Conheci Sávio Rolim há cinquenta anos, quando me enfronhava no jornalismo e ele visitava a reportagem de A União para jogar conversa fora. Por esse tempo ele já deixara de ser famoso, o menino de engenho se perdera nos escaninhos da vida, sobrara Sávio, um bom sujeito, sem eira nem beira.
Hoje eu me deparo com a notícia da sua morte. Gutemberg, da mesma terra de Sávio, deu a notícia. E até fiquei sabendo que ele era mais novo do que eu, tinha apenas 72 anos.
Que o novo mundo seja menos perverso para esse menino de engenho que um dia sonhou em ser astro de cinema.




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