recursos de condenações proferidas por essa turma devem acabar sendo levados ao pleno, mas neste caso o papel de revisor deve continuar nas mãos de Mello. Moraes só vai poder influenciar essas decisões com seu voto, assim como a maioria dos 11 ministros. Influência do revisor No entanto, o papel de revisor de eventuais processos envolvendo os presidentes do Executivo e do Legislativo pode vir a garantir a Moraes forte influência na Lava Jato. A tarefa mais importante em um processo é sempre do relator, mas o revisor também tem poderes relevantes, já que cabe a ele fazer uma segunda análise de uma ação. Ele pode sugerir, confirmar, completar ou corrigir o relatório; e pode definir o dia do julgamento. O revisor também pode discordar das conclusões do relatório e encaminhar um voto contrário ao do relator. O fato de poder definir o dia do julgamento também influencia o ritmo no qual as ações e recursos podem ser analisados pelos outros ministros. Casos anteriores já mostraram que o revisor não é um mero seguidor das interpretações do relator. No julgamento do Mensalão, por exemplo, o relator Joaquim Barbosa e o revisor Ricardo Lewandowski se notabilizaram por suas discordâncias – algumas delas bastante acaloradas. Ao final, ficou a imagem de um relator que pedia quase sempre a condenação de réus e a de um revisor que sempre favorecia a absolvição. Os números demonstram isso: em 112 votações pelo tribunal durante o caso, Barbosa pediu a absolvição em apenas 16% dos casos, Lewandowski, em 63%. Lewandowski divergiu de Barbosa em 47 dos 112 casos. Os números também demonstram que o revisor parece ter influenciado o restante dos ministros mais do que o próprio relator. No final, o STF condenou os réus em 57% das questões analisadas, um percentual mais próximo dos 37% de Lewandowski do que dos 84% de Barbosa. Alguns dos votos do revisor – que vota logo depois do relator – e que foram seguidos pelo restante da corte resultaram, por exemplo, na absolvição do ex-ministro José Dirceu do crime de formação de quadrilha. Também estouraram conflitos sobre o fato de Lewandowski demorar meses para devolver o relatório, o que atrasou o início do julgamento. Prisão em segunda instância Além do papel de revisor no pleno, Moraes pode eventualmente influenciar o entendimento de que condenado deve começar a cumprir pena a partir de decisão de segunda instância. Em 2016, o julgamento que decidiu essa questão terminou apertado: seis votos a favor da prisão já em segunda instância e cinco contra. O temor de que Moraes possa mudar esse placar quando assumir a vaga no STF foi levantado pelo procurador e coordenador da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol. Sem citar especificamente o nome de Moraes, Dallagnol divulgou no início do mês um texto afirmando que um novo ministro pode ter “forte impacto” sobre a operação. “O novo ministro pode inverter o placar. […] Assim, a escolha do novo ministro, a depender de sua posição nesse tema, continua a ter um imenso impacto na Lava Jato, ainda que ele não se torne relator da operação”, disse Dallagnol. Ele concluiu também que, sem a prisão em segunda instância, a “perspectiva é de impunidade”, algo que vai fazer com que os réus não tenham interesse na colaboração premiada, um dos principais instrumentos da Lava Jato. Moraes, no entanto, declarou a jornalistas e escreveu em um de seus livros que é favorável à prisão de réus que ainda não tiveram o julgamento finalizado em última instância. Ao ser sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta terça-feira, ele defendeu que a prisão em segunda instância não fere a Constituição. (Fonte: DCM)

  • 22/02/2017 às 08:16

    Marcos.

    A privatização já ocorreu na gestão Aluizio Regis, a praça e a quadra eram usadas para o carnaval do Dragão do mar. Hoje quem não tiver R$ 20,00 por noite, vai brincar em casa ou vai pisar em bosta na beira mar.

  • 22/02/2017 às 07:59

    Angela Lima

    Como se explica que o Sarney, ex-presidente, ex-senador, tenha sido "agraciado" com foro privilegiado pela 2ª Turma do STF, na decisão de ontem, e, portanto, livre do juiz de Curitiba, e o Lula, também ex-presidente, não receba o mesmo tratamento? É por que o Lula é do PT? Aliás, depois da última pesquisa da CNT apontando o crescimento do Lula, voltaram a aparecer no noticiário (TV/WEB/Jornais) acusações requentadas contra ele. Repetem os mesmos erros e, na arrogância característica dos poderosos, não percebem que a credibilidade deles está tão negativa junto à população que os noticiários não merecem crédito. Na verdade eles estão, isso sim, fazendo com que o povo a cada dia se conscientize mais da necessidade de dar um basta em tudo o que o atual (des)governo representa. O cenário está quase pronto e só falta aparecer alguém com coragem suficiente para "puxar a cortina".

  • 22/02/2017 às 07:06

    chico de lá de trás

    O SENADOR ZÉ, faz-me lembrar de um personagem criada por Chico Anísio no programa de Humor da TV, inspirado em outro Senador Paraibano que também usava um Bigode, e que o chavão era: O POVO QUE SE EXPLODA! QUERO parabenizar demais os eleitores de ZÉ, essas coisas de discussão é pra esquerda é pro PT! TAMBEM JÁ PASSOU DOS 800ANOS

  • 22/02/2017 às 02:20

    Gilberto

    Caro Tião , bom dia ! Esse tal de Trump é verbo que Doria USA para dizer trabalho ? O tal TRAMPO ou TRAMPAR , ou dos cabarés TREPAR ,TRANSAR ? Não sei se o cara trampa, trepa mas parece que sabe transar com todo mundo...Ou seja , tá fudendo geral.

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