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As primeiras do dia

31 de agosto de 2026

O episódio ocorrido em Solânea, na última sexta-feira, dia 29, em que assessores de Maria Porto foram informados pelo prefeito Jucian Jad de que ela não poderia falar no ato político porque ele já apoiava outra candidata a deputada estadual, terá desdobramento jurídico.

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A atitude do prefeito causou indignação entre pessoas que estavam no palanque e presenciaram o episódio. A representação será apresentada pelo advogado Tiago Leite, coordenador jurídico da campanha, para apuração de possível violência de gênero perante a Justiça Eleitoral.

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Maria mantém forte relação afetiva com Solânea, município vizinho e irmão de Bananeiras. Impedir e constranger a participação de uma candidata mulher na política é uma questão que ultrapassa a disputa eleitoral: é uma questão de respeito às mulheres.

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Por outro lado, o fato nos leva a uma constatação: a falta de uma liderança política permitiu que oligarquias dividissem a Paraíba em Capitanias Hereditárias sem qualquer comando ou liderança.

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Ainda repercute a tese de Flávio Bolsonaro para acabar com o aquecimento global e poluição em geral: esgotamento sanitário. Deve ser alguém abrindo os rêgos e outros enfiando os canos, como já antecipava o imortal Gominho na década de 70.

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Ele também se anunciava um homem sem vaidades: “Deixei em casa meu feijão novinho, de arranca, pra vir comer o furado de vocês.”

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E terminava desse jeito: “Troquei a cama patente de colchão de mola para dormir aqui com vocês, de pau duro”.

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A barqueata de Flávio Bolsonaro quase termina em tragédia. O jet sky dos bombeiros foi barruado por um dos barcos bolsonaristas e os militares se jogaram no mar.

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Ainda bem que sabiam nadar.

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Por aqui sinto falta de uma passeata de jegues, como aquela do deputado Padre Levi.

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Se é que ainda existe jumento por essas bandas.

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Soube que estão matando e fazendo deles carne de charque.

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Fui ver, realmente estão tapando os buracos da estrada entre Sapé e Guarabira, mas o contingente de trabalhadores é tão pequeno que, naquela pisada, só vai terminar depois do natal.

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O contorno de Guarabira se acabou-se, virou uma lua.

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E as pesquisas continuam desinformando.

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Hoje eu tô na frente, amanhã atrás.

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Tipo aquela manobra de Zé de Né para se dar bem tanto na frente quanto na traseira de finada Hortência.

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Desse jeito, não tem jeito que dê jeito.

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E o pobre do eleitor no meio do tiroteio.

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Acreditando em tudo o que esse povo diz.

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Eu não acredito de jeito nenhum.

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Desde 86, quando deram um empate técnico entre Burity e Marcondes e quando abriram as urnas veio a pisa de 300 mil votos.

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E foi na boca de urna, quando não havia mais possibilidade de mudança.

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Mas meu candidato vai ganhar.

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Ora se vai!

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Para governador? Argemiro de Figueiredo.

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E o presidente será o general Lott.

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Se sobrar uma vaguinha, vou de Teotonio Vilela para senador.

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Inté.

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