O amor é lindro

“Só sei que foi assim!”

9 de setembro de 2026

Esse moído do Supremo, com Mendonça afastando o diretor da Polícia Federal e Flávio Dino botando ele de volta, me lembrou o acontecido com finado Dé Galdino nas pedras da Pichilinga do Açude Velho de Princesa.

Lá estávamos esquentando sol depois do banho e Dé pôs-se a brincar com os mosquitos que invadiam a cabeça de sua, como direi, rola.

O mosquito aterresivava, Dé fechava o couro da dita cuja sobre o voador e gritava “teje preso!.” Depois abria a “porta” da “cadeia” e liberava o mosquito, enquanto determinava: “Teje solto”.

Foi assim, na brincadeira, sem prestar muita atenção, até que lá na pista de aterrissagem sentou um maribondo, daqueles do ferrão preto.

Dé deu a fechada, gritou “Teje preso!”, o maribondo meteu o ferrão e Dé, abriu o couro e soprando para aliviar a dor, gemeu alto: “Teje solto, teje solto, teje solto!”

Não sei porque me lembrei disso, mas, como diria Chicó, “só sei que foi assim”.

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