As primeiras do dia

Prisão em flagrante após seis dias do crime acontecido? E sem perseguição ao acusado? Pois é, isso aconteceu com o travesti que deu umas facadas no jogador de futebol. O rapaz se apresentou voluntariamente, prestou depoimento e foi preso em flagrante seis dias após o fato. Será que mudaram  a lei penal e esqueceram de avisar à plebe ignara?

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Lula está lascado, agora eu sei. O cenário é para ele ser preso e trancado na cadeia para o resto da vida. Nada de habeas corpus, nada disso ou daquilo.

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E o juiz que decidiu pela penhora do tríplex foi desmoralizado pelo outro juiz de Curitiba.

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E o senador Cássio defendendo o inferno para Lula, por ser, segundo ele, um ficha suja. E olhem que, quem fala,está sendo investigado pela Polícia Federal, acusado de receber dinheiro da Odebrecht.

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E quem defende o inferno pra Lula, votou pela impunidade a Aécio Neves.

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O prefeito Luciano Cartaxo inventou de falar grosso e depois falou fino: Após anunciar o dia 31 de janeiro como data máxima para a definição do candidato das oposições, recuou ao ver seus amigos fazerem pouco caso da sua exigência.

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Esta é a diferença entre o líder de verdade e o líder de laboratório. Um líder de verdade jamais recuaria do seu ponto de vista.Que chovesse canivete aberto e o chão empenasse, ele estaria ali, firme e forte, altaneiro e brigão, disposto a perder tudo para manter a sua dignidade.

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Pessoas ligadas ao prefeito de Desterro enviaram comentários dizendo que não procede a acusação feita pelo presidente da Câmara, de que ele teria vendido o mandato ao vice prefeito e se afastado da Prefeitura.

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Repito o que disse lá: o Blog se coloca à disposição do prefeito para divulgar a sua versão, o seu lado.

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A mulherzinha da cidadezinha do interior disse que vai votar para presidente em “Jair da Bolsa de Nalho”.

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E a filha de Roberto Jeferson se deixou filmar num barco, ela sozinha de mulher com um monte de macho ao redor.

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Lula vai virar mártir.

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Lembrem-se de Getúlio Vargas.

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Lira está doidinho.

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Quis abarcar o mundo com as pernas e deu no que deu.

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E eu só assistindo.

2 Comentário On As primeiras do dia

  • Está charge em que Lula fica preso ficou muito boa.

  • LUla / Gandhi / Mandela; Algo em comum?
    A não-violência de Gandhi, um desafio na era Trump, segundo seu neto/// Há mais 70 anos, um jovem menino revoltado com o que sofria
    na África do Sul do apartheid foi enviado para a Índia para morar com seu avô. Dois anos depois, Arun Gandhi, neto de Mahatma, t
    ornou-se um adolescente transformado pelos ensinamentos recebeu. “Meu avô me ensinou que a raiva é como a eletricidade,
    é útil e poderosa se usada com inteligência, mas pode ser igualmente fatal e destrutiva se for usada mal”, explica ele em uma
    entrevista com a AFP em Paris na segunda-feira, na véspera do 70º aniversário do assassinato do pai da nação indiana.
    Antes deste encontro com Mahatma, Arun Gandhi, que cresceu em um ashram perto de Durban, na África do Sul, era um poço
    raiva que brigava constantemente, assediado por brancos e por negros por não pertencer a de nenhuma das duas comunidades.
    Mas em contato com seu “Bapuji”, seu avô, a criança esqueceu seus sonhos de vingança e aprendeu a dominar suas emoções
    mais negativas.
    Sua chegada na Índia coincidiu com o momento culminante da luta pela independência do país e a divisão sangrenta do Império
    britânico das Índias em 1947 em uma união indiana hindu de um lado e o Paquistão, de maioria muçulmana, do outro.
    Símbolo do conceito de resistência não-violenta por desobediência civil e reverenciado na Índia como o “Mahatma” (Grande Alma),
    Gandhi foi assassinado por um extremista hindu em 30 de janeiro de 1948. Ele teria ficado “extremamente infeliz” se testemunhasse
    o ressurgimento do nacionalismo hindu, sete décadas depois, sob o atual primeiro-ministro Narendra Modi, diz Arun.
    “É um círculo muitoo vicioso e isso se agrava com um governo de direta no poder”, considera este militante de voz calma.
    – ‘Tomar os golpes na cabeça’ –
    O que teria pensado Mahatma da tentativa de Modi de vestir suas túnicas, posando “à la Gandhi” para fotos, em frente a uma
    roca de fiar algodão? Arun, que publicou recentemente um livro sobres os ensinamentos de Gandhi chamado “O poder da raiva”,
    tem sua própria resposta: para ele, Modi “tenta apenas utilizar Gandhi, como todo o mundo, para ser aceito pelo povo”.
    Aos 84 anos, Arun se lembra de ter sido “intimidado” por seu avô em sua chegada ao ashram de Sevagram, no centro da Índia. ”
    Todas as manhãs, quando me levantava, encontrava centenas de pessoas que o esperavam para vê-lo”, relata.
    Atencioso, Gandhi se ocupava do garoto, conversava e brincava com ele, entre das negociações com as autoridades indianas
    Arun Gandhi mudou-se para os Estados Unidos em 1987, depois de ter trabalhado como jornalista por 30 anos.
    Ele fundou um instituto de promoção da não-violência. Seus alunos encontraram terreno fértil em um local insólito: uma prisão.
    Seis anos após ter começado suas intervenções na prisão de Groveland (estado de Nova York), a violência caiu 70%, explica,
    dizendo citar o governo. E este estado deseja ampliar este programa para outras prisões.
    Ele lamenta ver alguns líderes mundiais “sem autoridade moral” que se aproveitam das populações, ao contrário de figuras
    como Nelson Mandela ou Mahatma.
    Arun critica também o presidente Donald Trump, que ele acusa de reduzir a nada décadas de avanços em termos de
    racial nos Estados Unidos, reprovando ao mesmo tempo os afro-americanos que “exigem respeito com agressividade”.
    Do mesmo modo, considera as manifestações da Primavera Árabe “cheias demais de raiva”.
    Diante da repressão, “você deve manter as mãos longe do corpo e tomar os golpes na cabeça”, afirma. Mas mesmo Gandhi
    teve dificuldades em fazer entender uma tal filosofia.
    “O fato é que ninguém quer realmente seguir o exemplo dessas pessoas formidáveis”, afirma seu neto. “O melhor que fazem
    é colocá-lo sob um pedestal e venerá-lo ao invés de seguí-lo”.(Fonte:Por Clare BYRNE,AFP)

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Sobre Tião Lucena

Sobre Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá.

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