Diante da exploração política decorrente de uma declaração do diretor do Hospital da FAP, dando conta de uma redução de 30 por cento no repasse de recursos do governo do estado para a referida instituição, o secretário de estado da Comunicação, Luis Torres, esclareceu, em nota à imprensa, que embora a obrigação de custear as despesas do hospital seja da Prefeitura de Campina Grande, o governo repassou, ao longo de seis anos, mais do que fizeram os dois últimos governos da Paraíba. E arrematou: “Com todo respeito, neste sentido, a postura da atual direção do hospital da FAP deveria ser de reconhecimento. E não de ingratidão.”

Leia a nota:

“O governo Ricardo Coutinho já repassou diretamente ao hospital da FAP, em Campina Grande, cerca de R$ 3 milhões de 2011 a 2016, superando os repasses feitos em cada um dos dois últimos governos na Paraíba. Basta puxar os números no Sagres do Tribunal de Contas do Estado.

Essa é uma obrigação da prefeitura de Campina Grande, que detém a gestão plena de saúde do município, ficando, por causa disso, com 92,5% dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde. Apesar disso, ao longo dos últimos seis anos, o governo Ricardo Coutinho manteve os repasses dentro dos convênios reafirmados ano a ano com a FAP, sustentando a parceria apesar da crise econômica que paralisa os estados, e renovando a ajuda para 2017.

Garantindo, somente para este ano, um repasse de 594 mil, quase o dobro do que a FAP recebeu, por exemplo, em 2010.

Este é um governo que teve a sensibilidade e a ousadia de construir o Hospital de Oncologia em Patos, para ser referência no atendimento de pacientes com câncer no Estado, cujo investimento para custear a manutenção chegará a 65 milhões de reais por ano.

Com todo respeito, neste sentido, a postura da atual direção do hospital da FAP deveria ser de reconhecimento. E não de ingratidão.”

 

 




Comentários realizados

  • 16/05/2017 às 09:37

    Assis

    Independente desta situação, a Direção da Fap deveria fazer uma prestação de contas. Vira e mexe essa conceituada e importante Instituição só vive em crise.

  • 16/05/2017 às 05:41

    ANTONIO ALMEIDA

    Gratidão não é pra qualquer um. É preciso consciencia. Presume-se que no caso do diretor da FAP esteja escasso. O nome disso é politica e em Campina Grande se não for Cassio Cunha LIma não presta.

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