As primeiras do dia

O delegado Lucas Sá não pediu desligamento da Polícia Civil como apressadamente noticiou conhecido repórter policial e embarcaram na mesma canoa de açude outros que, com preguiça, pescam as notícias dos outros e as reproduzem sem ao menos verificar a procedência.

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Na verdade, o delegado Lucas Sá informou que está doente e, por conseguinte, entrando de licença médica.

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Já apresentou atestado e encaminhou o documento à Junta Médica do Estado, encarregada pelo deferimento, ou não, da licença pretendida.

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E o resto é bagaço que a porca chupa.

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Meus amigos, estou incrive! A equipe do presidente Bolsonaro não fala inglês e, segundo noticias diretamente de Davos, usou o Google tradutor para colocar em português as coisas que eram ditas por lá. Resultado: traduziram tudo errado.

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Pescado do Vitrine do Cariri:

“A pequena participação popular nos últimos eventos promovidos em Monteiro pelo Clube de Mães, entidade que serve de fachada para encontros políticos do Grupo Henrique, tem causado preocupação ao casal João e Edna Henrique.

O mais recente bingo organizado pelo Clube de Mães foi um verdadeiro fiasco, e, os frequentadores da “Casa Branca”, residência oficial do casal parlamentar, não escondem que o clima na família é de apreensão, principalmente diante da crescente aceitação do trabalho da prefeita Ana Lorena.

No comando geral do grupo a ordem é utilizar ao máximo os espaços da rádio comunitária pertencente ao casal para fazer oposição sistemática e radical à atual gestão municipal, como forma de tentar equilibrar o quadro político.

Na última eleição, João Henrique teve 10 mil votos a menos em relação a campanha de 2014 na Paraíba, e, em Monteiro, sua votação foi bem inferior do que a soma de Carlos Batinga e Romualdo Quirino, que foram candidatos apoiados pelo grupo que lhe faz oposição no município”.

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Viuge!

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Danou-se!

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Sendo assim, tá danado!

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Viuge de novo!

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Consequência da decisão atarantada de Bolsonaro, aquela de transferir a embaixada do Brasil para Jerusalém: A Arábia Saudita suspendeu a importação da carne brasileira.

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E aquele paletó atravessado do presidente!

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Entre os mais assíduos deputados federais às sessões da Câmara em 2018 , segundo lista da imprensa nacional,não consta nenhum paraibano.

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Levaram mais falta do que os alunos fujões de Dona Alice Maia.

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E eu vou dormir outra vez.

9 Comentário On As primeiras do dia

  • O Brasil tem 58 frigoríficos habilitados a exportar frango Halal para os países árabes , mas só 30
    exportam atualmente (agora só 25). Aparentemente, a medida tomada pela Arábia Saudita tem
    a ver com a inspeção sanitária feita por eles, em outubro passado.
    A carne exportada para os países arábes, seja bovina, caprino, ou frango, tem que ser abatida de
    acordo com os Rituais Islâmicos:
    A técnica de abate Halal é feita da seguinte forma:
    1- O animal deve ser abatido por um muçulmano que tenha atingido a puberdade. Ele deve pronunciar o nome de Alá ou recitar uma oração que contenha o nome de Alá durante o abate, com a face do animal voltada para Meca.
    2- O animal não deve estar com sede no momento do abate.
    3- A faca deve estar bem afiada e ela não deve ser afiada na frente do animal. O corte deve ser no pescoço em um movimento de meia-lua.
    4- Deve-se cortar os três principais vasos (jugular, traquéia e esôfago) do pescoço.
    5- A morte deve ser rápida para evitar sofrimentos para o animal.
    6- O sangue deve ser totalmente retirado da carcaça.

  • E CADA VEZ A COISA SÓ PIORA!

