O que era o Trauma antes e o que é agora: não dá nem pra comparar

Já que todo mundo está falando da Cruz Vermelha e do Hospital de Trauma de João Pessoa, resolvi entrar na conversa. Fiz uma ligeira pesquisa e, num relatório que me chegou às mãos, com dados, também, do insuspeito Tribunal de Contas do Estado, encontrei as seguintes informações:

Em 2007, durante o Governo do saudoso senador Cássio Cunha Lima, o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, então administrado pela Secretaria Estadual da Saúde, possuía 138 leitos e 13 UTIs. A partir de 2011, no Governo do mago Ricardo Coutinho, o Trauma, já sob a batuta da OS, pulou para 331 leitos e 35 UTIs. Se em 2007 o Trauma fez 55.445 atendimentos, passou  a atender 80.161. Também passou de 83.762 exames laboratoriais para 544.520 e de 105 tomografias para 34.038.

Em 2007 o Trauma possuía um quadro de 171 médicos, a maioria fingindo que trabalhava. A partir de 2011 o quadro aumentou para 438 profissionais, que dão o plantão bem direitinho, porque se não derem, não recebem. De nove anestesistas em 2007, o Trauma passou a contar com 49; aumentou também o quadro de cirurgiões gerais, de 21 para 49. Todos com carteira assinada, convém salientar.

Em 2007, segundo  relatório do Tribunal de Contas do Estado, o Hospital possuía 171 médicos, 102 enfermeiros e 285 técnicos de enfermagem. Hoje o hospital conta com uma equipe de 2.605 funcionários, sendo 438 Médicos, 365 Enfermeiros e 548 Técnicos de enfermagem.

Aprecie o relatório, a partir da fundação do hospital. E veja, ao final da leitura, que a oposição está fazendo essa carga toda em cima do Trauma, porque o Trauma, com sua comprovada eficiência, incomoda e desnuda a incompetência daqueles que, quando tiveram a oportunidade de fazer, não fizeram ou fizeram muito mal.

Então vamos lá:

Histórico

O HEETSHL originou-se da necessidade de se construir, em João Pessoa, uma unidade hospitalar para o atendimento de pacientes de emergência e trauma. Em 1998, o Ministério da Saúde criou o Programa de Apoio à Implantação dos Sistemas Estaduais de Referência Hospitalar para Atendimento de Urgência e Emergência. Em 09 de junho de 1999, a Lei Estadual de nº 6.746 instituiu o HEETSHL, vinculado à SES, o qual foi concluído em 30 de agosto de 2000. Sua inauguração só ocorreu em 20 de julho de 2001, tendo iniciado o atendimento a pacientes em 06 de agosto de 2001.

Em 2007 o HEETSHL dispunha de: Centro Cirúrgico, com seis salas de cirurgia mas apenas 5 estavam em funcionamento; duas salas de pequenas intervenções cirúrgicas de emergência; Centro de Diagnóstico de Imagem, com ressonância magnética, tomografia computadorizada, raio X com sistema digital de imagem, ultra-sonografia e endoscopia. Oferecia, ainda Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) – adulto (dez leitos) e infantil (quatro leitos); Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ), tratamento hiperbárico (dois leitos); enfermarias e postos de observação.

Os serviços gerais ofertados na época eram: Administração; Lavanderia; Central de Materiais e Esterilização; Farmácia; Almoxarifado; Oficinas (elétrica, mecânica e marcenaria); Zeladoria; Engenharia Clínica; Corpo de Manutenção; Vestiários; Necrotério; Verificação de Óbitos; Central de Transplantes; Corpo de Resgate (bombeiros); Garagem; Câmaras de Cadáveres; Banco de Órgãos; Câmara Frigorífica; Câmara de Lixo; Lixeira para contaminados; Guaritas.

O HEETSHL oferecia 138 leitos utilizáveis, sendo 26 na Clínica Neuro e Buco, 28 nas Clínicas Trauma e Geral, 16 na Clínica Cirúrgica e Trauma, 4 na Clínica Médica e Neuro, 2 na Clínica de Queimados, 3 na UTI Pediátrica, 12 na Clínica Pediátrica, 10 na UTI Adulto, 6 na Semi-intensiva, 8 na UTQ, 4 na Enfermaria Especial, 4 na Clínica Médica/ Urgência, 5 na Emergência/Pediatria, e 10 na Emergência Geral. Possuia 6 salas de cirurgia, mas apenas em 5 eram realizadas cirurgias. Contava com os serviços médicos nas especialidades de anestesiologia; cirurgias geral, pediátrica, plástica, torácica e vascular; clínica médica geral, endoscopia digestiva, tratamento intensivo, neurocirurgia, oftalmologia, otorrinolaringologia, pediatria, radiologia, traumatologia, urologia, cirurgia buco-maxilo-facial e angiologia.

