Ricardo culpa Cartaxo pela falta de diálogo

O governador Ricardo Coutinho (PSB), nesta segunda-feira (12), rebateu a fala do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), de que não haveria possibilidade de dialogar com o administrador estadual e esperava uma relação mais próxima com o seu sucessor, João Azevêdo (PSB).
“Eu ouvi a população, dialoguei com todos os municípios. Sabem quem não fez isso? João Pessoa, Guarabira, Campina Grande e por que não fez? Porque era o jogo da oposição, não foi porque o governo do estado não quisesse”, disse.
Para o socialista, tal postura da oposição refletiu no resultado das últimas eleições, onde Azevêdo venceu no primeiro turno com mais de um milhão de votos e derrotando o indicado de Luciano, seu irmão Lucélio Cartaxo (PV).
“A população puniu quem só tem conversa, quem só tem discurso vazio, quem não consegue respeitar minimamente o progresso que uma cidade do porte de João Pessoa, com R$ 2,8 bilhões”, atacou.
Ricardo completou alfinetando a entrega da pavimentação de acesso ao Centro de Informática da UFPB: “uma cidade como essa não pode estar perdendo tempo com inauguração de 100 metros de calçamento”.

Ricardo Coutinho, um Líder Nacional.
Entretanto podemos definir algumas características gerais que são apresentadas pelo líder, Ricardo Coutinho, os chamados valores de liderança, tais como: Exemplificação Pessoal; Responsabilidade Moral; Coragem; Desprendimento; Iniciativa; Entusiasmo; Autocontrole e Disciplina Consciente. Também ele Ricardo Coutinho tem como valores pessoais: Convicção; Confiança; Autoconfiança; Vocação; Dignidade; Honra; Espírito Cooperativo e Idealismo. Na política brasileira, sentimos a ausência de líderes. A ética, a dignidade, a honra são fatores essenciais para qualquer indivíduo e principalmente para um líder. Ricardo vem dos movimentos sociais, depois iniciou sua vida pública como Vereador, Deputado Estadual, Prefeito e Governador.
O verdadeiro líder assume a responsabilidade sobre seus atos. Os demais são esforçados, se dizem líderes, mas atribuem o péssimo desempenho ao governo, à economia, ao chefe, aos subordinados, aos outros, raramente a si mesmo. Alguns reconhecem o mau desempenho, porém o orgulho não deixa que assumam a tal responsabilidade. A maioria é orientada desde cedo para resistir, negociar, transferir a culpa, mentir, se necessário. Dificilmente dão o braço a torcer, ainda que isso lhe custe o cargo ou a vida pública.
O líder efetivo vê a liderança como responsabilidade e não como um cargo ou privilégio, portanto, se as coisas não caminham conforme o planejado, o líder não sai pelos cantos procurando culpados, segundo James Hunter, autor de O Monge e o Executivo. Ele simplesmente assume a culpa e refaz o caminho, porém, para assumir a culpa e reiniciar a jornada, a condição de líder pressupõe outra virtude imprescindível: a transcendência.
Transcender significa ir além, colocar-se num nível superior, mover-se para frente ou para o alto, superar os próprios limites. De fato, para sair do lugar, basta dar um passo adiante, simples assim. A transcendência é o que diferencia líderes como Ricardo Coutinho entre outros, dos demais líderes do Brasil. Eles tiveram a capacidade de mudar a si mesmo primeiro, sempre que necessário.
Ser despojado, ter a habilidade de olhar para dentro de si mesmo, estar disposto a mudar, fazer a diferença no mundo, crescer com a equipe e defendê-la até o fim, reconstruí-la, se o mundo assim o exigir. De uma forma ou de outra, a solução dos problemas do Brasil e do mundo está nas mãos dos líderes.
Os líderes têm responsabilidade sobre o desempenho do crescimento igual e justo para todos, o desenvolvimento das pessoas, a evolução da sociedade, a unidade familiar. Acima de tudo, eles são responsáveis pelo seu próprio desempenho, por sua situação real de vida, perante os subordinados e, principalmente, atos e resultados derivados desses atos. Se os resultados acontecem, ou não, a responsabilidade será sempre do líder. Ela não pode ser transferida, jamais.
Ao assumir compromissos, os liderem devem cumpri-los. Isso tem a ver com a dignidade pessoal, com o respeito por si mesmo e pelos outros. A liderança passa a ter sentido apenas quando o líder reconhece a verdadeira responsabilidade em termos de liderança.
Hoje Ricardo Coutinho, além de se tornar um Líder Nacional, está preparado para assumir qualquer função a nível Nacional e Internacional. O seu exemplo de homem público deve ser seguindo por todos nós. A Paraíba toda reconhece a sua trajetória, hoje vivemos numa nova Paraíba. Viva o Trabalho! Deus abençoe seus passos futuro e continue concedendo a ele sabedoria, saúde e paz.
Madiel Conserva – Economista, Marketing, Analista Político.
Eu também, até pensava, em uma babadinha abaixo, com poucas linhas, mas depois dessa madiel conserva, desisto!
A dupla LULU não desce do Palanque, ainda estão sem rumo depois do CAMBÂO de 669.000 votos, home vão trabalhar arrumem uma lavagem de roupa o povo os rejeitou, a todos que fizeram oposição sem ação, nada para mostrar, Cassio, a dupla LULU, Zé Maranhão, Romero e todos os agregados, foi-se 2020 vem ai preparem-se para outa Lapada de votos!!!
EU TAMBÉM,QUERIA FAZER UM DESABAFO NESTA OPOSIÇÃO,SE PODE FALAR OPOSIÇÃO.PORÉM,JÁ FALARAM TUDO.EU SEMPRE DIZIA QUE O BONECO DE VITRINES NÃO TINHA VOTOS E QUE MARANHÃO,ERA O TERCEIRO E QUE ESTAVA DEFASADO.MAIS WALTER SANTOS E RUY GALDINO ERAM UMA BABADA GRANDE NO VELHO,OLHA O RESULTADO.
O povo paraibano começou a ver trabalhos e ações de verdade, palpáveis , visiveis aos seus olhos, não tem discurso bonito que derrube o trabalho e as ações, isso ficou provado nas ultimas eleições. Então vão aprendendo com a gestão de RC ou tem trabalho pra mostrar ou serão rejeitados. Ao trabalho de verdade e boa sorte, fica aqui o coconselho.mimimi não resolve mais.
Eu hoje pela manhã encontrei maquinas da PMJP passando asfalto nas imediações da TV Master. Espero que seja
asfalto de qualidade, e não aquela famosa lama de asfalto tão usada nos final dos anos 90.