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Policia Federal envia inquerito que apura envolvimento de Cassio na Lava Jato à Procuradoria Geral da República

26 de junho de 2018

Do blog de Diego Lima

O inquérito que investiga o senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB) na Operação Lava-Jato, por supostamente ter recebido R$ 800 mil da Odebrecht na campanha ao Governo do Estado de 2014, teve novidade no trâmite.

A investigação saiu da Corregedoria da Polícia Federal, onde tinha chegado no dia 19 deste mês, para ir à Procuradoria-Geral da República (PGR) no dia 21. O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a abertura do inquérito contra Cássio em abril do ano passado.

Entenda

Dois delatores que eram vinculados à Odebrecht, Alexandre Barradas e Fernando Reis, declararam que o senador havia solicitado a propina para a campanha eleitoral na qual foi derrotado pelo atual governador Ricardo Coutinho (PSB). Cássio era apelidado nas planilhas de supostas propinas como “trovador” e “prosador”.

Em um dos vídeos disponibilizados pelo Ministério Público, Fernando Reis disse que Cássio teria se comprometido a dar como “contrapartida” do apoio financeiro a privatização da Cagepa.

Confira:

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3 Comentários

  • Reply Fred 26 de junho de 2018 at 14:42

    Vai dar em porra nenhuma. Tucano tem blindagem de titânio. PIADA pronta com direito a dinheiro lançado pela janela e tudo. O judiciário e os tucanos debocham explicitamente da sociedade.

  • Reply Angela 26 de junho de 2018 at 15:40

    PURA PERDA DE TEMPO! TODO MUNDO ESTÁ CANSADO DE SABER QUE POLITICO TUCANO, POR MAIS PROVAS
    QUE EXISTAM, SEJA ELE QUEM FOR, TEM BLINDAGEM GARANTIDA.

  • Reply Candieiro 26 de junho de 2018 at 16:35

    Do Ricardo Kotsho em seu blog: PSDB chega aos 30 anos com a cara de Aécio
    Por Ricardo Kotscho, em seu blog:

    Nesta segunda-feira, 25 de junho de 2018, o PSDB chega aos 30 anos no pior momento da sua vida, sem motivos para comemorações.

    Certamente, este partido aliado à bancada do boi e ameaçado pela Lava Jato, não era o dos sonhos de Mario Covas, o seu primeiro presidenciável, em 1989.

    Ameaçado, na verdade, é apenas força de expressão, já que a Justiça sempre dá um jeito de livrar os tucanos das denúncias que pesam contra eles, mas a imagem do do partido está tão desgastada que sequer consegue lançar um candidato competitivo a presidente.

    Comandado ainda por FHC, o partido dos tucanos hoje tem mais a cara de Aécio Neves do que de Mário Covas.

    Covas era o simbolo da política com ética e liderou o movimento dissidente para sair do PMDB de Orestes Quércia, que não dava muita importância a estas preocupações intelectuais.

    Depois de eleger Fernando Henrique Cardoso duas vezes em primeiro turno, o PSDB só voltou ao poder pelas mãos golpistas de Michel Temer, após 14 anos de derrotas para o PT.

    Caminhando cada vez mais para a direita, trombou nesta campanha com Jair Bolsonaro, o candidato da extrema direita que disputa o mesmo eleitorado e lidera as pesquisas sem Lula.

    Aliado ao mercado, à mídia e à Justiça, o PSDB é hoje o partido preferido de apenas 3% dos eleitores, bem distante do PT, que tem o apoio de 20%, segundo o Datafolha, mesmo depois da prisão do ex-presidente Lula.

    Dos seus 49 deputados, a grande maioria é de São Paulo e Minas e pertence à bancada do boi, formada pelos setores mais conservadores do agronegócio.

    Em 1988, quando foi fundado, o partido defendia a reforma agrária, combatida por Ronaldo Caiado, do DEM, que depois se tornaria seu aliado.

    Nada menos de 40% da sua bancada federal é formada por ruralistas que defendem a liberação de agrotóxicos e combatem a demarcação de terras indígenas.

    Inexistente no Nordeste e em outras regiões do país, nada do PSDB de hoje lembra o dos seus fundadores.

    Seu último presidenciável, em 2014, o senador Aécio Neves, foi pego em flagrante ao receber R$ 2 milhões em propina solicitada ao empresário Joesley Batista, mas até hoje nem foi a julgamento, graças a uma Justiça morosa e seletiva.

    A cada semana surgem novas denúncias sobre os governos tucanos que mandam em São Paulo há mais de duas décadas, atingindo o ex-governador Geraldo Alckmin , entre outros.

    Alvos da Lava Jato, os caciques Aécio Neves e José Serra sumiram de cena e só pensam em manter o foro privilegiado.

    O que sobrou?

    Sobrou como cara nova cara do PSDB apenas o empresário João Doria, demitido no governo de José Sarney, que abandonou a prefeitura de São Paulo 15 meses após a posse e agora é lembrado para ocupar o lugar do seu padrinho Geraldo Alckmin, empacado com 7% nas pesquisas presidenciais.

    Triste fim. Mario Covas deve estar se revirando na tumba.

    Vida que segue.

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