Começo o sábado dando notícia triste: morreu Doga, cunhado do mano Edmilson, irmão de Nélia e de Zé Madeiro. Novo ainda, não tinha 50 anos. Estava no trabalho quando o coração pifou. Foi “pei-buf”. O velório ocorre no Parque das Acácias,ali no Zé Américo.

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O governador Ricardo Coutinho desmarcou os compromissos do final de semana. Fez pequena cirurgia e passa o sábado e domingo em recuperação. Segunda volta ao batente.

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Nem chegou o mês de junho e começou a corrida para alugar casas em Bananeiras para o São João.Qualquer casinha é alugada por cinco mil reais para um período de cinco dias. A minha eu não alugo nem por dez mil.

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Queira ou não queira, aquele senhor está enrolado na enrascada mais do que imagina a vã inteligência da massa ignara da nossa terra varonil.

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Hoje é dia de feira. Só falta o dinheiro.

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Esse negócio de cavar poço vai acabar secando o lençol freático.E aí, nem mel, nem cabaça.

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Gostei do fim da reeleição. Agora o cabra só terá quatro anos pra se arrumar.

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Hoje tem sabadinho bom no centro da cidade. Com direito a chorinho de cavaquinho.

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O calor tá com a mulesta!

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Sabia não, fiquei sabendo pelo próprio: Fabiano tem três rádios.

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Emissoras de rádio.

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Ele tem talento. E vai longe.

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E agora lá se vão meus abraços para Sales Cordeiro, Veronese Lima, Marçal Lima Júnior, Marçal de Batista,Antonio Lira do Ó, Zé de Edezel,Aldo Lopes de Araújo, Airton Farinha Almeida, Assis Lopes, Toinho Samuel,Vavá Lima, Bidiça Sabe Tudo, Tadeu FonFon,  Zé de Ada, Richomer Barros, Severino de Inocêncio, João Vanildo, Zé Duarte, Ricardo Pereira,Zeca Porto, Chico Pinto, Dosca Lira, Bibiu Salvador, a turma da Embaixada do Piaui, Juarez Marques e Roque Fogueteiro.

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Esta está no meu livro “O lado engraçado da política”, que deve ir para a gráfica na próxima semana:

Ramalhetes de flores foram colocados pelo deputado Antonio Nominando Diniz na mesa das taquígrafas da Assembléia, uma maneira de homenageá-las pela passagem do seu dia.

Na tribuna, exaltado, o udenista Joacil de Brito Pereira fazia contundente discurso contra o PSD. Raymundo Asfora tirou algumas flores da mesa de taquigrafia e levou para o orador, que explodiu:

-Senhor presidente, eu não admito palhaçada.

Nominando Diniz levantou-se e abriu a seguinte questão de ordem:

-É a primeira vez, senhor presidente, que vejo alguém protestar por receber flores.

 




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