A título de esclarecimento

No dia 08 de fevereiro do ano da graça de 2019 pedi por escrito ao governador João Azevedo exoneração do cargo de Secretário Executivo da Comunicação Social.

Aleguei motivos de ordem pessoal.

Como o governador não disse que sim nem que não, reiterei o pedido em 10 de março.

Recebi silêncio como resposta.

O motivo ou motivos, não os declinarei aqui. São, como disse na correspondência enviada ao governador, de ordem pessoal e, por sê-los, somente a mim dizem respeito.

Hoje tive uma conversa olho no olho com o governador João Azevedo, menos de 24 horas depois de Luís Torres decidir sair da Secom.

Saí da Granja Santana com a certeza de que ali não poria mais os pés como auxiliar do Governo.

Deixo a Secom em paz. Volto à Procuradoria Geral do Estado, minha casa, para fazer o que gosto, que é defender o Estado nas contendas judiciais.

Eu não pretendia escrever sobre a minha saída da Secom. Achei que se tratava de uma coisa comum. Como disse ao governador, os cargos comissionados são efêmeros e ninguém tem o direito de se considerar dono deles.

Mas houve quem interpretasse a minha saída, a pedido, como sendo uma exoneração unilateral determinada pelo governador.

Então faço o registro.

Saí da Secom porque pedi pra sair.

Volto à PGE porque é um direito meu.

E continuo jornalista, dono deste blog.

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Sobre Tião Lucena

Sobre Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá.

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