Vejam a diferença: não faz muito tempo, funcionários da Prefeitura de Princesa Isabel pediam esmolas para não morrer de fome, porque a Prefeitura lhes negava o básico que era o salário devido. Agora, apenas um mês após a posse, o prefeito Ricardo Pereira já anuncia o pagamento do mês de janeiro, dentro do mês. Dia 30 recebem os aposentados, dia 31 os ativos,

bem ao estilo socialista do governador Ricardo Coutinho.

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Isso significa dizer apenas uma coisa: o prefeito anterior, tucano, não pagava porque não queria. Ou então, não pagava porque usava o dinheiro em outra finalidade.

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Acompanham o presidente Temer nessa visita as obras da transposição uns políticos que nada tiveram a ver com a construção do canal. São os aproveitadores da obra alheia. O governador daqui, por seu turno, faz o dever de casa: prepara o terreno para receber a água que vai livrar a Paraíba da sede.

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Vejo aqui na net: Polícia Federal arquiva caso tríplex de Lula por falta de provas. Não saiu na Globo, claro, porque à Globo só interessa botar no fiofó do petista.

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Zezinho do Botafogo, que não se reelegeu, foi nomeado assessor do superintendente do Detran.

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E o nosso vice prefeito Manoel Junior afiou o gogó e cantou na rádio de Ruy Dantas. Tá treinando.

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O tempo fecha e a água não cai.

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Mas que tá num e noutro pra cair, tá.

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E a praia de Manaíra continua imprópria para o banho.

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Sem que ninguém dê jeito no esgoto que desagua no mar.

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Se fosse o esgoto de cumpade Renato Pé Seco...

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Alexandre Moca convocando os biriteiros para o lançamento do novo calendário da Confraria do Bar de Neco Rato em Guarabira.

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E agora lá se vão meus abraços sabadais para Daniel Gaucho, Mário Sorrentino, Radomécio Leite, Fabiola Arruda, Ailton Paiva, Aécio Diniz, Assis Bezerra,Artur Abrantes, Daniel Ramalho, Giberto Angelo,Ieda Guerra, Ivo Sérgio Borges da Fonseca, Jacicleide Florentino,Jucileide Ferreira, Maria Eudesia,Miranez Matias,Rubia Cássia, Sostemar Matias,Vaulene Rodrigues, Zuleide Rodrigues e Mario Heitor Negócio.

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Dois mineiros jogando antônimos valendo uma pinga:

-Gordo?

-Magro!

-Hômi?

-Muié!

 -Preto ?

 -Branco!

 -Verde !

 -Verde ? Nada disso…verde é cor, não tem contrário não!

 -Craro que tem, sô !

-E quar que é ?

 -Maduro, uai!

- Ai caramba, néquémemo? Vamo de novo valendo mais uma pinga!

-Agora eu que vô cumeçá!

 -Podi cumeçá !

-Saúde?

-Duença!

-Moiado?

-Seco!

-Deus?

-Diabo!

-Fumo?

-Quê? Desde quando fumo tem contrário?

-Cê é burro, sô! O contrário de fumo é vortemo!*

 

 




Comentários realizados

  • 28/01/2017 às 22:57

    Elton Vinagre

    Tião, nada contra Lula, mas tecnicamente polícia alguma pode arquivar inquérito. Só quem pode pedir arquivamento é o Ministério Público e, mesmo assim, com a chancela do juiz competente. Se o juiz discordar do pedido do MP, ele encaminha os autos ao procurador geral (se for MP estadual) ou à lá câmaras de revisão (se for MP Federal). Era bom que você colocasse de qual fonte você pegou essa notícia. Há braços...

  • 28/01/2017 às 19:08

    José Paulo da Silva Júnior

    Porque hoje é sábado .ontem a noite vinha de uma festa no bessa, botei a muié pra dirigir pois tinha tomado uns joca preto , pois bem , passou por nos um carrão desses do tipo dos que mata agente de Lei seca ,que o cão que levava , de 120 pra cima. Pensei comigo graças deus que ele foi embora então matou ninguém ..

  • 28/01/2017 às 15:26

    Carcará

    O dro dos servidores do município de P. Isabel-PB q os gatunos comeram, está espalhado por vários locais. Não é botija, pois não foram seres vivos q enterraram como no antigamente, para depois de morrerem vir dar a alguém, para irem no local determinado pela alma penante arrancar a famosa botija. O boneco e seus malas adestrados tomaram o q é direito assegurado dos funcionários e construiram seus castelos bem fora da cidade. Só o boneco e familiares abusaram das leis e edificaram verdadeiros palácios no meio da caantinga para mostrarem q lá em tudo se plantando dá. Dá mesmo,e como dá. É só ver quem foi a família do boneco no antes e quem é a dita cuja no hj. Roubar do erário é a melhor coisa q há, pois roubam e o rombo fica para o próximo substituto pagar. Tem q tomar tudo do boneco e familiares até a quinta geração e devolver o salário de todos os funcionários q ficaram a três, quatro, cinco e até seis meses sem ver o que lhes é assegurado. A Ali Babá e cavaleiros (familiares e amigos do peito dos desvios) jaulas de segurança máxima(bem perto do nome...)para passarem férias bem legais sem ser preciso ir para hotéis famosos dá metrópole do Zé e nem para as zoropas.

  • 28/01/2017 às 09:57

    armando

    Essa notícia do arquivamento do triplex é conversa fiada. É uma notícia falsa. Os dias de liberdade do Molusco Cotó estão contados nos dedos. É somente questão de tempo.

  • 28/01/2017 às 08:57

    Angela Lima

    Para todos e todas que hoje fazem papel de idiotas e fazem chacota com o estado de saúde da ex-primeira-dama. Ah, não sabem quem é Hildegard Angel? Consultem a web! HILDEGARD ANGEL DIZ AS PALAVRAS QUE PRECISAM SER DITAS SOBRE MARISA Por Hildegard Angel, em seu blog Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de “a Cara” por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À “companheira” número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E – pior de tudo – os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve. Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a “mudez”, a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que “eles” queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom? Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e as brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar “emergentes” metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo “arrodeado” de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil. Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor! Cobraram de Marisa Letícia um “trabalho social nacional”, um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam. Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece. (Publicado no 247.acesso:28/01/2017)

  • 28/01/2017 às 08:24

    Cícero lira

    Tião estou gostando desse seu jeito de escrever, ao tempo que informa também torna a matéria, a informação divertida.... Parabéns Abraços do Vereador CÍCERO LIRA de São Sebastião do umbuzeiro PB...

  • 28/01/2017 às 07:27

    Abraão Beltrão

    -Alto? -Sóbrio!

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