Destaques

DOMINGUEIRAS DO TIÃO

1 de março de 2020

ZECA PRESIDENTE E JOÁS VICE

Em mãos o convite para as posses dos desembargadores José Ricardo Porto na Presidência e Joás de Brito Filho na vice do Tribunal Regional Eleitoral, em solenidade marcada para 9 de março, às 14 horas.

Vibro com a ascensão dos dois.

Com Joás trabalhei na Procuradoria Geral do Estado, ele meu chefe, eu seu subordinado. Mantivemos sempre uma convivência cordial. Quando da sua candidatura ao Quinto Constitucional, votei nele e pedi votos.

De Zeca fui colega na Faculdade de Direito. Fui mais. Fui e continuo sendo amigo. Aperreei muito seu juízo quando, advogado dos bons, me socorreu nessas ações que comumente movem contra jornalistas.

Sílvio Porto, pai de Zeca, estaria sorrindo de orelha a orelha se estivesse aqui. Joás pai também.

Mas lá do céu eles estarão assistindo a festa.

 

BRAGA E FÁBIO

O velho Wilson Braga continua firme e forte perto dos 90 anos. Quem conversa com ele sente o seu interesse por assuntos como a política e a vida. Fábio Arruda, seu amigo de priscas eras, o visitou esta semana e o deixou atualizado sobre as coisas do Vale do Piancó. Wilson, quando governador, notabilizou-se pela construção de barragens de uma ponta a outra do Estado. Ainda hoje é lembrado como exemplo de administrador.

 

FELIPE E ANDRÉIA

Felipe e Andréia comemoraram, esta semana, sete anos de um casamento feliz e, com certeza, para toda vida.

Desse casamento já surgiram dois frutos lindos: Mariana e Pedro.

Não sei se outros virão. O tempo dirá.

Felipe é meu filho, Andréia, nora.

 

NIVER DE SOCORRO CAMPOS

Esta semana foi comemorado mais um aniversário da amiga e conterrânea Socorro Campos, esposa de Veronese Marques Lima e mãe de Neto, Paulinha e Leo.

Os parabéns das Domingueiras.

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5 Comentários

  • Reply Lumière 1 de março de 2020 at 10:16

    O QUE VERA MAGALHÃES ESCREVEU SOBRE BOLSONARO EM 2018

    Por Moises Mendes.

    Vera Magalhães errou quase tudo o que escreveu sobre Bolsonaro no Estadão, a uma semana do segundo turno da eleição de 2018. Hoje, por finalmente ter acertado como jornalista, é considerada inimiga pelo pai e pelos filhos.

    Vera somente virou desafeta da extrema direita no poder por ter divulgado que Bolsonaro se encarregou de passar adiante o vídeo com a convocação para as manifestações pelo fechamento do Congresso. Se não fosse isso, poderia ter continuado numa boa com a família.

    Vera nunca temeu Bolsonaro como uma ameaça concreta à democracia. No dia 21 de outubro de 2018, a colunista publicou o artigo que serve hoje como referência exemplar do que pensava na época.

    Vera comentava os receios em torno da figura de Bolsonaro e atribuía os medos com a possibilidade de eleição do candidato do PSL, a sete dias da eleição, a um “exagero proclamado em tom alarmista por eleitores do PT”.

    Com uma análise genérica e precária do cenário naquele momento, a jornalista escreveu obviedades, como a possibilidade de ataques de Bolsonaro às instituições (até Alexandre Frota sabia que isso iria acontecer) e passou panos:

    “Em relação ao Congresso, foi importante a declaração de Bolsonaro segundo a qual, se eleito, não procurará interferir na eleição dos presidentes da Câmara e do Senado, nem fará pressão para que o comando da primeira fique com seu partido”.

    Mais adiante, escrevendo sobre o clima aguardado pelo jornalismo, ao invés de temer Bolsonaro, Vera disse temer Haddad:

    “Por fim, se chega à relação com a imprensa. É louvável que ele tenha firmado por escrito no programa de governo o compromisso com a liberdade de imprensa – ao contrário de seu adversário, Fernando Haddad, cuja proposta fala textualmente em controle social da mídia”.

    Vera Magalhães atacava Haddad porque torcia pelas iniciativas louváveis de Bolsonaro. Apesar de algumas restrições vagas, parecia acreditar em seus compromissos com as liberdades. Duvidava mesmo das intenções do candidato do PT. Hoje, o pai e os filhos atacam a comentarista do Estadão, enquanto a militância de extrema direita, incentivada pela família, invade sua vida pessoal.

