A prefeita do Conde baixou uma lei determinando economia de guerra no município por causa da crise e tratou logo de dar o exemplo: pegou alguns secretários da sua amizade e foi com eles viajar pelo Rio Grande do Sul,quem sabe em busca de algum empreendimento capaz de tirar o Conde do atraso.

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O silo que o coronel Zé Pereira construiu em Princesa para armazenar comida durante a guerra e que é tombado pelo Patrimônio Histórico, serve de escora, hoje,para uma construção torta e descabida de alguém que ignora o que seja história e passado.

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A Policia da Paraíba mostra mais uma vez serviço. Descobriu, finalmente, quem mandou matar Rebeca. Agora só falta descobrir quem executou o serviço.

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No Politicando de terça feira, na TV Master, entrevistarei o advogado Fábio Brito. Ele vai  falar sobre a guerra jurídica travada com o jurídico de Cássio em torno do mandato do governador Ricardo Coutinho. A partir das 22:30 hs.

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Agora em setembro lançarei meu livro na Empasa, durante um festival literário, a convite do diretor Tavinho Santos.Depois conto detalhes da coisa.

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Hoje tem feira livre em Princesa, em Solânea e em Pirpirituba.Conheço as três,mas guardo lembranças imortais da primeira. Nela a gente se arrumava de todo jeito para tomar as bicadas de pobre.Eu, Ruy da Saelpa, o galego de Edeildo e outros, ganhávamos o tira-gosto de Augusto Preto,emérito vendedor de carne de porco, mandávamos torrar a carne na budega de Luizinho e  fazíamos a festa.

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E nas tardes de sábado, a turma do Gavião, comandada por Antonio de Tertu, comemorava o fim da feira na budega de Gerson do Ouro, no Cancão, tomando cachaça Pitu e comendo carne assada na brasa.Tudo ao som do fole de Xixica.

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E no domingo,logo depois da missa,  a tropa curava a ressaca bebendo ao lado de Genésio Lima no Bar de Maria do Ó, ouvindo Batinho cantar “Debaixo daquela jaqueira” e vendo o velho Zé Lima enfiar uma traíra inteira na boca e dela, da boca, só sair as espinhas.

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E agora lá se vão meus abraços sabadais para Antonio Lucena, a turma da Embaixada do Piauí, o pessoal de A União, Frutuoso Chaves, Odon Bezerra, Lucio Flavio de Vasconcelos, Marcondes e Marcos Marques, Marcos Nogueira,Joelma Muniz,Moab Leite Advincula, Fabiano Lucena, Dilma Roussef e Sérgio Moro.

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Estupraram a filha do dono do circo que estava armado em Cajazeira e botaram a culpa num anão que lá morava. Anãozinho de nada, não batia na bolacha do joelho da moça, uma galega de 1.80 metros.

Levado para a Delegacia, o anão apanhou para confessar o crime. E só não morreu porque o deputado Bosco Barreto, advogado dos pobres e oprimidos, apareceu por lá e conseguiu soltá-lo.

 Já na rua, Bosco e o anão pararam num bar para tomar uma. E enquanto bebiam, Bosco quis saber do anão a verdade verdadeira.

-O pior, doutor Bosco, é que fui eu mesmo -, confessou o anão. E diante do abestalhamento de Bosco, que não entendia como aquele pedaço de gente conseguiu alcançar a galegona, ele explicou:

 -Encostei ela num canto de parede, joguei um balde na sua cabeça, me pendurei nas “azêias” e...”

 




Comentários realizados

  • 18/07/2015 às 07:09

    andre

    ei Tião fiquei sabendo que todo o trânsito que vem da Epitácio, Tabajara e Camilo de Holando vai sair do anel interno e vai pra rua da C&A (Eliseu Cesar). O que tú acha?? vai dar certo esse negócio?? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • 18/07/2015 às 07:08

    Pedro Faz que Caminha

    A cidade de Princesa Isabel tem umas coisas muito engraçadas, pra não dizer suspeitas. No comecinho de junho deste ano, o prefeito e o secretário Valmir - o faz tudo dele - anunciaram no rádio, o início das obras de pavimentação de 34 ruas da cidade, através de verba destinada do Ministério das Cidades, em emenda do deputado Aguinaldo Ribeiro, obra essa que já se arrastava desde 2013. De uma hora pra outra, o.prefeito anunciou a abertura da licitação, a empresa vencedora e a.inicialização das obras. Botou placa, areia, pedras, escavações tudo e... Nada! Da mesma forma que tudo surgiu em 24h, desapareceu. Passados 45 dias, levaram as pedras de volta, espalharam a terra, fecharam alguns buracos, derrubaram as placas e empresa que é bom, ninguém viu, ninguém conhece. Para os moradores dessas três ruas, inicialmente beneficiadas, sobraram a frustração e a recepção do sonho do calçamento porta. O prefeito Dominguinhos deve uma explicação aos moradores dessas ruas, principalmente a que leva o nome de Ozana Maria Roberto, sua saudosa e santa mãe, que não tem culpa do filho que tem.

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