    DO LUÍ S NASSIF:

    Xadrez do elo perdido que liga Flávio Bolsonaro a Mariele, por Luis Nassif
    ter, 22/01/2019 – 18:58
    Atualizado em 23/01/2019 – 09:5

    Peça 1 – o suspeito-chave

    No “Xadrez do fim do governo Bolsonaro” montei um mapa mostrando uma série de correlações entre Flávio Bolsonaro, as milícias e a morte de Marielle Franco.

    Agora de manhã, foi deflagrada a Operação Intocáveis do Rio das Pedras, que visa uma das maiores milícias do Estado, entocada no Rio das Pedras. Segundo as primeiras informações, se teria chegado ao Escritório do Crime, braço armado da organização especializado em assassinatos sob encomenda.

    Foi detido o Major Ronald Paulo Alves Pereira, um dos grandes assassinos mantidos na Policia Militar do Rio. Ele foi o responsável pela Chacina da Vila Show, sequestro e assassinato de quatro jovens que saíam de uma festa.

    Ronald passou em um concurso para a PM, foi considerado inapto no exame psicológico, por “demonstrar irritabilidade e onipotência”, segundo o laudo, o que indicaria um perfil incompatível com a função. Conseguiu entrar graças a uma liminar obtida em 1995. Um mês após a chacina, recebeu uma moção de louvor do então deputado Flávio Bolsonaro.

    Mas o personagem-chave na saga das milícias é o Capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como o chefe do Escritório da Morte, grupo especializado em execuções sob encomenda, e também preso na operação.

    É mais grave que isso.

    Há pelo menos seis meses a equipe que investiga a morte de Marielle Franco tem convicção de que foi ele o autor dos disparos que mataram a vereadora. Demorou-se mais tempo que o normal nas investigações depois que a equipe se deparou com as ligações do capitão com o gabinete de Flávio Bolsonaro, filho de Jair. As menções a figuras políticas influentes que impediriam as investigações não se referiam a meros vereadores, deputados ou políticos do PMDB. Era a uma força maior. Daí o nome da operação: Os Intocáveis.

    Redobraram-se os cuidados para alicerçar a denúncia em provas irrefutáveis. Se, hoje, houve a prisão de Adriano Nóbrega, provavelmente é porque as provas foram consideradas consistentes.

    Na operação foi detido também o contador da milícia e apreendido o cofre forte que guardava toda a documentação das operações – incluindo pagamentos de subornos.

    E aí se entra no maior imbróglio político das últimas décadas.

    Peça 2 – o mapa das correlações

    Vamos a uma pequena atualização do mapa anterior, à luz de novos fatos.

    No episódio do assassinato de Marielle Franco, aparecem três personagens centrais:

    * Vereador Marcelo Siciliano, apontado como o homem que encomendou a morte de Marielle.
    * Zinho, chefe de milícia, detido na Operação Quarto Elemento, e apontado como a pessoa que acertou com o assassino.
    *Capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, principal suspeito de ter sido o assassino.

    Até agora, aparecem as seguintes correlações com os Bolsonaro
    Marcelo Siciliano à Michele Bolsonaro.

    O vereador foi autor de lei autorizando a construção de um templo de cinco andares da Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, frequentado pelo casal Jair Bolsonaro, depois que Michele rompeu com o pastor Silas Malafaia. O guru do casal é o pastor Josué Valandro Jr. Foi lá que Jair apareceu, logo após as eleições, orou, ficou de joelhos, chorou e atribuiu a vitória a Deus, segundo reportagem da Folha.
    Capitão Adriano à Flávio Bolsonaro à Fabrício Queiroz

    O Capitão Adriano foi um dos homenageados por Flávio, nas moções periódicas que dedicava a militares violentos. Mais grave: a mãe, Raimunda Vera Magalhães, e a esposa do Capitão Adriano, Danielle Mendonça da Costa Nóbrega, conforme revelado pela operação, eram funcionárias do gabinete de Flávio.

