TCE precisa decidir se mantém em seus quadros um sargento que discrimina pessoas na sua pizzaria
Se o dono da pizzaria que proibiu o acesso de eleitores de Lula ao seu estabelecimento é um sargento da Polícia Militar à disposição do TCE, cabe ao TCE decidir se ele continua a prestar serviço lá ou é devolvido às fileiras da PM.
Se ficar, terá recebido um aprovo do Tribunal, se for devolvido o TCE terá dito que não concorda com esse procedimento odioso.
Até agora, o Tribunal de Contas limitou-se a comunicar o acontecido ao Comando da PM, tipo aquilo que se diz “toma que o menino é teu” , ou “não me comprometa”.
Que na Polícia tem muito anti-lulista e incontáveis seguidores do Cabo Gilberto, isso todo mundo já sabe.
Durante a campanha, episódios de violência policial contra militantes da esquerda aconteceram sem represália aos agressores. Em Prata, em Campina, aqui em João Pessoa, estudantes e gente do povo sofreram nas mãos dos PMS.
O governador Lucas precisa chamar o feito à ordem. Ele é o comandante maior, é o governador, manda no coronel e manda no soldado raso. E se tiver alguma dúvida sobre como acabar com esses abusos, consulte Ricardo Coutinho. No seu Governo os bons policiais tinham apoio, os maus eram submetidos aos rigores da lei.
E não pode ser diferente.
Esse sargento da pizzaria precisa decidir se fica com a farda ou veste a camiseta de Jair Bolsonaro. Não dá para agradar a Bebé e a Tomé ao mesmo tempo.

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