Pairou no ar uma sensação de nem te ligo, o ambiente ficou carregado, algo muito estranho e de difícil identificação restou da convenção de ontem, quando o PT oficializou seu apoio ao governador Lucas Ribeiro e rendeu homenagens a João Azevedo e Nabor Wanderley, chamados de “nossos senadores” pelos que dirigiam os trabalhos.
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Não parecia convenção de um partido, mas a entrega de mão beijada, na bandeja, a um grupo em detrimento do outro.
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Tanto isso é verdade que o senador Veneziano, apoiador histórico do presidente Lula, homem de confiança do Governo Federal, não se sentiu à vontade para fazer discurso e foi embora de boca fechada.
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A mesma coisa fez o ex-governador Ricardo Coutinho, pré-candidato a deputado federal, que saiu junto com Veneziano e sem esconder de ninguém que não votará na chapa acolhida pela direção estadual.
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“Simplesmente não voto”, declarou Ricardo, ao mesmo tempo em que enaltecia o papel de Veneziano na defesa do Governo Lula.
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Como existem apenas duas vagas para o Senado e Veneziano e João seriam os candidatos de Lula, qual a explicação para a convocação de Nabor como o senador do PT da Paraíba, com direito a discurso?
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Um discurso, registre-se, ouvido em silêncio pelos petistas e com apupos de vaias por outros, sem nenhum aplauso, sem nenhum sorriso.
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Sobre o caso Veneziano, leia as considerações feitas por insuspeito observador:
“Na convenção do partido, Veneziano chegou ao lado do ex-governador Ricardo Coutinho e foi recebido com festa pela militância. O assédio foi tão grande que os dois quase não conseguiram chegar ao palco. Mesmo assim, a presença do senador foi inicialmente ignorada pelo locutor do evento.
Foi necessário que um assessor de Veneziano se aproximasse, puxasse o locutor pelo braço e pedisse que ele anunciasse a presença do parlamentar. Só então, de maneira discreta e em tom baixo, o nome de Veneziano foi registrado.
O episódio não pode ser tratado como simples falha de protocolo. Num evento comandado politicamente pela direção estadual do PT, ignorar justamente o senador apontado por Lula como seu representante na Paraíba é um gesto carregado de significado.
Cida Ramos pode ter suas preferências, alianças e estratégias internas. O que não pode é confundir divergência política com desrespeito institucional. Veneziano não estava ali como um intruso. Estava como aliado do presidente Lula, como senador da República e como liderança reconhecida nacionalmente pelo próprio PT.
A militância o recebeu. Lula já o reconheceu. Edinho Silva já o respaldou. Só faltou à presidente estadual do partido demonstrar a mesma grandeza política.
Quem cobra lealdade também precisa saber oferecê-la.(do PODERPB)”
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Consolida-se a cada dia a decisão do Republicanos de indicar Adriano Galdino como o vice de Lucas Ribeiro. Hugo Motta, por exemplo, não tem mais dúvida: O homem é Galdino e não se fala mais nisso.
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E Valber finalmente trocou o Cabo Gilberto por George Morais, mas garante que não briga com o antigo camarada.
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Que terá, segundo Virgulino, mais de 150 mil votos.
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Vou perguntar ao deputado quais serão as seis dezenas sorteadas da mega.
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Quero ficar rico.
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Chega de pobreza franciscana.
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Nesta sexta, reeleição de Sanny Japiassu na Presidência da Aspas, que é a Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba.
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A votação será encerrada às 17 horas e em seguida os associados comemorarão ao lado da presidente reeleita.
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Vai ser muito ótimo demais.
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Já está com o Ministério Público Eleitoral a lista dos fichas sujas que não poderão disputar as eleições deste ano.
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Aguarda-se a divulgação.
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Todo mundo lambendo o beiço de curiosidade.
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Inté.




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