    Há mais coincidências incômodas. Segundo reportagem de O Globo, Raimunda é sócia de um restaurante localizado na rua Aristides Lobo, no Rio Comprido. Ele fica em frente à agência 5664 do Banco Itaú, na qual foram realizados 17 depósitos em dinheiro vivo na conta do motorista Fabrício Queiroz.

    Uma nota na coluna de Lauro Jardim, de O Globo, diz que, no período em que se escondeu da imprensa e do Ministério Público Estadual, Queiroz se abrigou no Rio das Pedras, totalmente dominada pela milícia que comanda a região, alvo da Operação Os Intocáveis.

    Segundo reportagem de 26/10/2018, de O Globo, os milicianos dominam completamente o Rio das Pedras . Cobram pela água, pelo estacionamento, cobram taxas de segurança. Antes, a taxa era cobrada apenas do comércio. Agora, é de toda a população.
    Fabrício Queiroz à Michele Bolsonaro

    E aqui se chega no Fiat Elba de Bolsonaro – aliás, episódio muito mais grave que o álibi encontrado pelo Congresso para o impeachment de Collor: os R$ 40 mil depositados na conta de Michele Bolsonaro pelo motorista Fabrício Queiroz. O cheque coloca o presidente no meio da fogueira. Não é verossímil sua explicação de que foi pagamento de dívida. Ainda mais depois de reveladas as movimentações na conta de Queiroz.

    Flávio Bolsonaro aparece enredado em várias teias. Dois dos PMs detidos, membros da mil[icia, trabalhavam em suas segurança. A irmã deles é tesoureira do PSL. Vários dos milicianos foram alvo de homenagens e moções de aplauso. Mãe e esposa do principal suspeito pela morte de Marielle trabalhavam em seu gabinete. E ainda há o aumento patrimonial e as transferências de dinheiro mal explicadas.
    Peça 3 – a frente de brigas dos Bolsonaros

    Até agora, os Bolsonaro abriram as seguintes frentes de briga:

    *Com o Congresso, com a estratégia de negociar com blocos e não com partidos.
    *Com o sistema CNI (Confederação Nacional da Indústria) e CNC (Confederação Nacional do Comércio) com a ameaça de cortar os recursos do sistema S.
    *Com a mídia off-line, com a mudança de diretrizes da Secretaria de Comunicação. Mais especificamente, com as Organizações Globo e a Folha
    *Com os movimentos sociais.
    *Com sua própria base política, devido ao estilo extremamente truculento dos filhos.
    * Daqui para a frente, com o agronegócio, depois de anunciado o descredenciamento de frigoríficos brasileiros que exportavam para a Arábia Saudita, em represália à proposta fundamentalista de Bolsonaro, de mudar a capital de Israel para Jerusalem.
    * E, agora, com o próprio mercado, depois do vexame histórico de Davos, não apenas pelo total despreparo de Bolsonaro, mas pela incapacidade da equipe de chegar a um consenso mínimo sobre o discurso a ser feito. Dos 30 minutos a que tinha direito, utilizou apenas 6 minutos, tempo suficiente para expor seu notável despreparo. Pior: a notícia de que manteria encontros apenas com líderes nacionalistas antiglobalização, comandados por Steve Bannon, o homem da eleição de Donald Trump.

    Enquanto isto, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, tem sido cada vez mais procurado pelo meio empresarial, por aparentemente ser o único foco de racionalidade no governo, capaz de ouvir e entender.

    Peça 4 – a campanha do impeachment

    O que vai restar dessa lambança toda?

    Há uma certeza e uma incógnita. A certeza é que Bolsonaro será impichado. A incógnita é quanto ao tempo que irá demorar o processo.

    Seu único trunfo, junto ao bloco do impeachment, seria a eventualidade de sua queda provocar a volta do PT. Não ocorrerá. Sua queda promoveria a ascensão natural do general Mourão, preservando a unidade em torno de um comando mais racional.