Situação Atual:

O Hospital de Trauma de João Pessoa configura-se como porta de entrada de urgência e emergência, de acordo com o Plano Estadual da Rede de Atenção às Urgências e Emergências atendendo as linhas de cuidado da Traumatologia-Ortopedia, Neurocirurgia, Acidente Vascular Cerebral – AVC, Infarto Agudo do Miocárdio – IAM, Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) e Unidade de Terapia Intensiva Adulto/ (UTI) e Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica/ (UTI), além do Atendimento às Pessoas Vítimas de Violência Sexual.

O HETSHL é referência para a população dos 64 municípios que compõem a 1ª macrorregião de saúde, numa área de 14 mil metros quadrados, conta com heliponto para o transporte de pacientes graves, além de Setores de Urgência, Emergência, Centro de Imagem, Pediatria, Centro Cirúrgico. O HETSHL está pautado na Política Nacional de Atenção Hospitalar – PNHOSP e Política Nacional de Humanização – PNH, possuindo Acolhimento com Classificação de Risco de acordo com o Protocolo de Manchester; além do Núcleo Interno de Regulação – NIR, Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar- NAQH e Núcleo de Segurança do Paciente implantado.

O HEETSHL dispõe de: Centro Cirúrgico, com seis salas de cirurgia, em pleno funcionamento; duas salas de pequenas intervenções cirúrgicas de emergência; Centro de Diagnóstico de Imagem, com dois aparelhos de tomografia computadorizada, raio X com sistema digital de imagem, ultrassonografia e endoscopia. Dispõe ainda de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) – adulto (35 leitos – Trauma e Htop) e infantil (três leitos); Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ), enfermarias, área laranja, área verde, área amarela e postos de observação.

O HEETSHL e o HTOP dispõem de 300 leitos fixos podendo chegar a 341 extras. Possui seis salas de cirurgia e conta com os serviços médicos nas especialidades de anestesiologia; cirurgias geral, pediátrica, plástica, torácica e vascular; clínica médica geral, endoscopia digestiva, tratamento intensivo, neurocirurgia, oftalmologia, otorrinolaringologia, pediatria, radiologia, traumatologia, urologia, cirurgia buco-maxilo-facial e angiologia. A equipe é composta por mais de dois mil profissionais, sendo 438 médicos, 365 enfermeiros e 354 tecnicos de enfermagem.

Importante destacar que este serviço hospitalar possui a maior oferta de especialidades do estado da Paraíba a citar: Cardiologia, Anestesiologia, Cirurgia Bucomaxilofacial, Cirurgia Geral, Cirurgia de Mão, Cirurgia Pediátrica, Cirurgia Plástica, Cirurgia Torácica, Cirurgia Vascular, Clínica Médica, Endoscopia, Hematologia, Infectologia, Medicina Intensiva Adulta e Pediátrica, Neurocirurgia, Neurologia, Nefrologia, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Urologia, Radiologia e Diagnóstico por imagem, Hemodiálise para tratamento de renais crônicos agudizados.

O HETSHL dispõe de Serviços de Diagnóstico por Imagem, com Raios-X Digital, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética (terceirizada), Ecocardiograma, Ultrassonografia e Ultrassonografia com doppler colorido, Eletrocardiografia, Colonoscopia, Broncoscopia, Endoscopia, Angiografia e Arteriografia Cerebral. Além dos serviços complementares de Hemodiálises, OPME, Hemoterapia, Fisioterapia, Banco de Tecido Ocular (unidade captadora) e unidade captadora de órgãos e tecidos para Transplante.

