Vavá da Luz tem 80 anos, já viveu tudo o que poderia viver, viajou pelo Brasil e pelo mundo,é um homem internacional, uma figura para quem tiro o chapéu sem temer contestação.
Vavá poderia estar em Paris, em Nova York, no Rio de Janeiro ou em Tóquio, de casa montada, emprego farto, mordomias mil, mas preferiu o seu amado Ingá do Bacamarte, terra da sua nascença, xodó da sua vida.
E lá deu vida ao que estava morto.
A Pedra do Ingá não era nada sem Vavá, hoje é cobiçada porque Vavá fez dela gente.
O que Vavá mais deseja é viver em paz com a sua Pedra.
Mas tem quem bote o olho grande em cima do sucesso dos outros e queira atrapalhar o que está dando certo, interferindo inclusive em coisas miúdas, detalhes sem importância, mincharias. Na falta de coisa grande para mexer, mexe-se no que encontra pela frente. Só pode ser isso.
Esse não é o prêmio ao qual Vavá faz jus pelo muito que deu à terra natal.
Pensem nisso, façam justiça, respeitem Vavá da Luz!




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