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Cadê a “gaita”? Produtora garante que não viu nem o azul dos R$ 60 milhões que Flávio recebeu do Master para o filme do pai

14 de maio de 2026

A produtora cinematográfica Go Up Entertainment, responsável pelo longa-metragem “Dark Horse” (sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro), afirmou categoricamente em nota oficial que não recebeu nenhum recurso financeiro de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. [1, 2]

A declaração da produtora ocorreu em maio de 2026 e contradiz diretamente a versão dada pelo senador Flávio Bolsonaro, que admitiu ter negociado patrocínio com o banqueiro para a conclusão do filme, mencionando inclusive parcelas atrasadas. 

A Goup Entertainment declarou que “não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário” entre os financiadores do filme.

Flávio Bolsonaro confirmou em áudio ter conversado com Vorcaro sobre um aporte de US\( 24 milhões (cerca de R\) 134 milhões), mas a produtora insiste que esse dinheiro não entrou na produção.

O ex-secretário de Cultura e produtor executivo do filme, Mário Frias, também negou ter recebido recursos de Vorcaro, afastando o senador da gestão direta do filme.

Onde estaria o dinheiro? O vazamento de áudios sugeriu que R$ 61 milhões teriam sido liberados entre fevereiro e maio de 2025, levantando dúvidas sobre o destino dos recursos citados, dado que a produtora nega o recebimento.

A produtora ressaltou que o projeto é uma produção privada e que sua estrutura de capital é confidencial, mas reafirmou a ausência de ligação com Vorcaro. 

 

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