Possui também como serviços de Apoio o Ambulatório de Egressos, Central de Material Esterilizado (CME), Agência Transfusional, Comissão de infecção Hospitalar, Comissão de Curativo, Laboratório de Análises Clínicas, Farmácia Hospitalar, Farmácia Satélite, Farmácia Clínica, Odontologia, Unidade Processadora de Roupas, Nutrição e Dietética, Nutrição Enteral e Parenteral, SAME, Manutenção de Equipamentos, Necrotério, Central de Oxigênio e UTI Móvel e Ambulância Básica. Oferece Residência Médica nas especialidades de Anestesiologia, Ortopedia e Traumatologia e Terapia Intensiva.

Os serviços gerais são: Administração; Lavanderia; Central de Materiais e Esterilização; Farmácia; Almoxarifado; Oficinas (elétrica, mecânica e marcenaria); Zeladoria; Engenharia Clínica; Corpo de Manutenção; Vestiários; Necrotério; Verificação de Óbitos; Central de Transplantes; Corpo de Resgate (bombeiros); Garagem; Câmaras de Cadáveres; Banco de Órgãos; Câmara Frigorífica; Câmara de Lixo; central de resíduos para lixo contaminado e comum; Guaritas; acolhimento familiar; farmácia, laboratório; agencia transfusional; núcleo epidemiológico; psicologia; serviço social; recursos humanos; ouvidoria; arquivo médico; contas médicas; setor de laudo; Sesmt; controladoria, financeiro; OPME; nutrição.

O HETSHL tem como apoio assistencial o Hospital de Traumato Ortopedia da Paraíba – HTOP, com leitos de ortopedia, UTI e Centro cirúrgico. O Hospital de Retaguarda possuir Ambulatório de Egressos nas especialidades de Plástica, Ortopedia, Bucomaxilofacial, Urologia, Neurocirurgia e Neurologia; além de Comissão de Curativos, Comissão de Infecção Hospitalar e realizar cirurgias de Ortopedia, Plástica e Bucomaxilofacial. Suas atividades são executadas, nas 24h do dia, todos os dias da semana, inclusive sábados, domingos e feriados.

O Hospital de Trauma de João Pessoa é um importante polo formador de profissionais da saúde, sendo ambiente de prática para quase todos os cursos e faculdades da região. O Programa de Residência Médica desenvolvido no Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, por exemplo,tem se consolidado, cada vez mais, no âmbito nacional, como polo formador de profissionais. Em oito anos, mais de 320 especialistas foram formados. O Programa de Pós-Graduação em Anestesiologia, desenvolvido pela SES-PB, no Hospital de Trauma, obtive a quarta melhor média nacional, destacando-se entre os 98 Centros de Ensino e Treinamento-CETs existentes em todo o Brasil. A avaliação é realizada anualmente pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) com todos os residentes do país. Além da pós-graduação em Anestesiologia, o programa de Ortopedia e Traumatologia também apresenta resultados similares, com a aprovação nas provas de título da totalidade dos seus formandos. Ambos receberam o título de Menção Honrosa do MEC no ano de 2013.

Com a confirmação do certificado de Acreditado Pleno (Nível II), concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), o Hospital entrou para o seleto grupo de hospitais brasileiros com esse título, que assegura excelência nos critérios de gestão integrada, mantendo os padrões de segurança do paciente, em todas as áreas de atividade. Menos de 4% dos hospitais brasileiros possuem esse diferencial.

O certificado, semelhante ao ISO, mas exclusivo das instituições de saúde, atesta a qualidade dos serviços prestados, garantindo maior transparência e eficiência no atendimento médico. O processo foi iniciado no começo da gestão pactuada entre o Governo do Estado e a Cruz Vermelha Brasileira e visa melhorar a qualidade dos serviços desempenhados pelo Hospital, através do método de avaliação voluntário, periódico e reservado dos recursos institucionais de cada hospital para garantir a qualidade da assistência por meio de padrões previamente definidos.

Com o recebimento da Acreditação Plena, o Hospital de Trauma de João Pessoa entra na lista dos grandes hospitais do Brasil, já que instituições como o Hospital Sírio – Libanês e o Hospital Israelita Albert Einstein, ambos em São Paulo, possuem esse certificado. Na Paraíba, apenas uma unidade de saúde privada possui a certificação.

Gestão Pactuada:

No primeiro momento, o compromisso da gestão pactuada voltou-se para a situação dos funcionários da instituição, que há anos trabalhavam de maneira irregular, sem qualquer vínculo empregatício. Depois de resolvida a questão fundamental dos servidores a segurança dos nossos recursos humanos, daqueles que fazem parte deste grande complexo, foi chegada a hora de colocar em ordem todos os setores da unidade de saúde.