    Positivamente, não tem WhatsApp ou Twitter que o salve da fogueira.

    Será curioso analisar o comportamento do Ministro Sérgio Moro, da Justiça. Na foto divulgada, do voo para Davos, vê-se Bolsonaro ao telefone. Com todo o Estado Maior no avião, a hipótese aventada é que estaria tratando da estratégia de defesa com o filho Flávio. No mesmo ambiente, uma das testemunhas da conversa é seu Ministro da Justiça, ex-juiz Sérgio Moro.

    Enquanto isto, a cobertura das Organizações Globo tem sido de uma objetividade mortal. Há seis meses seus repórteres já sabiam das suspeitas com o capitão Adriano. Mas mantiveram um pacto de silêncio com o Ministério Público Estadual (MPE), para não atrapalhar as investigações.

    A nota sobre o refúgio de Queiroz no Rio Comprido saiu um dia antes da Operação Os Intocáveis. Nos próximos dias – talvez até no Jornal Nacional de hoje – serão revelados os detalhes sobre o capitão Adriano.

    Os Bolsonaro estão apanhando até no seu campo de batalha: as redes sociais.

    É até possível que a Operação Marielle tenha acontecido sem conhecimento prévio de Flávio Bolsonaro e ele não passasse de um joguete nas mãos do motorista. É significativo o fato de ter publicado um Twitter se solidarizando com Mairelle e, em seguida, tê-lo apagado. Fará diferença em uma investigação criminal, não em um julgamento político.

    Se valer um palpite, acho que haverá um desfecho relativamente rápido dessa crise.

  • Fato muito comum na Administração de Ricardo Coutinho e agora com João Azevedo, inclusive tem delegados que está de licença médica desde 2011. Muita pressão e perseguições, por parte dos gestores da segurança publica, em alguns casos o governo pode até não ter interferência direta, mas de forma indireta, por não tomar as devidas providencias, resultado mais de 20 delegados afastados. Quem perde a sociedade.

  • Tião Lucena não se faça de ingênuo, vc sabe como procurador que foram dezenas de manifestos de segurança, quando o senhor governador Ricardo Coutinho mandava demitir e exonerar delegados. Não existe ninguém se fazendo de doente, porém, são dezenas de policiais com problemas psicológicos, inclusive se vc não sabe que já teve até suicídio na policia civil. A atual Superintendente nada mais está fazendo do que colocar alguns que recebiam sem trabalhar, para trabalhar. Cabe ressaltar que alguns delegados que se achavam o dono do pedaço, entrou de licença médica, mas deixou dezenas de processos parados, sem andamento, inclusive um que só dava andamento aos que dava mídia, pois os demais estão parados a um bom tempo. Por fim, procure o Ministério publico, pois essas denuncias envolvendo a Policia Civil, foram feitas desde 2015, desde os que recebiam sem trabalhar como os que se achavam donos da Policia Civil. O caso do Lucas Sá, é o mesmo em que envolve o caso Rebeca, Jampa Digital, Bruno Ernesto, só a Policia Federal, poderia dar uma resposta, sem interferência governamental.

  • Tião tem uns quatro ou cinco delegados que tem coragem de expor a verdade sobre os fatos, do que vem ocorrendo na PC, um deles é o Walber Virgulino, espero que ele tenha coragem e faça o que prometeu, inclusive entrar na justiça para anular as promoções direcionadas para um determinado grupo de delegados. Espero que o delegado Walber não seja igual ao sargento Denis, que ao governo tudo.

  • Aí quer dizer que é bonito e certo rebaixar duas vezes um excelente delegado que descobriu um esquema fraudulento? Só pq envolvia “peixes grandes”?

    • Rebaixar em que, amigo? O salário continuou o mesmo, o peso de uma delegacia é o mesmo da outra. Você quer falar de ribalta, holofote e manchetes, aí tá certo.

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Sobre Tião Lucena

Sobre Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá.

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