
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o pastor Silas Malafaia apresente defesa em até 15 dias após ser denunciado por calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva. Com informações da Folha de S.Paulo.
A medida atende à solicitação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, autor da denúncia encaminhada no dia 18 de dezembro.
A queixa partiu de Tomás Paiva, que relatou ter sido atacado por Malafaia durante um ato bolsonarista na Avenida Paulista, em abril do ano passado. No discurso, o pastor criticou o Alto Comando do Exército sem citar nomes.
“Cadê esses generais de quatro estrelas, do Alto Comando do Exército? Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem. Não é para dar golpe, não, é para marcar posição”, disparou.
O ato foi convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para pressionar por anistia aos responsáveis pelos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, está preso desde novembro na Superintendência da PF em Brasília




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