Diretor da Emlur provocou grande desgosto em Chapéu de Couro

 

O texto abaixo é do jornalista Chico Pinto, que subscrevo igualmente indignado:

O combativo radialista Marconio Edson, que hoje partiu em busca das estrelas, apesar de acometido da doença que ceifou à sua vida, foi vítima de um diretor da Emlur, empresa em que trabalhava há décadas. Segundo comentários hoje pela manhã, no velório do profissional, o diretor Lúcius Fabiani, sem reconhecer os méritos de Marconio e nem tampouco considerar o mal que causava ao profissional Marconio Edson, transferiu o radialista da Secom da Emlur para o setor de garagem da empresa, causando enorme desapontamento ao profissional. Além de usar o cargo, ocupado há mais de 20 anos por Marconio em prol de uma considerada sua, provocou uma enorme tristeza ao profissional, que se viu afastado de um setor adequado às suas qualidades profissionais.

 

Irmãos Lucena, juntos,unidos e misturados

 

Nós éramos nove, hoje somos seis, três foram morar no azul infinito do céu, a chamado de Deus para fazer companhia a Seu Miguel e a Dona Nila, que viajaram primeiro. Nós, que ficamos, somos o exemplo daquele casal maravilhoso que nos criou na pobreza de recursos materiais e na riqueza dos princípios morais e dos bons costumes. Aí estamos numa festa de forró dos princesenses na Capital, que este ano terá repeteco, dia 11, no Bessa.

 

O ministro e a propina do mensalão

 

A Revista Carta Capital que chegou às bancas de jornais de São Paulo na tarde desta sexta-feira (27) tumultuará todo o ambiente que vem sendo milimetricamente preparado para o julgamento do famoso caso do Mensalão. Ela apresenta documentos que indicariam que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, quando era Advogado Geral da União (AGU), em 1998, teria recebido R$ 185 mil do chamado Mensalão do PSDB, que foi administrado pelo publicitário Marcos Valério.

Em um trabalho do jornalista Maurício Dias, a revista obteve o que seria a contabilidade paralela da campanha do atual senador Eduardo Azeredo, em 1998, quando ele concorreu à reeleição ao governo de Minas Gerais. As folhas, encadernadas, levam a assinatura de Valério. Alguns dos documentos têm firma reconhecida. No total, esta contabilidade administrou R$ 104,3 milhões. Houve um saldo positivo de R$ 69,53. A reportagem teve a contribuição também do repórter Leandro Fortes, que foi a Minas Gerais.

 

Marcos Pires e os novos pobres 1

 

Marcos Pires, que já foi rico, ficou pobre e enricou de novo, descobriu a raça dos novos pobres de nossa cidade.Em artigo publicado no Correio da Paraíba ele revelou, entre outras coisas, o seguinte:

Vamos iniciar com a higiene. Cortar cabelo, por exemplo. Os ricos pagavam cinquenta, sessenta reais pelo corte de cabelo nos salões chiques da praia. Pois estão todos eles migrando para os barbeiros do mercado da Torre. São sete ou oito “salões”, cada um deles com no máximo duas cadeiras de barbeiro, localizados logo depois da “praça de alimentação” do mercado, onde situam-se os tais restaurantes aqui já citados, que servem pratos enormes a doze reais, a nova coqueluche dos executivos locais, que abriram mão de suas lagostas e camarões de cem reais o prato pela comida regional bem mais barata. Pois bem, nesses salões cobram-se módicos dez reais pelo corte de cabelo, e um deles tem até o luxo de um ventilador. Há uma promoção; o cliente que concordar em cortar o cabelo em pé, do lado de fora das barbearias (“- Mode não sujar o chão”, no dizer de Baixinho, o rei da tesoura), paga somente sete reais. A fila de lá é a maior de todas.

 

Marcos Pires e os novos pobres 2

E prossegue nosso indefecável Marcos:

Voltaram a ser moda os almoços de domingo na casa dos sogros, tradição esquecida desde muito tempo. E o mais engraçado é que os ricos que antes discutiam nos restaurantes chiques a safra dos caríssimos vinhos, agora se engalfinham nas domingueiras da sogra pela moela da galinha.
Frutos do mar eram o dia a dia. Um amigo que ousou montar um bufê de camarões, lagostas e peixes em seu excelente restaurante está desistindo da ideia, porque as madames avançam nas compridas mesas onde estão expostas as iguarias e pensam que estão no pesque-pague. Ficam catando os frutos do mar e deixando o resto lá. Os ricos da Paraíba estão trocando esses programas de cem reais por pessoa (fora o vinho, claro) pela Peixada do Amor, no Seixas, onde por 30 reais comem cinco. Aliás, é uma delícia assistir aos ricos servindo-se de cerveja. Só que, ao contrário dos vinhos de outrora, escolhidos pelos rótulos, as louras geladas são escolhidas pelo preço; quanto mais baratas mais gostosas.

 

Marcos Pires e os novos pobres 3

E ele, Marcos Pires, encerra seu belo discurso assim:

Os carros caríssimos desapareceram das enormes garagens, trocados por econômicos modelos populares. A quem pergunta os ricos dizem que é para iludir os assaltantes e sequestradores. Só não explicam porque esses novos carrinhos têm carnês com tantas prestações que é necessário carregar os mesmos nas malas dos automóveis, que andam com a traseira rebaixada, tamanho o peso da dívida nos bancos. É tão estranha a situação, que recebi de Dom Pingolas, lá de seu castelo em Patos, a preocupação com os inadimplentes. Diz ele que são os novos pobres que irão manter a Serasa, o Cadin, os consórcios, os cartórios de protestos, irão aumentar o fluxo de execuções judiciais e com isso manter 30% dos empregos no Brasil.

E ele ainda promete voltar ao assunto.

 

 




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