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As primeiras do dia

29 de abril de 2026

Recebo logo cedinho o recado de Efigênio Moura: é candidato à APL, vai disputar a eleição, está disposto a bater chapa, quer se tornar imortal. Para mim, imortal ele já é. Tem trajetória, livros publicados, sabe escrever, tem bagagem intelectual e é lá de nós, do interior, da querida Monteiro, terra de Seu Pinto, o poeta maior, de Jansen Filho, outro grande poeta, de homens guerreiros como Santa Cruz e de Flávio José, o cantador que enternece os corações.

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Pena que não vote, se votasse, seria nele. Qual Academia não se sentiria na glória tendo Efigêncio como membro? Pois a da Paraíba tem a chance de  contar com ele, basta querer, votar nele, elegê-lo.

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Durval Ferreira tirou licença pela primeira vez da Câmara, e o fez sem vencimento, coisa bonita de se ver. Que o seu gesto sirva de exemplo aos bestinhas de outros parlamentos.

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Mô Lima, vereador, filho de Pinto, tem todo o direito de votar em quem quiser, mas não fica bonito cuspir no prato que encheu seu bucho. Essa de dizer que “se não fosse Diogo seria o cachorro de Cássio”, foi, digamos assim, muito duro porque dito por quem, até dia desses, chamava Cícero de “segundo pai”.

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Como bem lembra um amigo de boas conversas e madrugadoras confidências,  a vereadora de Bayeux que foi alvo da Polícia Civil sob acusação de fazer rachadinha, não está sozinha no picadeiro do circo. Outros a antecederam e hoje são adorados e idolatrados pelos “esquecidos”. Segundo esse amigo, “rachadinha se tornou prática institucional”.

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Do desembargador José Ricardo Porto, arrancando a casca da ferida:

“No Brasil, o endividamento é tão corrosivo, pois quem comprava e não pagava, deixou de comprar. A solução é utilizar o fundo para aliviar esse aperreio”.

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O fundo alivia de verdade.

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Isso quando não entope.

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A mana Nininha fez cirurgia do coração, está bem e deve receber alta ainda hoje. Voltar ao sertão ainda não. Vai descansar na sua bela vivenda do Jardim Cidade Universitária, cercada pelo carinho dos irmãos.

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Pegou mal essa de Inácio Falcão pedir auxílio funeral ao governo, embora gestos desse tipo não se constituam novidade. Certo tempo atrás uma senadora pediu ressarcimento pela compra de um sorvete.

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Malafaia, finalmente, realizou o sonho de se tornar réu no STF. Tanto se esgoelou que conseguiu.

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Por isso digo sempre, insista nos seus sonhos, eles um dia se tornarão realidade.

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E ontem a cidade de João Pessoa viveu novo caos. As chuvas quase cobriam tudo. Teve gente que perdeu carro, casas foram cobertas, João Pessoa quase afundou.

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Um problema crônico, desde que me entendo de gente a cantiga é a mesma.

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Igual a da perua.

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Campina sempre se queixou da falta de patrocínio do São João pelo Governo do Estado. Agora não vai se queixar mais. O governador Lucas Ribeiro liberou R$ 2,5 milhões para a festança.

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Com esse dinheiro eu ficava rico.

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São Pedro de Água Branco, famoso na região sertaneja, será animado por um tal de Jonas Esticado.

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A Prefeitura vai gastar R$ 1,2 milhão só com os cachês artísticos.

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É dinheiro de rodo.

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A chuva de ontem foi tão forte que nem os ônibus escaparam.

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Passageiros foram resgatados de botes.

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Só faltou peixe nadando.

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Cuidado, Queiroga, velho também é gente.

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Esse negócio de chamar Lula de octogenário pegou mal.

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Os velhinhos votam.

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E votam com gosto.

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Tem gente que se perde pela boca.

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Depois não diga que Santo Antônio o enganou.

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inté.

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