Da nova série Os Campeões da Informação: Wellington Farias, o repórter que virou Fodinha

Nesse tempo, que já faz tempo, ele ainda não era o famoso Lingua de Tesoura que é hoje.

Recém chegado de Serraria, Wellington Farias entrou na imprensa pela porta da Rádio Tabajara, começou de baixo e chegou onde chegou com muita luta.

Nós, que o conhecemos de perto, sabemos como foi dura a luta dele para vencer obstáculos tidos como intransponíveis e chegar à estabilidade madura e tranquila.

Naquele tempo era repórter de rua. Colhia o que encontrava pela frente e transformava tudo em notícias que o povo consumia como se estivesse comendo a rabada com macaxeira de Noé do Cordão Encarnado.

Nosso conhecimento se deu durante inusitado acontecimento. Estávamos na redação de A União quando o menino raquítico e esbaforido chegou correndo e dizendo que fugira da ira do diretor da Tabajara, que tentara agredi-lo após ouvir uma malcriação.

O diretor era Carlos Aranha, mais magro e mais raquítico do que a suposta vítima.

Deixe uma resposta:

Seu endereço de e-mail não será mostrado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Sliding Sidebar

Sobre Tião Lucena

Sobre Tião Lucena

Tião Lucena, nascido e criado no Sertão, é jornalista desde 1975, tendo começado em A União como repórter e trabalhado em O Norte, no Correio da Paraíba, no Jornal O Momento e no jornal de Agá.

Social Profiles

teste