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O afastamento do prefeito de Cabedelo, Edvaldo Neto, criou um tumulto no âmbito de todos os segmentos da opinião pública da Paraíba. A primeira indagação que correu o Estado foi de críticas para a Justiça Eleitoral.
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Correu à boca miúda o seguinte: como se afasta do cargo o prefeito que obteve êxito para assegurar sua candidatura perante a Justiça de Cabedelo, junto ao TRE, em seguida perante o TSE, finalmente junto ao Supremo Tribunal Federal?
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Isso tudo e mais ainda, contabilize-se os custos com a realização da eleição, logística, preparação de mesários, segurança, enfim toda uma mobilização ao pleito.
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O TRE, através do Presidente Márcio Murilo, esclareceu que o afastamento do alcaide e outras providências foram determinadas pela Justiça estadual, ou seja, pelo Tribunal de Justiça.
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Sem querer entrar no mérito da decisão do TJ, essa providência deveria ter sido adotada antes do pleito dominical. Ora, dois dias após a eleição, fica evidente que os fatos e motivação já existiam, não se cria situações de gravidade em relação ao pleito 48 horas após sua realização, notadamente quando Edivaldo Neto estava interino no cargo por deliberação do TRE – aproximadamente por mais de cinco meses sem nenhuma molestação. A desorganização administrativa do Município continua sem solução. O povo, atônito, não consegue entender esse imbróglio jurídico. Cabedelo não tem sorte, só Deus na causa.
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Ainda a respeito de Cabedelo, recebi o seguinte entendimento de um curioso do Direito Eleitoral:
“A Constituição de 88 enfrentou de forma expressa a matéria no art. 79 e assegura, por simetria, que o vice-prefeito é o sucessor imediato em caso de IMPEDIMENTO temporário ou permanente do titular.
A regra consolida entendimento já adotado no caso de Tancredo Neves, sucedido por José Sarney antes da posse.
Assim, em Cabedelo, mesmo sem posse ou diplomação, não haveria impedimento pessoal, o vice deve assumir para garantir a continuidade administrativa”.
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O jornalista Dércio Alcântara publicou nas redes sociais que uma nova ação do Ministério Público está por vir. Ele não detalha a coisa, mas parece bem informado, afirma que envolve políticos e médicos e desvio superior a R$ 270 milhões.
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Ai Jisus!
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A CPI do crime organizado morreu sem aprovar o relatório final, que incriminava ministros do STF e passava a mão na cabeça dos criminosos.
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Que cousa!
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Diz a imprensa do sul que o erro maior do senador Alessandro Vieira foi transformar a CPI do Crime Organizado em CPI do STF.
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Viuge!
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Votaram contra o relatório os senadores Beto Faro, Teresa Leitão, Otto Alencar, Humberto Costa, Soraya Thronicke e Rogério Carvalho. A favor votaram Alesandro Vieira, Magno Malta, Eduardo Girão e Espiridião Amin.
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E não se fala mais nisso.
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E perdemos o simpático Jorge Blau Silva. Mais um, a fila anda, o time se apequena.
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Orai pro nós, Frei Damião!
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Também se foi Tia Beta, carinhosamente chamada assim pelas suas colegas de trabalho no Cendac.
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Ela tinha 93 anos.
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O povo anda muito morredor.
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Hoje será finalmente lançado o São João de Santa Rita.
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Aguardemos as atrações.
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Aposto como Roberto Carlos vai entrar na fila.
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O veim tá em todas.
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Ele, Xand Avião e os sertanejos.
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Como diz o intelectual Josinato Gomes, vamos debater. Enquanto isso, “estou indo embora, a mala já está lá fora…”
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Inté.




4 Comentários
[…] Link da fonte aqui! […]
O amigo observou que TODOS os senadores que votaram contra a CPI são de esquerda ou do PT?????
Conclusão, esse partido de sem vergonhas é sempre a favor da corrupção e da roubalheira!
E ainda tem gente “esclarecida” querendo que essa escória permaneça no poder.
É isso que eu acho impressionante!!!
O pior cego é o que não quer ver…
E quem votou a favor dos milicianos é grupos criminosos é da direita
SE AFASTASSE O PREFEITO ANTES DA ELEIÇÕES, JURISTAS DE ESQUINAS DE CADA CABARÉ ESTARIAM APRESSADOS EM DIZER QUE O OBJETIVO DO AFASTAMENTO SERIA PREJUDICAR A CAMPANHA.