
Miguel Lucena
O jornalismo brasileiro se despede de um de seus grandes nomes. Zuenir Ventura deixa uma obra marcada pela sensibilidade, pelo compromisso com a memória e pela capacidade de transformar os acontecimentos do cotidiano em literatura.
Autor de 1968: O Ano que Não Terminou, Zuenir mostrou que a história não se encerra nas páginas dos livros. Continua viva nas ruas, nas lembranças e nas gerações que vêm depois.
Tive o privilégio de estar com ele e com Zezé, minha companheira e então deputada baiana, na Caravana da Cidadania, liderada por Lula, em 1994, pelo interior da Bahia. Guardo na memória aquele encontro, em meio a uma jornada de esperança, descobertas e contato direto com o povo brasileiro.




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