Tião e o seu – nosso também – Tempos de jornal

1berto de Almeida

 

 tiao e vavaNão li ainda. Estive por lá – no lançamento não, na sala do autor – mas infelizmente o ótimo jornalista e escritor –  um texto limpo e fácil e gostoso de ler – tinha arrumado os seus “teréns literários” e zarpado para Senzala de Vavá luz. Faltou uma peinha de nada para, com braço dado a Rosa, também entrar nessa festa.

Mas, como eu dizia e vou continuar aqui dizendo, pouco, pois ainda não estou com o “Nos tempos de jornal” de Tião, conheço apenas boa parte desse tempo. Uma parte vivida e outra lida no seu – dele –  Sítio de palavras.  Tião sabe contar histórias como poucos. Sejam essas de “jornal” ou fora dele. Tudo a ver com as coisas simples que este MB costuma espalhar por aqui e em alhures. Eu disse “alhures”? Disse.

Pois é. Disse também uma vez e agora repito o dito: as coisas escritas por Tião, Aldo Lopes e Paulo mariano, todos princesenses da-boa-cepa literária, tem estilo. E estilo, eles sabem disso, é o salário.  Paulo Mariano, esse que apressado pegou o bonde sem avisar aos amigos da feirinha do bairro da Torre? Tenho quase tudo. Pois é. Essas   dão um gosto danado de ler.  Mas peraí! Também gosto de ler outras coisas que não são nossas, lá de alhures (feio, não?). Os citados, porém, são nossos.  E bons.

 No seu “ Nos tempos de jornal” Tião fala dos bons tempos da vetusta – ou palavrinha feia da gota serena –  A União, quando ali era mesmo a fotografia descrita de uma família vivendo de bem e em paz com a vida.  Só união.  Mas fala também de jornais e espaços e histórias outras, porque nunca esqueceu nem teve medo de botar a cara na janela (assim mesmo) para tudo ver e agora nos contar. 

Tião nos fala de uma época que, apesar dos crimes e roubos e sacanagens e atos outros dos muitos biltres que “biltram” o nosso país, esses que vem desde os tempos em que o homem andava de quatro (muitos ainda andam), era mais romântica. Tudo isso contado de forma que, mesmo aqueles que dessa família nunca participaram, irão entender o e gostar de suas histórias.

Pois é. Depois que vi esse vídeo, nada mais iria dizer. Apostem. Podem apostar. Apenas postar. Palavras? Faladas ou escrevidas (gostaram do “escrevidas”? gosto delas “escritas” assim) não diriam mais que essa breve e curta e sucinta(sic)e pequena (sic de novo) apresentação sua, isto é, dele. Toda ela vivenciada e curtida (ambos tem ótimas histórias) pelo bom Vavá da luz.

tiao e vava

 

 

Pronto, Tião, agora quero meu exemplar autografado! Putabraço!

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Sobre Tião Lucena

Sobre Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá.

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