Mamãe Cacilda


Claro que vocês notaram a ausência das Domingueiras hoje. Deixei para alinhavá-las ao final do dia, depois das comemorações do Dia das Mães. Quis, e vou fazer o registro dessa data que para mim é a mais importante, independentemente das explorações comerciais que alguns espertos fazem em torno dela. E começo falando das homenagens a Dona Cacilda, minha parceira de vida, mãe de Niâni, de Felipe e de Júnior e avó de Emilia, de Samuel, de Priscila e de Mariana.
Os filhos e netos invadiram nosso canto e conosco ficaram até o final do dia.Nesse meio tempo, claro, degustaram de uma legítima galinha de capoeira com feijão verde, beberam suco de acerola e entregaram presentes. Foi, como dizia finado JO, um verdadeiro SU.

A festa de Margô


Margareth Zagel é uma irmã querida da nossa família. Com Dona Cacilda dividiu momentos de trabalho e de alegria, quando ambas exerceram funções no Cendac. Gente fina. Com seu marido Ovídio Mendonça, mora no coração da gente. Hoje, claro, ela foi a estrela da festa promovida pelas filhas Bárbara e Larissa, a primeira esperando o primeiro neto e a outra anunciando casamento para breve.

Bibiu e mamãe


O mano Edmilson curtiu o dia das mães no cemitério, diante da cova de Dona Emília, nossa mãe, rendendo-lhe homenagem póstuma e falando da saudade que habita no seu coração de filho. Depois voltou pra casa, aos braços de Nélia, a mãe dos seus filhos.

Minha mãe


Claro que nestas Domingueiras não poderia deixar de dizer que sou filho da mãe mais bonita deste mundo. Vejam se estou exagerando. Dona Emília, aos quinze anos, era a mais linda e preciosa das princesas de Princesa Isabel. Foi nessa época que ela se uniu ao lindo mulato Miguel Lucena e juntos formaram uma família de nove filhos.

Marroquinhos e dona Calu


Marrocos Filho vocês conhecem, é médico renomado aqui em João Pessoa. Mas Marroquinhos só quem conhece é quem é de Princesa. E ele, poeta igual ao pai, o inesquecível Manoel Marrocos, e igual ao irmão Andrade, escreveu esta pérola para dona Calu, sua mãe, que o blog transcreve com muito gosto:
“As mães não morrem jamais, se transformam em estrelas incandescentes, se escondem por trás do sol poente ou fazem parte da cena incrustada em luas cheias que iluminam a terra e as almas boêmias dos humanos.
Com certeza, dona Carolina Marrocos se encontra por aí, acompanhando seus filhos nessa caminhada terrestre, aliviando-lhes as dores, abrandando tempestades, garantindo colo de mãe generosa nas horas de dor e aflição.
Assim tem estado meu coração, assentado nessa crença sentindo-se muito próximo dessa presença virtual.
Alimentado pelos sentimentos, que também não morrem, vamos caminhando em busca do reencontro definitivo para novamente, acredito, sentir o calor, o cheiro é o abraço apertado que falam do tamanho e da verdade dessa saudade que hoje resolveu se mostrar em toda sua dimensão.
Dona Calu, quero lhe encontrar sempre na estrela mais incandescente, no por do sol mais encantador ou então na maior lua cheia mais próxima da terra. Preciso que assim seja!!!”

 




Comentários realizados

  • 15/05/2017 às 15:02

    Clovis Brasileiro

    Emilia sua neta Tiao.. tem a quem puxar. Com todo respeito, Dona Emilia era linda.

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