Eilzo nem inchou direito dentro da cova e os urubus já fazem fila querendo sentar na sua cadeira. Coisa absurda, falta de respeito, um comportamento que nada tem a ver com quem se diz intelectual, letrado e candidato à imortalidade.
O despudor é sem tamanho, os “candidatos” não escondem a fome pela fama, divulgam currículos, mostram comendas, não esperam que outros exaltem suas qualidades, eles mesmos as enumeram numa demonstração de imodéstia que beira ao ridículo.
Soube que até da Guatemala chegou correspondência de intelectual se oferecendo para ocupar o lugar que, até a semana passada, foi de Eilzo, este sim, um homem correto, um intelectual na exata expressão da palavra, um cidadão do mundo, escritor de mão cheia.
Seria tão difícil aguardar que secassem as lágrimas dos que choraram por Eilzo Matos?




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