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Troca de defuntos tira a paz das famílias enlutadas

23 de janeiro de 2026

Perdi dois amigos no Metropolitano, Edivaldo, porteiro do meu prédio, morreu depois da cirurgia pela qual aguardou quase um ano, Ronaldo se foi após três dias de sofrimento pós cirúrgico, mas esse negócio de perder defunto é coisa nova.

Duas famílias com dois parentes internados se viram sem eles depois das cirurgias, fizeram o reconhecimento dos corpos e, em seguida, as funerárias se encarregaram de transportar cada defunto para seu cada qual.

A família de João Pessoa teve o cuidado de abrir o caixão antes do enterro e verificou que o cadáver era da outra família. Correu atrás, entrou em contato e se deparou com a novidade: a outra família havia enterrado o morto sem abrir o caixão.

E o impasse foi parar na Polícia, que instaurou inquérito para saber quem fez a troca, onde foi feita e porque foi feita.

E os defuntos, que não têm culpa de nada, estão sem poder  usufruir do derradeiro descanso.

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