Terça-feira, 3 de novembro de 2026 Texto
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Cultura

Bolsonaro soldador

Miguezim de Princesa

I

Bolsonaro foi mexer,
Só por curiosidade,
Na pulseira da canela,
Ver se tinha roça ou cidade
Ou talvez para defesa
Alegar insanidade.

II
Pegou uma máquina de solda
E começou a queimar:
Queimou a parte de fora,
Mas, quando ia perfurar,
O alerta disparou
E não parou de tocar.

III
O agente Waldemar
Informou ao delegado,
O delegado a Xandão
E este, já arretado,
Mandou prender Bolsonaro,
Porém sem ser algemado.

IV
Na PF, Bolsonaro
Explicou seu proceder:
Estava sem fazer nada,
Enjoado da tevê,
Com a mulher viajando,
Ele quis furar pra ver.

V
Se dentro daquela peça,
Tinha agente e delegado,
Espiões de todo tipo,
Promotor e magistrado,
Ou, como última esperança,
Se tinha um cabo e um soldado.

VI
Veja só o resultado:
Veio a polícia e o levou,
Ninguém no mundo morreu,
Só meia-dúzia chorou,
Pois a vida continua
E o Brasil não se acabou.

Comentários 1

  1. O cara tava “tontão”, tentou violar o equipamento nos 4 lados e não sobrou nenhum arranhão na canela. A mentira desse sujeito não se sustenta.

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