Começou mais cedo do que se esperava, o governador ainda está no cargo, só sai em abril, se sair, mas os focos de insatisfação começam a rebentar, prefeitos, deputados, gente do interior reclamam do tratamento dispensado por João e pelos que o rodeiam quando das audiências em Palácio. Um exemplo é o prefeito de Caldas Brandão, ele está no vídeo que abre a coluna. Assistam.
**
O Tribunal de Justiça da Paraíba manteve a inconstitucionalidade do artigo 62 da Lei 166/2024 (Lei de Uso e Ocupação do Solo do Município de João Pessoa). O referido artigo alterava a forma dos cálculos dos gabaritos – altura das edificações na orla marítima – permitindo construções de prédios acima dos limites estabelecidos na Constituição da Paraíba.
**
Por sua vez, considerou constitucionais os demais artigos da dita norma. Na verdade, toda a celeuma foi criada pela introdução astuciosa e adredemente planejada do artigo 62 da Luos.
**
O desembargador Márcio Murilo considerou o artigo um “jabuti inserido na Lei. Já o desembargador José Ricardo Porto afirmou que era um jacaré engenhoso para legalizar as edificações já consideradas ilegais em várias ações manejadas pelo Ministério Público.
**
Jabuti ou jacaré, a esperteza engoliu os espertos, como proclamava Tancredo Neves em situações em que os “sabidos” davam com os burros n`água.
**
O ex-vereador Tavinho Santos acha que abriram um precedente na Lei do Uso do Solo, o poder econômico venceu e num futuro próximo a sociedade vai sentir. Segundo Tavinho, “ninguém pensou no colapso da mobilidade urbana, que já estamos sentindo hoje, imagine no Futuro.”
**
Ele, que já presidiu a Câmara, recorda que os corredores existentes hoje foram da época do prefeito Osvaldo Trigueiro, e muitos anos depois com Ricardo Coutinho. E atocha: “Imaginem a questão do saneamento básico que também está no colapso. Em 2008 eu fui o responsável pela revisão na época do Plano Diretor, e a pressão também existiu, mas resisti e a legislação foi mantida.”
**
O eleitor sempre foi sábio, mas de vez em quando toma um chá de burrice. Tavinho era pra estar na Câmara Municipal.
**
O advogado Walfrido Waerde deixou de patrocinar o poderoso Daniel Varcaro, proprietário do Banco Master. Segundo a jornalista Andréa Sadi, o causídico não concordou com a possível delação de Vorcaro. Se isso acontecer, dignitários da República estarão expostos sem dó e sem piedade. A Papuda vai ficar bastante agitada. Vamos aguardar, quem tem tempo não tem pressa.
**
Adriano Galdino tem manifestado interesse em disputar uma das vagas do Tribunal de Contas destinadas ao Poder Legislativo. Acontecendo essa situação, Felipe Leitão assumirá a Presidência da Assembleia. E agora, José, José para onde?
**
O ex-governador Ricardo Coutinho chamou o governador João Azevedo para um debate sobre a situação que ele deixou a Paraíba e a que João vai deixar.
**
Seria o debate mais assistido da história recente do Estado.
**
Em Balneário Camboriu e em toda Santa Catarina foram vistas pessoas de direita chorando com os resultados do Enem 2025. Das oito notas 1.000 na redação, sete foram do Nordeste e nenhuma do Sul. Mais uma vez o “povo pobre e analfabeto” arrochou o nó. Lembrando que Santa Catarina tem 35% de pessoas que são analfabetas funcionais.(De Ulisses Barbosa)
**
Os Ribeiro rifaram Mersinho Lucena do comando do Progressista em Cabedelo.
**
É guerra.
**
Do pescoço pra baixo, tudo é canela.
**
E quem não aguentar, corra.
**
A paz voltou à Cajazeiras. A prefeita Corrinha negou o rompimento com Zé Aldemir e garantiu seu apoio ao grupo. Aleluia.
**
Gervásio Maia, Polyana, Jhony Bezerra e Ricardo Barbosa procuraram Cida Ramos pedindo para se filiarem ao PT.
**
Cida está analisando.
**
Todos são petistas de carteirinha, nasceram trabalhadores.
**
Roberto Paulino diz que continua no MDB mas não votará em Veneziano para o Senado, vai de João Azevedo e Nabor.
**
Pense numa fidelidade!
**
Com essa eu me vou-me a mim.
**
Inté.




1 Comentário
Delação premiada para quê? Fazer teatro? Se não serve para nada, que o diga as do Antonio Palocci, Livania Farias, aliás a única que valeu foi a do Mauro Cid, por questões políticas.