A possível supressão de uma expressiva área de Mata Atlântica na entrada de Bananeiras, destinada à implantação de condomínio residencial, provocou forte reação no município. O Ministério Público da Paraíba acompanha o caso, por determinação do procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans. A apuração está sendo conduzida pela promotora Airles Kátia Souza, com o apoio da promotora Cláudia Cabral.
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O Blog do Tião Lucena foi o primeiro a manifestar publicamente preocupação com a possível devastação da Mata Atlântica na área. A partir daí, o assunto ganhou grande repercussão e passou a mobilizar praticamente toda a cidade. Ontem foi um dia de intensas reuniões, conversas e tratativas entre moradores. Sudema e Ibama, a primeira devidamente acionada pelo advogado Cícero Lima, estão sendo mobilizados para esclarecer as autorizações e os possíveis impactos ambientais.
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A mobilização chegou também à Câmara Municipal, onde o vereador Irajá da Saúde articula reunião para debater o caso. Moradores organizam ainda uma manifestação em defesa da mata e esperam que nenhuma intervenção irreversível aconteça antes da completa apuração dos fatos. Para Bananeiras, preservar aquela vegetação é proteger sua paisagem, sua história e sua própria identidade.
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O poeta, escritor, articulista, advogado e delegado de Polícia do Distrito Federal, Miguel Lucena, confessa em artigo publicado em O Norte e no Planalto em Pauta: “Em mais de duas décadas de carreira como delegado de Polícia, nunca vi um tratamento semelhantes”, se referindo ao socorro a Daniel Vorcaro pelo ministro André Mendonça. “Vorcaro reclamou que se sentia intimidado e, rapidamente, o gabinete do ministro André Mendonça correu para socorrê-lo na Papudinha”.
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E questiona: “Experimente um pobre reclamar de intimidação numa delegacia ou no sistema prisional para ver se alguma autoridade judicial abandona seus afazeres e corre para protegê-lo com a mesma presteza”. Conforme Miguel, “para quem está embaixo, normalmente sobra formulários, filas, demora e indiferença”.
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No seu artigo, o delegado/advogado/poeta/jornalista e escritor afirma que “no caso Vorcaro, Mendonça parece ter ido além do papel de julgador, assumindo funções que lembram as de delegado e promotor e adotando medidas envolvendo ministros do próprio STF sem prévia deliberação do Plenário”.
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E conclui: “Fiquei com uma inquietante impressão: ao atropelar ritos e competências, Mendonça pode ter criado argumentos capazes de comprometer ou até anular partes da investigação. Se isso acontecer, quem poderá sair ganhando é Vorcaro, independentemente de quem tenha se relacionado com ele ou eventualmente praticado algum ilícito. No Brasil, às vezes, até o excesso de zelo pode parecer escolher classe social”.
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Não entendo a pressa dos bolsonaristas com o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Nem parece que, dia desses, se beneficiaram de R$ 130 milhões dados por Vorcaro para o filme sobre a vida do mito.
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Aliás, esse negócio de milhões virou café pequeno em Brasília. Tudo é de milhão pra cima.
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Enquanto isso, os pobrezinhos que moram nas áreas menos afortunadas, lutam para equilibrar as despesas do mês com o salário mínimo de R$ 1.620.
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Estes só vêem carne quando vão mijar. E olhem lá.
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Pix Bet suspensa no Brasil inteiro.
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E obrigada a pagar multa de R$ 47 milhões.
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É dinheiro de rodo.
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Cícero aguarda o final do julgamento pelo TRE. O placar está dois a um para o Caboquim.
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Cida Ramos cobra o afastamento do ministro Alexandre de Moraes. Agora o ministro cai.
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Ouvi dizer que em determinada Prefeitura do interior quem tem voz e vez são os agiotas.
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Viuge!
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Com essa eu me vou-me a mim.
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Inté.




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