As primeiras do dia
Começo as primeiras com essa opinião do desembargador José Ricardo Porto, presidente eleito do Tribunal de Justiça da Paraíba. E faço isso porque assino embaixo do que está dito:
“Na vida, é preciso ter posição! Não podemos viver em cima do muro, escondidos atrás da neutralidade ou do cômodo “não quero me meter”. A história cobra atitudes e respeita quem tem coragem de assumir suas convicções. Defender ideias com inteligência, serenidade e firmeza, nunca com arrogância. Afinal, ficar em cima do muro também é uma escolha – e nem sempre a melhor”.
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O deputado Diego Tavares disse que o governador Lucas Ribeiro já superou o ex-governador João Azevedo. O elogio pode até não objetivar a separação dos dois, mas dá a entender isso. João é vaidoso e com certeza não deve ter gostado. Mas eles são grandes e, como grandes, que se entendam.
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O brejo é uma eterna festa. Depois dos bregas de Areia e dos Caminhos do Frio, começou o “Raízes do Brejo” que tem por objetivo mostrar o que o brejo tem em comida, folclore e quitais.
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Só sei que o brejo é bom em cachaça. De lá vem a insuperável Rainha, a melhor de todas Serra Limpa,a Boa do Brejo dos conterrâneos filhos de Cícero Cordeiro, a Matuta que é muito ótima demais, a Triunfo preferida de Zé Euflávio e assim por diante.
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Se você pender para Alagoa Grande, dará de frente com a premiadíssima Volúpia, em Serraria também se faz a Cobiçada e em toda a região só cachaça de primeira, nada de Papuda, aquela que afina o pescoço, cresce o bucho e incha o mocotó.
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Está havendo uma verdadeira guerra de pesquisas. E para todos os gostos. Isso pode animar o eleitor, mas causa uma confusão cachorro da moléstia. E esse empate técnico é de lascar o cano.
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Até lembrei daquele policial de Campina Grande que foi conhecer São Paulo e ao descer na rodoviária com um trinta e oito na cintura, recebeu a abordagem.
-Polícia! -, gritou o de lá.
E o de cá, na bucha:
-Empatemo!”
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Está ficando um primor de beleza o edifício do Tribunal de Justiça.
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Só falta recuperar o prédio da Faculdade de Direito para tudo ficar muito lindro dimaiz.
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Falar em prédio, a Academia de Comércio pede socorro.
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Cercaram o Pavilhão do Chá com grades de ferro.
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Até gostei, mas soube que a coisa foi embargada.
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Do jeito que estava era pior.
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Sem tetos dormiam no chão do Pavilhão, um horror.
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Passei pela Praça João Pessoa, a mais importante da cidade. Vi formigueiros por todos os lados.
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E muitos bancos quebrados.
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Nossas praças já foram lindas.
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Hoje precisam de cuidados.
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Nem a da Independência escapa do abandono.
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Não pode.
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De jeito nenhum.
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Eita Edson Vidigal Filho, hoje é sexta.
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Cuidado com o mé, com o moté e com as muié.
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Inté.

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