opinião

De vendedor de bombons a semeador de consensos

11 de março de 2026

Dércio Alcântara 

Quem imaginaria que um simplório vendedor de bombons definiria um dia três vagas para o Tribunal de Contas do Estado?

Acha muito? E se esse mesmo bombonzeiro conseguisse, além de ser deputado estadual, elegê o irmão federal e ser quatro vezes presidente da Assembleia Legislativa.

E ainda dizem que Adriano Galdino não tem tamanho para disputa majoritária e que sua experiência no Executivo se resumiu a Pocinhos, onde foi prefeito, elegeu e reelegeu a esposa.

Adriano tem é palavra e quem tem tanta palavra assim honrando o que promete talvez perca o tamanho por não ser um cara cuja assinatura não vale um risco na água.

Nunca ouvi de ninguém até hoje dizer que Adriano não cumpriu o que prometeu. Muito pelo contrário, a palavra do homem é uma rocha.

E por isso chegou onde chegou a tem cristalizado lugar na história dos grandes homens da boa política paraibana.

Doutor na arte de juntar contrários, Adriano descobriu que, com restrições da odontologia e endocrinologia, vender bombons hoje é tão difícil quanto construir consensos.

 

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