Aconteceram a reforma e ampliação do Centro Cirúrgico, revitalização e modernização da Unidade de Terapia Intensiva – UTI, que ampliou significativamente o número de leitos para pacientes graves da instituição (de dez para 18 leitos, na UTI mais seis na UPO e sete na UPG), sempre buscando o cumprimento das normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em 2011, o hospital realizava aproximadamente 500 cirurgias por mês antes da gestão pactuada, esse número não ultrapassava 350 procedimentos.  No dia sete de julho de 2011, quando se iniciou gestão pactuada, 212 pacientes aguardavam, há meses, uma cirurgia ortopédica. Foi quando o Governo do Estado criou duas equipes de cirurgias eletivas para trabalhar de segunda a sábado, realizando cerca de 10 cirurgias por dia. Com o trabalho, a fila de espera acabou. Atualmente são realizadas mais de 2.000 cirurgias mensalmente.

Nesse primeiro período de gestão, ações de humanismo foram iniciadas com a instalação de televisões em todas as enfermarias, medida realizada ainda no ano de 2011. Logo em seguida, foram instalados aparelhos para climatização de todas as enfermarias, oferecendo melhor ambiente para os pacientes, fragilizados pelas doenças. Ainda tivemos os desafios da ampliação do refeitório, que passou de 52 para 120 lugares, permitindo que os funcionários e acompanhantes tivessem um local digno para suas refeições. Desde 2014, a instituição de saúde oferece, diariamente, seis refeições: café, almoço e jantar, além de três lanches, tornando-se o único hospital público ou privado a oferecer este serviço.

Houve a construção do Abrigo Externo de Resíduos Sólidos, atendendo às especificações e resoluções da Anvisa; foi reformado o setor de Corte e Costura que suporta todas as atividades de rouparia da instituição. No desenvolvimento das ações de modernização, houve investimento na área tecnológica com a implantação do Sistema Inovador de Tecnologia em Saúde (SITS), assim como o Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI). Foram quase 500 m² de reforma, revitalização e modernização do Centro representando um investimento de cerca de R$ 2,5 milhões. O novo CDI recebeu dois aparelhos de tomografia computadorizada, com digitalização das imagens e, só em 2018, realizaram mais de 34 mil exames.

Diante da necessidade detectada, a população paraibana também passou a contar com a nova Unidade para Pacientes Graves (UPG), espaço destinado a atender a demanda de pacientes com traumatismo múltiplo na Urgência do hospital. Outras áreas como o Laboratório de Análises Clínicas, por exemplo, passaram por readequação.

Pensando em melhorar ainda mais o atendimento na instituição, o Governo do Estado inaugurou o Hospital de Traumatologia e Ortopedia da Paraíba – HTOP. A unidade funciona como retaguarda do Hospital de Trauma e conta atualmente com 112 leitos, com duas salas cirúrgicas completas e uma Unidade de Terapia Intensiva com 10 leitos. Abriga também uma Área de Transição de Pacientes, Centro de Imagens, Área de Gesso, Refeitório e demais áreas inerentes às atividades do HTOP.

Ao longo dos tempos, viu-se a necessidade de elaboração e implantação de um plano para receber, ao mesmo tempo, grande número de vítimas, o que deu origem ao Plano de Gerenciamento de Crises e Grandes Catástrofes, já utilizado para atender eventos trágicos na Grande João Pessoa.

No olhar para dentro de casa, foi criada a Sala de Apoio á Amamentação, espaço inovador implantado para ajudar as mulheres a continuarem amamentando; Repouso Médico e Multiprofissional digno do nosso corpo funcional, entre inúmeros outras ações em benefício do nosso quadro de funcionários.

Ainda muito se fez, como a grandeza social do investimento em infraestrutura e equipamentos nas novas áreas Vermelha, Amarela, Verde e Laranja, locais destinados aos primeiros atendimentos dos pacientes que chegam ao complexo hospitalar. Não menos importante foi a construção do Acolhimento Familiar, ambiente que abriga, de forma digna, os acompanhantes, em local climatizado e com orientação psicológica e de assistência social permanente.

