Alguns pensaram que com a morte de Teori, o negócio ia ficar mais “fachin”,mas quem pensou assim, caiu do cavalo, pois ficou foi mais “difichin”.

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O Fachin é calado, silencioso, mas quando dá o bote, arranca logo o pedaço.

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E não adianta chorar, fazer beicinho, tentar sensibilizar o cara, porque não adianta.

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Diz o homem da Odebrecht: “Nada era feito, sem algo em troca”. Ou seja, a Odebrecht não dava dinheiro apenas porque era boazinha, benemérita, mão aberta.Era na base do toma lá, dá cá.

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Um dos principais executivos da Odebrecht, Marcio Faria, afirmou em sua delação premiada que Michel Temer participou de uma reunião em que foi acertada uma propina de US$ 40 milhões para o PMDB, em contrapartida a um contrato na Petrobras; o valor hoje equivale a R$ 126 milhões e o acerto teria ocorrido no escritório político de Temer, em São Paulo.

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Os delatados afirmam, sonoros, que querem a investigação.E se não quisessem, por acaso Fachin ia deixar de investigar?

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Na verdade, todos estão com os cus apertados, arrochados, tão espremidos que pela espessura não passa um cabelo molhado com brilhantina Glostora.

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Aecim e o surubento Jucá lideram os pedidos de investigação.

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O pessoal do impeachment é o mais enrolado na Lava Jato.

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Falar nisso,  o povo que ia fazer proselitismo político hoje em Boqueirão, vai ter coragem de mostrar a cara?

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Se for, a vaia vai comer no centro.

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No centro e no rabo.

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Sandra Marrocos e Eliza Virginia vão terminar se rasgando em plenário. As duas só faltaram ir às vias de fato. Por isso o presidente Marcos Vinicius recomendou ao Conselho de Ética que acompanhe essa guerra de saias.

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Quer dizer que quem recebia o dinheiro destinado ao governador Alckmin era o cunhado?

Então Marcos Werick tem razão:”Alckmin quer bem a cunhado”.

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O reitor da UEPB, Rangel Júnior, perdeu uma boa oportunidade para ficar calado. Na tentativa de desdenhar do secretário Luís Torres, dizendo que ele não entendia de administração, Rangel recebeu esse troco do secretário de Comunicação Social do Governo:

“Queria poder fazer graça com a UEPB, mas o teatro encenado por Rangel (reitor), que finge administrar, é uma tragédia. Tem autonomia de adolescente. Só é livre para gastar. Responsabilidade zero.

“Não é à toa que a capacidade de investimento da instituição caiu para menos de 1% e a folha de pessoal já chegou a ultrapassar a casa dos 80%, e a consumir praticamente tudo o que recebe de duodécimo. Pra administrar desse jeito, prefiro não saber de nada”.

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Falar em Rangel, viram como ele é a cara de finado Shaolin?

 

 




Comentários realizados

  • 13/04/2017 às 08:35

    João Lebre

    A conversa é essa...

  • 12/04/2017 às 23:06

    Jarbas Murilo de Lima Rafael

    Agora entendo porque alguns jornalistas e blogueiros defendiam a gando do PT. Veja o exemplo da Carta Capital, que de uma única vez recebeu 3 milhões de reais vindo do propinoduto da Odebrecht.

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