As primeiras do dia

Nesta sexta tem Brasil de novo. E na parte da tarde, o que significa dizer que a sexta vai ser gorda para quem é funcionário público. E se o Brasil ganhar dos galegos, então vai ser mé até umas horas.

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Rádio Comunitária em mãos de políticos? Cadê o Ministério Público pra dar uma prensa nesse povo?

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Hoje tem festa em Monteiro. Pra uns, claro. Pra outros, dor de cotovelo e  crise de “nelvos”

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E o Unipê de tantas lembranças boas? Morreu. Venderam a universidade a um grupo do sul e estão demitindo em massa.

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Ainda bem que Padre Trigueiro já morreu.

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De quatro em quatro anos os políticos voltam a sorrir. E  a dançar forró.

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Estão vendendo a Eletrobras, com o voto de Pedro Cunha Lima. Veneziano votou contra.

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Tucano gosta de privatizar.

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FHC, quando presidente, privatizou meio mundo de coisas.

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Cássio, quando prefeito de Campina, privatizou a Celb.

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Mais que ele, só Maranhão, que de uma canetada só privatizou o Paraiban e a Saelpa.

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O amigo Cicero Lima lembrou nos comentários do Astréa de Doutor Mororó.

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O veím ainda vive, viu Cícero!

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Está com 94 anos, não trabalha mais, porém continua tinindo.

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Prefeito Ricardo Pereira está em Brasília.

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De lá, contou-me algumas novidades, mas pediu reserva.

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Mas vai bombar a coisa.

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Eu não digo nada.

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Só sei que vai bombar.

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Ora se vai!

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Por enquanto, bico calado.

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E pronto.

6 Comentário On As primeiras do dia

  • Antonio Miranda Filho

    Amigo Tião bom dia!! O problema não foi a privatização da Celb!!! A questão é, pra onde foi o dinheiro?? Com certeza para a província não foi!!!

  • ANTES QUE SEJA EXPLORADO POR POLITICO ATRÁS DE TEMA QUE RENDA VOTOS , EIS ALGUMAS EXPLICAÇÕES
    SOBRE O PROJETO DE LEI QUE TRATA DA COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS ORGÃNICOS:

    DO SITE BRASIL DE FATO: Orgânicos serão proibidos em supermercados? Nada disso
    Projeto de Lei confuso e polêmico ainda vai ser debatido na Comissão de Direitos dos Consumidores
    Juliana Gonçalves
    Brasil de Fato| São Paulo (SP),
    4 de Julho de 2018 às 21:54

    Com pequenas variações nas palavras, notícias com a manchete “orgânicos não poderão mais ser vendidos sem supermercado” se tornaram “virais” em diversas redes sociais na última semana. As “reportagens” se referiam ao Projeto de Lei nº 4.576/2016, que, na verdade, tem como objetivo aumentar a rastreabilidade dos produtos orgânicos e impedir que produtos convencionais fossem vendidos como orgânicos.

    Ou seja, a princípio, nada a ver com restrições à presença desse tipo de produto em supermercados.

    A redação confusa e ambígua do projeto, no entanto, permite a interpretação de que, caso se transforme em lei, a comercialização de orgânicos só estaria permitida nas feiras livres ou em propriedades particulares –e pior, poderia acabar impedida, inclusive, a compra de alimentos orgânicos da agricultura familiar para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

    Segundo o deputado federal Nilto Tatto (PT-SP), coordenador do Núcleo Agrário do partido na Câmara, o projeto proposto por Edinho Bez (MDB-SC) teria apenas a intenção de regular a relação entre produtor de orgânicos e o consumidor final, mas acabou muito mal redigido.

    “Olhando o projeto, ele parte de uma necessidade de regular a comercialização de orgânicos para dar garantias do ponto de vista do consumidor. O projeto tem essa intenção, mas ele cria mecanismos que podem mesmo prejudicar os produtores de orgânicos”, afirma.

    Por conta da redação imprecisa, o PT protocolou, nesta quarta-feira (4), pedido para que o projeto seja debatido em mais comissões antes de sua versão final ir à votação.

    “Nós estamos entrando hoje com pedido na mesa diretora da Casa para que esse projeto, antes de ser votado na Comissão de Justiça, que é a última antes de ir ao plenário, seja também analisado pela Comissão de Defesa do Consumidor”, explica.

    Pelo regulamentos da Câmara, a Comissão de Cidadania e Justiça (CCJ) é a última a julgar os textos, mas não avalia o mérito político dos projetos. A comissão tem o objetivo único de avaliar se as propostas de lei estão de acordo com a Constituição Federal.
    (……)

  • Caro Tião:
    A TV Canjiquinha da Província de Campina Grande mais conhecida por TV Paraíba está querendo a todo custo culpar o Corpo de Bombeiros local pelo incêndio no Parque do Povo, pela segunda vez exibe uma reportagem em que questiona a falta d’agua nos hidrantes do PP e a demora para que chegassem ao local o incêndio!!!

  • Tem que privatizar TUDO, essas empresas só servem como cabide de emprego e para alimentar a corrupção. A questão é que eles privatizam e ficam com um parte do dinheiro. Fiscalização NELES.

  • Sr. Fiscal, para mim a culpa maior é da PMCG e da empresa organizadora que não requisitaram a
    presença preventiva do Corpo de Bombeiros.
    Além do mais caberia aos organizadores do evento a contratação dos serviços de bombeiros civis,
    e ter disponíveis equipamentos de combate a incêndio.
    Ao que parece os organizadores estão tentando jogar nas costas do Estado os custos dos futuros
    pedidos de indenizações. PURA ESPERTEZA!

  • Sr. Candieiro;
    Diga isso a Tv Canjiquinha vulgo Tv Paraíba, depois do ocorrido ela tem levantado a questão em tom de acusação quase todos o dias!!!

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Sobre Tião Lucena

Sobre Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá.

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