Todas ações realizadas, em especial com relação ao nosso corpo funcional, com muita capacitação e treinamento, resultaram em premiações como: Prêmio Paraibano de Qualidade de Gestão, Certificado de Acreditação (Nível II), Prêmio de Qualidade Agência Transfusional e do Laboratório de Análises Clínicas.

Com a confirmação do certificado de Acreditado Pleno (Nível II), concedido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), o Hospital entrou para o seleto grupo de hospitais brasileiros com esse título, que assegura excelência nos critérios de gestão integrada, mantendo os padrões de segurança do paciente, em todas as áreas de atividade.

Com isso, o Governo do Estado ressalta o compromisso da gestão pactuada com o Hospital de Trauma, visto que nos anos de 2014 e 2016 foram mais de 1.500 m² de área construída, reformada e revitalizada na unidade de saúde. Pelo lado da tecnologia, o complexo hospitalar é o primeiro hospital público do Estado a utilizar o sistema PACS, que permite consultar todos os exames de imagens via internet.

Nestes sete anos de Gestão Pactuada todos puderam acompanhar um pouco da história construída tijolo a tijolo por todos nós que fazemos parte desta grande instituição de saúde. Como a ampliação física, a modernização, o parque de equipamentos, a capacitação, o treinamento contínuo e, principalmente, o avanço na humanização.

Comparativo

2007

2018

Leitos

138

331

UTIs

13

35

Cirurgias

4.013

 

Atendimentos

55.445

80.161

Exames Laboratoriais

83.762

544.520

Tomografia

105

34.038

Ultrassonografia

231

7318

Radiografia

3.968

78.997

Médicos

171

438

Médico Anestesista

9

49

Médico Cirurgião Geral

21

49

Médico Cirurgião Plástico

12

13

Médico Clinico Geral

 

47

Médico Endoscopista

 

10

Médico Radiologista

12

13

Médico Intensivista

11

52

Médico Ortopedista

12

101

Médico Pediatra

12

31

Médico Urologista

6

16

Psicólogo

29

21

Nutricionista

16

24

Fisioterapeuta

37

78

Bucomaxilofacial

21

Em 2007, segundo relatório do Tribunal de Contas do Estado, o Hospital possuía 171 médicos, 102 enfermeiros e 285 técnicos de enfermagem. Hoje o hospital conta com uma equipe de 2.605 funcionários, sendo 438 Médicos, 365 Enfermeiros e 548 Técnicos de enfermagem.

Detalhamento 2018

– Custeio: R$12,9 Milhões/ mês

59,31% é destinado ao pagamento da folha de pessoal.

23%: Serviços terceirizados

2%: Órtese e Prótese

3%: Obras e Serviços

– Porte: 331 Leitos, sendo 35 de UTI.

– Atendimento: 80.161 atendimentos

Gravíssimos (Ala Vermelha): 16.698

Crianças: 14.205

Idosos: 14.920

– Procedimentos cirúrgicos: 17.546

Cirurgias neurológicas: 748

Cirurgias Traumato Ortopédicas – 4.816

– Pesquisa de satisfação: 92% estão satisfeito com os serviços da unidade de saúde. Fonte: Ouvidoria do Hospital.

– Centro de Imagem: 119.895 exames

Tomografias : 34.038

Raio – X: 78.997

Ultrassonografias: 7.318

Endoscopias digestivas: 953

– Laboratório: 544.520 exames

– Agência Transfusional:7 mil transfusões no ano.

– Nutrição: 1.292.298 (refeições servidas) e 90.000 (atendimentos).

– Fisioterapia: 175.000 atendimentos

– Psicologia: 107.994 assistências

– Número de Funcionários:2065 – (1625CLT e 440efetivo/estatutário)

* Médicos: 438 | Enfermeiros: 365 | Técnicos de enfermagem: 548

Médico Anestesista

49

Médico Cirurgião Geral

49

Médico Cirurgião Plástico

13

Médico Clinico Geral

47

Médico Endoscopista

10

Médico Radiologista

13

Médico Intensivista

52

Médico Ortopedista

101

Médico Pediatra

31

Médico Urologista

16

Psicólogo

21

Nutricionista

24

Fisioterapeuta

78

Bucomaxilofacial

21

Comparativo JP e CG:

