O amor é lindro

“Entre tapas e beijos…”

21 de fevereiro de 2026

O sábado amanheceu sem nuvens, sem nuvens continuou, céu limpo, azul anil, os bares cheios, reencontros, abraços, beijos, coisa lindra de se ver.

Cíço sorria de orelha a orelha vendo Cassim chegar. “Ali está o futuro governador”, saudou o filho de Ronaldo. Cíço não se conteve, tascou um beijo na face de Cassim chega o estralo se ouviu no mercado de peixe de Tambaú.

Na platéia, os amigos de outrora e os recém chegados. Deu pra ver Irapuanzinho, feliz e sorridente, não sei se Euflávio estava lá, certamente que sim já que frequenta assiduamente o Última Estação onde se deu o encontro.

Antes da chegada do ex-governador, comentava-se sobre o discurso do jovem postulante, principalmente a parte onde assegurava que na volta dele ninguém batia em mulher. Diziam que a afirmativa não pegou bem entre alguns apoiadores. E que os bastidores ferveram. De Sousa a Campina, literalmente.

Ver a festa eu não vi, estava recolhido aos braços de morfeu depois de uma esticada ao Zé Américo para o tradicional cuscuz com bode guisado e café com leite. Hoje saiu suco de goiaba para ajudar na descida. Pouca gente, apenas eu, Bibiu e Tadeu. O resto viajava pelos mares bravios de Jacumã sob o comando do capitão Gaudêncio.

No mais, vamos que vamos, bora que bora, com peido ou sem peido, se bem que o peido de Bayeux, conforme se assegura, não saiu voluntariamente, era spray de bufa fabricado na farmácia de Meu Santo.

Em tempo: Esse negócio de gozar na cueca é complicado. Mas o homem entende de medicina e por isso passa.

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