O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Adriano Galdino (PSB), botou contra a parede o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), que é contra o fim do racionamento d’água na cidade, e literalmente retirou dele qualquer discurso que possa eventualmente vir a convencer a população de que esteja correto.

Durante entrevista à imprensa nesta terça-feira (22) Galdino disse que os deputados da base do senador Cássio Cunha Lima não sofrem tanto quanto a população com o racionamento existente há três anos na cidade e falou com conhecimento de causa. “Eu fui morador por 18 anos da cidade de Pocinhos e sei o que é falta d’água. Eu sei como isso maltrata a alma. Eu vivi com o seguinte dilema: ou meu pai fazia a feira ou comprava um carro pipa, porque não tem para as duas coisas e isso machuca”.

Adriano Galdino lembrou que a insegurança hídrica seguiu toda a sua infância. E aí foi na “jugular” de Romero Rodrigues: “Agora vivo num apartamento em Campina, o mesmo prédio que mora o prefeito e te digo, sabes quantas vezes faltou água no edifico que moramos? Nenhuma. Como também não falta água para os deputados de Campina Grande que são contra o fim do racionamento. Ou seja, para eles racionamento tanto faz”, revelou.

 




Comentários realizados

  • 24/08/2017 às 23:50

    Hermano caldas

    PURA POLITICAGEM DESSE PSEUDO DEPUTADO , inoperante e que não possui argumentos até para sua incompetente gestão a frente do Parlamento Estadual . Quer mostrar serviço por causa das proximidades das eleições. Volta para Pocinhos para ve se o povo quer.

  • 23/08/2017 às 10:41

    Homero Filho

    Cada um sabe onde o sapato aperta, fica a "DICA"

  • 23/08/2017 às 09:31

    Antonio Carlos da Silva

    Mas essa é a politica desse grupo que diz que ama Campina Grande. Esperar mais o que?

  • 23/08/2017 às 07:52

    Hilário Sousa

    É por essas e outras que digo. Cunha Lima foi quem ensinou a política do quanto pior melhor. Por que é contra? Porque é algo que beneficia a população. Quantos projetos foram apresentados aqui em Campina Grande e na Paraíba, em beneficio da população, e foram rejeitados? Inúmeros. Como favorecia a população, ele tinha que ser contrário, porque era oposição. Era e é esse pensamento do quanto pior melhor que sempre teve. Por que o racionamento deve continuar? Porque o governo, com essa medida de terminar com o racionamento favorece a população, mas aquele que quer o pior para o povo e, por ser contra ao governo, não tendo compromisso com o povo, quer o pior para a população. A transposição foi feita para isso, se não, para que a transposição?

  • 23/08/2017 às 04:47

    EUGENIO PACELLI TAVARES ZENAIDE

    Quero é o comentário do prefeito. Estes caras se renovam em seus argumentos. Vai querer justificar o injustificavel.

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