Campina Grande

João Pessoa

Custeio

R$ 10,8 Milhões/ mês

R$ 12,9 Milhões/mês

Porte

274 Leitos

331 Leitos

Embora as duas unidades tenham o perfil de Traumatologia, há algumas diferenças no perfil de atendimento que indicam um maior custo da unidade de João Pessoa. O maior número de leitos, atendimentos de maior complexidade e mais alto custo, como os de queimados, por exemplo, contribuem para elevar o custo médio de seus leitos. A Unidade de Campina Grande, embora tenha um volume de atendimentos maiores, são pacientes com um perfil mais abrangente e com um custo menor para a rede de serviços. Por exemplo, em um fim de semana com 431 atendimentos no Hospital de Trauma de Campina Grande, 71 são no perfil de trauma, os demais atendimentos de clinica médica e pediatria. Já em João Pessoa, o mesmo fim de semana realizou 586 atendimentos, uma média de três pacientes a cada 20 minutos. Acidentes envolvendo quedas (105) e motos (93) lideraram respectivamente as entradas na unidade de saúde. Outros casos destaque na emergência foram: corpo estranho (60), trauma (30), e Acidente Vascular Cerebral (22), queimadura (12), pancada (11), agressão física (10), atropelamento (8), acidente de automóvel (8), arma de fogo (7), acidente envolvendo bicicleta (6) e arma branca (4).

Todos os profissionais vinculados à Organização Social gestora do Complexo Hospitalar de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (João Pessoa) estão assegurados pelo regime celetista, com todos os diretos da CLT garantidos e encargos devidos.

13 Comentário On O que era o Trauma antes e o que é agora: não dá nem pra comparar

  • A questão é simples, realmente melhorou, porém, se teve corrupção que seja apurada, essa historia de rouba mas faz, é para o Maluf e agora o Lula, então, que o MPF e a Policia Federal apure se teve ou não corrupção, a Paraíba não poderá se transformar no Rio de Janeiro. A verdade só virá com as investigações.

  • Isto que é uma pesquisa. 👏👏👏👏
    Muita coincidência…..🤔🤔🤔quando RC começa a se projetar nacionalmente, inicia uma perseguição de denuncismo e fakes. Se a OS tem problemas no RJ, RS, tem que apurar. Mas na Pb a saúde funciona, o serviço foi prestado.

  • Porque melhorou,pode roubar?

  • Fico imaginando se realmente houve desvio , se houve apesar dele temos hospitais de excelencia. O governo passado com certeza não tem comparação com os que passaram no estado. Trabalhou em todas as areas, fez uma revolução na Paraiba pra melhor. O hospital metropolitano uma joia em todos os sentidos, um luxo, nem parece um hospital público, só RC mesmo pra fazer um primor daquele pra os paraibanos de todas as camadas. Infelizmente uma investigação tem mais espaço na midia que as coisas boas feitas no estado, nem mesmo os premios tiveram espaço na midia. RC o melhor governador de todos os tempos.

  • Sebasto, nem ligue para esse povo que diz que você tem uma tatuagem na bunda. Ora, ora, dona aurora, a bunda é sua e você faz dela o que quiser. Vavá é seu amigo e está apenas tirando onda com você.

  • E deixem de conversa e é Ricardo em 2020 e tem mais deixe o mago trabalhar, eles pensam que o povo é besta já sabem que não tem pra ninguem em 2020 ficam jogando mentira no ar. Veremos outra lapada de votos quem quiser entre pra disputar com o mago,ouviram!!!!

  • Porque melhorou pode roubar tiao???

  • O subdesenvolvimento de algumas cabeças nesse estado, é de fazer nojo, porque vivem sempre querendo o mal pra nós,como o Rio de Janeiro é toque de linha na corrupção, e a Paraíba se sobressaiu nessa tempestade de lama da corrupção adotando uma forma de auto desenvolvimento implantado por um governo proativo,onde o seu chefe contra tudo e contra todos os reacionários fez valer a autoridade provocando um ódio contra si, por aqueles que adoram a política do quanto pior melhor são verdadeiros animais autofágicos fazem da desordem e do subdesenvolvimento o seu principal sustento.

  • Vá lá in loco ver a realidade antes de fazer comentários através de relatórios e papéis. Vá sentir na pele a realidade!!!

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Sobre Tião Lucena

Sobre Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá.

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