    O temor exagerado dos “eleitores do PT” era um alerta que a jornalista, sempre ao lado dos golpistas, não quis ver. Vera Magalhães e o Estadão são vítimas da criatura que ajudaram a inventar. A profissional não é heroína de nada, é apenas mais uma jornalista escolhida pelos Bolsonaros para levar pancadas.

    Vera disse ter vomitado esta semana diante das declarações de Bolsonaro contra ela. Os ‘esquerdistas’ que a advertiam, lá na eleição, se também fossem tão sensíveis, poderiam ter vomitado muitas vezes lendo o que profissionais a serviço do golpe escreveram antes e depois da trama contra Dilma e Lula.

    Um dos artigos que esses esquerdistas leram era aquele de 21 de outubro de 2018 que avisava no Estadão: não exagerem com o autoritarismo de Bolsonaro.

    Hoje, temos o direito de implorar: não vomite em nossa memória, Vera Magalhães.

  • Reply Lumière 1 de março de 2020 at 11:01

    MOURÃO DEIXOU BEM CLARO QUE O EXÉRCITO ESTÁ CANSADO DA DELINQUÊNCIA BOLSONARISTA

    por Cleber Lourenço

    O Vice-presidente Hamilton Mourão, decidiu falar em tom de desabafo no início de uma palestra na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) nessa sexta-feira (28). Ele disse:

    “Santa Catarina é o primeiro estado que visito no ano de 2020 para falar daquilo que é a realidade que estamos vivendo e quais são as propostas do nosso governo em fazer avançar ao longo desse ano. Nossa apresentação se destina a falar desses desafios que temos de superar e, mais uma vez, eu destaco que os mares não estão tranquilos. Os mares não estão tranquilos, porque vídeos são divulgados, redes sociais se encandeiam, as pessoas, muitas vezes, não raciocinam sobre aquilo que estavam escrevendo, que estão discutindo, emoções são colocadas a flor da pele e parece que nós vivemos num eterno turbilhão”.

    Em outro momento do evento ele também afirmou que “ninguém está atentando contra a democracia”.

    O recado de Mourão é claro: a cúpula militar não gostou nem um pouco da tentativa de (mais uma vez) agitar a caserna.

    Na semana passada a cúpula já tinha deixado bem clara a orientação de distanciamento seguro do governo. A ordem era reforçar a imagem da instituição como um grupo independente das ambições políticas de quem quer que seja.

    O que Bolsonaro busca é agitar as patentes mais baixas contra a cúpula militar em uma espécie de golpe amalucado, um tenentismo às avessas.

    Outro general que também buscou frear a intentona de Bolsonaro foi o ex-membro do governo, Santos Cruz, que também foi enfático em expor sua contrariedade ao que estava ali exposto.

    Agora, com a fala de Mourão, é possível afirmar com clareza que boa parte dos militares estrelados não foi simpática à aventura golpista proposta por Bolsonaro e um general tresloucado (Heleno).

    Também mostra um descontentamento do verde-oliva com Bolsonaro por conta da total falta de modos e desrespeito pela liturgia que o cargo de presidente da República exige.

    Só restou para Bolsonaro agitar os policiais e seus motins.

    Aos alarmistas e agitados de plantão, afirmo seguramente: se o governo tentar um golpe na democracia estará sozinho com sua trupe de malucos.

    As forças armadas deixaram bem claro que não seria interessante para eles outra aventura contra a democracia e o Estado de direito.

    O Brasil ainda não superou 1964.

  • Reply Zé Bedeu 1 de março de 2020 at 11:21

    Tião, fico muito feliz quando encontro com você. És um camarada dá mais alta qualidade. O que me deixa mais satisfeito é a sua educação, humildade e simpatia. Mesmo sendo homem de sucesso você nunca esqueceu suas origens.

  • Reply Angela 1 de março de 2020 at 15:11

    Aí….Aí…. que gente maldosa é essa que anda espalhando nas redessociais que teriam colocado um “enfeite” na cabeça de certa autoridade palaciana em Brasilia. E não teria sido juizo!
    Se é o não verdade, eu não sei.
    Mas uma coisa fica claro: se for verdade, a dama tem um péssimo gosto. Trocar um mequetrefe por outro, ninguém merece!

  • Reply Delfos 1 de março de 2020 at 17:26

    Se alguém contar que ouviu esses suspiros e sussurros;
    ” meenTerra….meenTerra…. meenTerra”
    “Micheck….. Micheck……. Micheck”
    Acredite, não é fantasma!

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