Querem dar diploma de Cidadão Paraibano ao general Mourão que nunca, sequer, pisou na Paraíba

O general Mourão, que querem transformar em Cidadão Paraibano, nunca botou os pés no Nordeste. Na sua longa vida militar começada em 1972, sempre atuou no Sul e no Norte, jamais por aqui. Sequer visitou um quartel em Cruz das Armas ou no Planalto de Santa Rita.

Dizem que a Cidadania se dá a quem, de um jeito ou de outro, fez alguma coisa pela terra que o homenageia.

Quando não é por isso, é por bajulação mesmo.

Veja a vida pregressa e atual do general e diga se ele merece o diploma de Cidadão da Paraíba:

De ascendência indígena,[5] Hamilton Mourão é filho do general de divisão Antonio Hamilton Mourão e de Wanda Coronel Martins Mourão (ambos amazonenses). Foi casado com Ana Elisabeth Rossell Mourão desde 1976, com quem teve dois filhos: Antônio e Renata. Viúvo em 2016, casou-se dois anos depois com Paula Mourão.

Carreira militar

Ingressou no Exército em fevereiro de 1972, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) onde, em 12 de dezembro de 1975, foi declarado aspirante-a-oficial da Arma de Artilharia.[1]

Em seguida obteve cursos de formação, de aperfeiçoamento, de altos estudos militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e do Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército, além dos cursos básico paraquedista, mestre de salto e salto livre, também possui o curso de guerra na selva.[1]

Durante sua vida militar, foi instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras, cumpriu Missão de Paz em Angola – UNAVEM III – e foi adido militar na Embaixada do Brasil na Venezuela. Comandou o 27