Pesquisa ganha eleição? Eu respondo que ajuda a ganhar, mas às vezes ilude, deixa o favorito todo ancho e no final lhe dá um pitu. Exemplos temos muitos, vou citar alguns só a título de ilustração.
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Em 2014, a pesquisa dizia que Cássio Cunha Lima tinha 43 % contra 23 % de Ricardo Coutinho. Quando abriram as urnas, Ricardo apareceu com 52,6 por cento dos votos e ganhou a eleição.
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Veio a eleição de 2018 e o quadro era o seguinte: José Maranhão – 31 por cento, Lucélio Cartaxo 18 por cento e João Azevedo 17 por cento. João ganhou com 58,18 por cento.
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Em 2022 as pesquisas mostravam o governador João Azevedo com 32 por cento e Pedro Cunha Lima com 16. E o resultado foi bem apertadinho. João ganhou com 52,51 por cento e Pedro perdeu, mas conseguiu 47,49 por cento.
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A mais clássica de todas foi aquela boca de urna do Ibope apresentada pela Globo em 86 que dava Burity e Marcondes empatados. Na contagem dos votos Burity botou uma maioria de 300 mil sobre seu oponente.
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Isso não tira o favoritismo do governador Lucas. O jovem governador navega em mar de águas mansas e percebe-se o desespero tomando conta dos seus adversários. Mas é bom dispensar o salto alto, o já ganhou. A humildade continua sendo a grande arma para quem persegue a vitória.
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Ricardo Coutinho comandou carreata ontem em Guarabira. Carreata grande, enorme. Deve ser por isso que aquele moço que nunca passa de suplente, andou falando mal do ex-governador. Inveja, quando não mata, entorta.
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Aquele senhor acima do peso está atirando pra todos os lados e, achando pouco, começou a se auto elogiar. E eu me lembrei do saudoso ex-deputado Aloysio Pereira, que dizia, nas conversas amenas do cafezinho do Manaíra: “Quando o sujeito é bom, não precisa ele mesmo dizer que é. Não faltará quem o diga.”.
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O véi da Havan foi proibido pela Justiça de fazer manifestações políticas nos interiores de suas lojas.
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O véi da Havan é incorrigível.
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Os advogados dos candidatos em desvantagem nas pesquisas estão procurando a justiça para combatê-las.
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Quando estão na frente, acham bom, quando não estão…
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É a guerra.
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Que só termina dia 4 de outubro.
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Depois das cinco da tarde.
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Uns vão sorrir, outros vão chorar.
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Zeca Pagodinho anunciou o voto em Lula.
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E Jackson Alvino, de Santa Rita, trocou Vené por Nabor.
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Eu quero é novidade.
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Já dizia finado Gominho: “O que fazer para amaciá um coração gerenciá?”
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Mas eu continuo achando que essa eleição está mais para Argemiro de Figueiredo do que pra José Américo.
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Embora João Agripino venha reagindo.
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E Pedro Gondim mordendo o mocotó do favorito.
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Eita gota serena!
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É hoje que a muda fala.
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O jegue rincha.
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E o peido avoa.
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Inté.




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