SELEÇÃO RUIM
Desde a copa de 94 não vejo os jogos da Seleção Brasileira. Costumava beber todas, ficar de porre, dormir e só tomar conhecimento dos resultados. O tempo passou, o porre diminuiu, neste sábado me vi obrigado a engolir meia hora do primeiro tempo, não deu pra fugir, visitava o cunhado enfermo, mesmo assim fugi com o gol do Marrocos, nem vi o gol de Vini Jr., pedi o Uber e retornei ao refúgio caseiro.
Mas ainda fui obrigado a conviver com a TV do Uber ligada no jogo e com o motorista dando uma de comentarista esportivo, ensinando o italiano a escalar a seleção.
Os jogadores do Brasil estavam impecáveis, os penteados chamavam a atenção, parecia um desfile de moda, todos com as trunfas besuntadas, as laterais à mostra, risquinhos de cabelos dando o tom da modernidade, um primor.
Meus amigos Diego, Herbert e Mário, três heróis que resistiram até o apito final, comentaram o desfile milionário dos craques. O que ganha menos bota R$ 1 milhão no bolso todo final de mês, sem contar as publicidades. Estão ricos. E talvez aí resida a lerdeza do time. Ninguém bota mais a pátria na ponta da chuteira como faziam Pelé, Garrincha, Didi, Gerson, Tostão, Jairzinho, Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo e cia ltda.
Sobre os penteados, assim se expressou Mário Gomes Filho: “Nem Aryl Cabeleireiro faria um penteado tão bacana. Um Su!
Ainda bem que terminou empatado. A derrota ficou pra próxima.
GILBERTO E A SELEÇÃO
Do amigo Gilberto Carneiro:
“Amigo Tião, se o Brasil continuar jogando ruim assim, não passará da primeira fase. Passarei a torcer por uma final entre Irã e Estados Unidos para ver os iranianos dar um capote nos yanques.
MARIA ÂNGELA
Maria Ângela Sitônio programando o lançamento do livro sobre Zacarias, seu pai, em Princesa. A data será anunciada brevemente.
FERNANDO MORAIS
O escritor Fernando Morais já começou a escrever a biografia do coronel José Pereira Lima. Aldo Lopes cuida de recolher informações sobre o biografado para repassá-las ao grande escritor.




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