Miguel Lucena
Independentemente de Nicolás Maduro ter sido eleito em pleito duvidoso ou de oprimir o próprio povo, a invasão de um país por outro, sem guerra declarada, é uma afronta direta ao direito internacional. Não há verniz humanitário que oculte o velho expediente do império: trocar discursos por tanques, princípios por petróleo.
A intenção de Trump jamais foi libertar venezuelanos. O alvo é outro: as jazidas, o subsolo, o mapa mineral. A ocupação serve ao saque, à pilhagem travestida de missão civilizatória, sob as bênçãos de agentes políticos submissos que confundem soberania com servidão.
E o pior vem de casa. Pululam nas redes brasileiros que se dizem patriotas, pedindo que o mesmo invasor atravesse nossas fronteiras. Como o velho Mané Sinhô nu, perdido no deserto, de bunda para cima, clamam sem pudor: “Trump, me invada!”. É o patriotismo às avessas — bandeira no peito, joelhos no chão, e a dignidade entregue em leilão.




2 Comentários
O que me chama atenção são esses estudiosos do Direito Internacional, falar em violação do Direito Internacional, se esse Maduro, torturava, matava, fazia miséria e ninguém, falava em violação do Direito Internacional ou só vale para um lado? Acho que só loucos para apoiar guerras, mas qual a única forma de se retirar do poder um Ditador? A ONU, não serve para nada. Países como o Brasil, que deveria pressionar o Maduro por eleições livres, fizeram foi dar apoio. Então, é doloroso, mas foi oportuna essa Operação Americana. Um Ditador a menos no Mundo.
DESDE OS PRIMÓRDIOS A HISTÓRIA REGISTRA A FIGURA DO TRAIDOR, UMA DAS SETE PRAGAS DO MUNDO. TAL E ODIOSA FIGURA É INDISPENSÁVEL PARA O SUCESSO DOS INIMIGOS DAS NAÇÕES NAS INVESTIDAS CONTRA OS PAÍSES. JÁ SE COMENTA QUE MADURO E A PRÓPRIA VENEZUELA FORAM VÍTIMAS DE TAL CORJA. A MINHA OPINIÃO EM RELAÇÃO ÀS TAIS E QUAIS PERSONAGENS, EM TERMO DE SOLUÇÃO, NÃO É PUBLICÁVEL PARA NÃO SER INSERIDA NA CHAMADA APOLOGIA AO CRIME, TODAVIA ESSA CLASSE NÃO MERECE NENHUMA PIEDADE SEJA DO ESTADO LEGAL OU FORA DELE. QUEM NÃO GOSTAR E FOR DA MESMA LAIA, QUE PONHA A CARAPUÇA!