As primeiras do dia

Olhe, seu menino, esse negócio de não repassar o governo ao vice durante o período em que estiver no hospital, não é normal. Por um motivo mais besta, que foi a viagem a Davos, o general Mourão assumiu. E agora o presidente transfere o Governo para o Hospital para administrar de lá, do leito, com um braço no soro e outro na caneta.

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Dizem que os generais ministros não gostaram nem um tico dessa atitude do presidente.

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Mas o presidente deve ter seus motivos.

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Mistérioooo!

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As imagens mostraram Lulu Santos às lágrimas com o pedido de casamento do seu namorado em pleno palco. E depois, aquele beijo apaixonado na boca para selar o compromisso.

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O amor é lindro!

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Mesmo sendo de vrido.

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Amanheceu chovendo em João Pessoa. Ou melhor, choveu pela madrugada. Daqui da minha janela vejo as poças da água caída do céu.

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Por onde andará Milton Ferreira?

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E Nélio Leite?

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E Genivaldo Fausto?

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Tem muito paladino dando pitaco nas redes sociais, esquecido que ninguém esqueceu os seus rabos de palha.

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Apostando na amnésia do povo.

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Está surgindo hotel novo em Carapibus.

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E assim o litoral sul fica cada vez  melhor.

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Mas lá pras bandas do norte Ivan Burity garante que a coisa está muito ótima demais.

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Nem a puliça me empata de chorar na cova dela.

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Ah se sêsse!

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Só pode é for.

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Hoje é segunda e começa tudo de novo.

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Eita carnaval demorador!

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E semana santa longe.

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Inté.

5 Comentário On As primeiras do dia

  • Tião a sua informação não procede o presidente Bolsonaro passou sim o comando da República ao seu vice o general Mourão por um periodo de 48 anos é o tempo estimado para o repouso total pós operatório sabemos que és um opositor do Bolsonaro mas como jornalista vc tem o dever de informar os fatos corretos porque vc tem seus internautas pós e contra o presidente e seu blog não pode ficar a serviço do famigerado “fake news” abraços

  • NA SEXTA FOI A EDIÇÃO DA VEJA, ONTEM FOI O ESTADÃO (JORNAL O ESTADO DE SP),
    HOJE É A FOLHA DE SP – DESNUDANDO OS BOLSONARO.

    DO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO, HOJE.

    Bolsonaro e a as milícias

    Celso Rocha de Barros,

    A esta altura, é difícil não concluir que Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, é enrolado com milícias. O jornal O Globo descobriu que, quando o escândalo dos depósitos suspeitos veio à luz, Queiroz se escondeu na comunidade do Rio das Pedras, berço das milícias cariocas, onde sua família operaria um negócio de transporte alternativo (atividade tipicamente controlada por milicianos).

    A jornalista Malu Gaspar, da revista piauí, apurou que Queiroz foi colega de batalhão de Adriano da Nóbrega, foragido da polícia e acusado de liderar a milícia Escritório do Crime, sob o comando de um coronel envolvido com a máfia dos caça-níqueis (outra atividade típica de milícia).

    A polícia e o Ministério Público cariocas suspeitam que o Escritório do Crime matou Marielle Franco, a da placa que os bolsonaristas volta e meia rasgam às gargalhadas. Adriano da Nóbrega é foragido da polícia.
    E, antes que os bolsonaristas digam que não acreditam em polícia, Ministério Público ou imprensa que não entreviste Bolsonaro de joelhos, lembrem-se do que disse Flávio Bolsonaro, o zero-um: Fabrício Queiroz, segundo o filho do presidente da República, lhe indicou a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega para cargos de assessoria em seu gabinete.

    Repetindo: essa é a versão oficial, em que o único pecado da família presidencial foi amar demais o Queiroz.

    A versão oficial confessa, portanto, o seguinte: o presidente da República emprestou R$ 40 mil para um enrolado com milícias cuja filha, Nathalia Queiroz, era funcionária fantasma de seu gabinete. Sim, fantasma: Nathalia trabalhava como personal trainer no Rio de Janeiro enquanto seu ponto era assinado no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro.

    O empréstimo foi pago pelo enrolado com milícias por meio de um depósito na conta da primeira-dama.
    Mesmo na versão oficial, é um PowerPoint do Dallagnol bem curto: três círculos, duas linhas, milícia-Queiroz-Bolsonaro.

    Com base só na versão oficial, portanto, pode-se dizer, sem medo de errar: se o Coaf não tivesse feito seu trabalho, já teríamos milicianos fazendo churrasco no Palácio da Alvorada, brindando com os generais, escolhendo Moro para zagueiro do time na pelada.

    Se essa é a versão oficial, imagine o que deve ser a versão verdadeira.

    Temos algumas pistas.

    A família Bolsonaro já defendeu as milícias publicamente repetidas vezes. E conhecia muito bem Adriano da Nóbrega muito antes da suposta indicação de Queiroz. Jair Bolsonaro defendeu o sujeito no plenário da Câmara já em 2005.

    Flávio Bolsonaro foi mais longe: já homenageou o suposto líder do Escritório do Crime na Assembleia Legislativa duas vezes, nas duas ocasiões elogiando-o com entusiasmo. Concedeu-lhe a Medalha Tiradentes, maior honraria oferecida pelo legislativo estadual fluminense. Na ocasião, Nóbrega estava preso por assassinato. Recebeu a medalha na cadeia.

    Vamos ver se novas pistas aparecem. Mas o quadro já é bem feio.

    É como disse na última coluna antes das eleições: Bolsonaro é o herdeiro ideológico da facção das Forças Armadas ligada aos torturadores, que não aceitou a abertura democrática e partiu para o crime: esquadrão da morte, garimpo, jogo do bicho. É a mesma linhagem que nos deu as milícias.
    Essa herança agora ronda o Planalto.

  • Caro tiao me responda por favor. O que sai na bolsa de colostomia de Bolsonaro vem do intestino ou da cabeça. Será que os universitários sabem

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Sobre Tião Lucena

Sobre Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá.

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