Protesto de padre na hora da vacina pede que “Brasil se livre da peste” e deixa dúvidas se mensagem é sobre a pandemia ou Bolsonaro | Blog do Tião Lucena

Protesto de padre na hora da vacina pede que “Brasil se livre da peste” e deixa dúvidas se mensagem é sobre a pandemia ou Bolsonaro

 

Marcos Maivado Marinho 

Ex-cunhado do bolsonarista e suplente de vereador Preto, da Vila Sandra Cavalcante, o padre Valdir Campelo Cabral, filho do saudoso Castelo que tinha um bar do mesmo nome no bairro do Catolé, em Campina Grande, fez hoje (13) em Lagoa Seca, onde exerce atividades pastorais, um corajoso e atrevido protesto contra o Presidente Jair Bolsonaro que poderá lhe render problemas junto à Diocese.

Com 60 anos de idade, Valdir foi tomar a primeira dose da vacina contra a COVID-19 e aproveitou a presença de fotógrafos no posto de saúde para exibir uma placa enquanto a enfermeira lhe aplicava a injeção.

O cartaz do padre pedia VACINA PARA TODOS e chamou a atenção para um outro detalhe, pedindo para que O BRASIL SE LIVRE DA PESTE e deixando a dúvida se o reverendo se referia à pandemia do coronavírus ou ao Presidente da República, já que o nome do mandatário também constava da placa.

O padre atuava no Município de Queimadas e hoje mora na zona rural de Lagoa Seca, na comunidade Pai Domingos, compondo a equipe de celebrantes da Igreja Matriz Nossa Senhora do Perpétuo Socorr

3 Comentário On Protesto de padre na hora da vacina pede que “Brasil se livre da peste” e deixa dúvidas se mensagem é sobre a pandemia ou Bolsonaro

  • Airton Calado- Campina Grande

    Palmas para o corajoso padre, claro que a peste é o Bozzo, concordo plenamente com ele

  • Deste sacerdote não se poderá dizer: foi um omisso. Bem que o paraibano queiroa, que Deus nos livre, poderia aprender com esse padre o que é ser paraibano de verdade. Esse sim representa a Paraíba

  • Edmundo dos Santos Costa

    CORRETÍSSIMO! HÁ PADRES E PADRECOS. TEM UNS QUE ADORAM A COZINHA DOS RICOS E DOS POLÍTICOS E SOMENTE PROCURAM OS POBRES QUANDO NECESSITAM DE “OPERÁRIOS” PARA ENFEITAR SEUS “MOVIMENTOS RELIGIOSOS”, LEIA-SE: PASSEATAS, CAMPANHAS ELEITORAIS, CARREATAS E CAVALGADAS, COM TAIS “DEVOÇÕES” CONSEGUEM FACILIDADES, JUNTO AO PODER PÚBLICOS, PARA SI E PARA OS PRÓPRIOS FAMILIARES, BOFES E APANIGUADOS, TRANSFORMANDO OS FIÉIS EM MEROS EXPEDIENTES DE MANOBRAS

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