opinião

Pepsi X Cola

26 de julho de 2026

O presidente mundial da Pepsi Cola foi recebido pelo Papa numa audiência especial, porque o assunto a ser tratado era a doação de uma altíssima quantia à caixa do Vaticano. Ele explicou a Sua Santidade a preocupação com o mercado, que preferia a Coca Cola. Pretendia fazer uma doação de 1 bilhão de dólares aos combalidos cofres da Santa Sé se a Igreja ajudasse a Pepsi Cola a superar a rival. O bondoso Pontífice quis saber como seria essa ajuda e ele respondeu: “- Precisamos incluir na oração do Pai Nosso o nome da Pepsi”. O Papa escandalizou-se ante aquela blasfêmia e ia expulsando o executivo da sala quando ele aumentou a oferta: “- E por 10 bilhões de dólares?”. O Papa suspirou fundo e chamou o Cardeal administrador. “-Meu filho, quando é que termina o nosso contrato com os padeiros?”.

Por incrível que pareça essa anedota é contada em alguns cursos de marketing. É que a história da Coca Cola é emblemática. Tudo começou quando um viciado em morfina, John Pemberton, misturou folhas de cocaína com nós de cola, dai no nome da bebida. Ele morreu anos depois e a marca foi vendida por dois mil dólares a Asa Candler, o marqueteiro genial, que investiu pesado na propaganda e quanto mais investia, mais vendia. Desde usar moças bonitas em anúncios até fazer de Papai Noel o garoto propaganda da Coca Cola tudo valia.

Com a entrada dos E.U.A. na Segunda Guerra Mundial, convenceu o governo que o refrigerante era um produto essencial e conseguiu colocar um executivo seu no Conselho de Racionamento, garantindo isenções que nenhum concorrente teve. Foi além; montou 64 fabricas ao redor do mundo, todas coladas em bases militares e adivinha quem pagou o transporte e os equipamentos? Pois é, as forças armadas do Tio Sam. De quebra os soldados americanos passaram a difundir a marca aonde iam. Hoje, somente Cuba e Coreia do Norte não tem Coca Cola.

Os concorrentes desesperados partiram para o ataque e nos anos 90 a Pepsi mostrou em testes cegos que a maioria das pessoas preferia seu refrigerante. Ensandecida, a Coca mudou o sabor e lançou a New Coke, sucesso nos testes cegos, porém fracasso nas vendas. Manifestações ao redor do mundo conseguiram o retorno ao sabor original, que novamente nos testes cegos ocupou o último lugar. Em resumo; o publico brigou para manter uma bebida da qual gostava menos. É a prova definitiva de que a Coca vende muito mais do que sabor, já que até hoje é campeã mundial de vendas.

Se aplicarmos isso à política… .

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3 Comentários

  • Reply Paulo Fernando Menezes Almeida 26 de julho de 2026 at 04:56

    Sinceramente, não vi sentido nenhum, nesse teste cego.

  • Reply ANTÔNIO NOBELINO 26 de julho de 2026 at 14:06

    Eu não entendi pôrra nenhuma. Êsse boy escreveu isso, dormindo ou de ressaca. Aí “dento” !!!

  • Reply Marcos Pires 26 de julho de 2026 at 19:30

    Esclarecendo- Teste cego é um procedimento usado há muito tempo para aferir a opinião do consumidor sobre determinado produto. Submetem a um grupo de pessoas ( no caso dos refrigerantes) copos sem identificação com as diversas marcas desse produto, de maneira que quem está provando sabe que se trata de um refrigerante sabor Cola, porém não sabe se é Pepsi, Coca… e em seguida ele dirá qual o melhor. Desculpem não ter explicado esse fato no artigo.

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