Uns dizem que é golpe de marketing, outros acreditam piamente que Cícero vai continuar prefeito, pelo sim, pelo não, o melhor é esperar a quinta-feira para tirar isso a limpo. Pela cara dele e pelo sorriso de Leo, acho que vai continuar tudo como antes no quartel dos Abrantes, mas não custa nada aguardar e fazer as apostas para ver se a mega sai ou se vai acumular.
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Quem conhece Cícero de perto, não possui dúvida que ele deixará o cargo de prefeito de João Pessoa para disputar o Governo do Estado. Decisão tomada na forma prego batido, ponta virada.
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Um cicerista de carteirinha informa que essa suposta indecisão é um jogo astuto de marqueteiro, deixar Cícero na mídia para no dia dois proclamar: “pelo povo da Paraíba, não fico! Saio para ser candidato para atender à convocação insistente e carinhosa do povo paraibano!” E o povo, bode respiratório no dizer do saudoso Juraci Pedro Gomes, colocanrá ele nos braços e sairá pelas ruas, rindo de felicidade.
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Quem viver,verá.
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Já por outro lado, circula versão que Cícero só será candidato se o vice-governador vier de Campina Grande. Cícero só aceita dois nomes: Romero Rodrigues ou Pedro Cunha Lima. Os dois já descartaram reiteradas vezes o desejo de não participar da chapa na condição de vice-governador. Inclusive com a chancela de Cássio Cunha Lima em relação ao seu filho.
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Cássio teria confidenciado a um grupo de zap zap que Pedro ficaria em casa tocando violão.
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Uma alma indiscreta que fazia parte do grupo vazou o comentário do amigo e o mundo pegou fogo.
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A imprensa diz que Cássio, chateado, abandonou o grupo.
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O entorno de Cícero destaca que sem um dos dois na chapa fica inviabilizada a campanha. Na avaliação do grupo pensante de Cícero, as opções apresentadas são cacarecos, no dizer do saudoso Wilson Braga.
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De certa mesma é a saída de João Azevedo. Já se despediu dos assessores, deu o derradeiro passeio pelos corredores palacianos como governador e se considera eleito para o Senado.
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Resta saber como estará o clima depois de quinta-feira, quando a caneta bic cheia de tinta passará às mãos de Lucas Ribeiro.
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E a turma dos cargos, doida para saber quem fica e quem sai.
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Num clima eleitoral de reeleição, poucos sairão. Mas depois de janeiro, caso Lucas seja reeleito…
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Saindo de cá e viajando pra lá, de lá vem uma informação: a de que Eduardo Bolsonaro teria dito que quem da direita não apoia Flávio pratica o remo inglês.
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O pobrezinho do Malafaia está pedindo ajuda aos fiéis para trocar de avião.
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O atual está velhinho, é da década de 80.
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Coitado do PSB, partido gigante que virou anão na Paraíba. Os candidatos da nominata apresentada são mais fracos do que caldo de bata. Até Gervásio saiu, virou comunista.
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Falar em Gervásio, parece que ele terá novo encontro com Ricardo Coutinho.
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E o PL de Tabata Amaral que torna criminoso quem criticar Israel! Isso mesmo, se o PL for aprovado, o brasileiro pode meter a macaca no Brasil, em Lula e em quem quiser, mas se falar mal de Israel vai pra cadeia.
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E pensar que Luiz Couto é um dos subscritores do tal projeto.
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Até tu, Couto!
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PP virou partido da moda, todo mundo está correndo pra lá, Aguinaldo, com perspectiva de poder, se transformou no objeto de desejo dos políticos.
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Vai inchar.
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Nabor, caladinho, se mexe para emplacar a filha como vice de Lucas.
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E confessa: se isso acontecer, pode até abandonar a candidatura.
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Mas vai ficar aguardando até o dia quatro.
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“Não sei se vou, não sei se fico, se fico aqui, se fico lá…”
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E começou mais um dia.
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inté.




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